Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Por mais injusta
Que seja a justa
Se justa a causa for
Justifica-se a luta
Pois há glória no combate
E honra em quem bate
Em retirada
Como quem bate as asas
De um lugar que não vale a pena estar
Há cordas
Que prendem corpos
Acordes
Que abraçam a alma
Acorde!
Mas se quiser dormir aqui
Acordados estaremos
Há coisas que temos que abafar, sufocar, implodir...
depois sentar e chorar, comendo sorvete
perguntar pra Deus
qual o sentido de todo esse sentir.
Há palavras que caem
em caixas vazias
castelo de teias de aranha
lutam enclausuradas e nada comunicam.
Repousam...
viram árvores
onde pousam os passarinhos.
Na caminhada da vida, há momentos em que nossos gritos são silenciados, nossas respostas caladas e nossas cabeças se abaixam diante dos desafios que enfrentamos. O choro se prende dentro de nós, e o sorriso parece ter sido destruído, deixando-nos doentes em um mar de angústia. É fácil se sentir perdido e desamparado, mas é preciso entender que somo mais fortes do que imaginamos.
As pessoas ao nosso redor, essas cascatas de nós, também são sensíveis ao extremo. Cada um carrega consigo suas próprias batalhas invisíveis. Mas é nesse momento, quando nos deparamos com nossos desafios, que a verdadeira coragem se revela. Não deixemos nos enganar, pois, não estamos sozinhos nessa jornada. Compartilhamos a mesma humanidade, a mesma luta interior.
É preciso encontrar a força para levantar a cabeça e encarar o mundo com espiritualidade. Por mais assustador que seja, é quando enfrentamos nossos medos de frente que podemos superá-los. Precisamos soltar o choro reprimido, pois é na expressão das emoções que encontramos, felicidade e cura. Precisamos chorar e se afogar nas lágrimas. Cada gota que derramamos é um passo em direção à libertação.
Possuímos uma resiliência que vai além das aparências. Não nos deixemos enganar pelas circunstâncias difíceis que nos cercam. Dentro de cada um de nós há uma centelha de esperança, pronta para acender o fogo da transformação.
Acreditemos em nós mesmos, mesmo quando tudo parecer sombrio. Acreditemos na capacidade de superar as adversidades, de encontrar soluções e de se reinventar. As cicatrizes que carregamos são testemunhas do nosso poder de sobrevivência. Elas são marcas de coragem, de uma alma que não se encontra diante das dificuldades.
A sensibilidade é uma dádiva, uma conexão profunda com as emoções humanas. É através dela que podemos compreender e apoiar uns aos outros. Encontremos força no apoio mútuo, na empatia compartilhada. Ergamos a mão para ajudar aqueles que também estão lutando no silêncio. Juntos, podemos construir uma rede de resiliência, onde as cascatas se tornam abraços, as lágrimas se transformam em sorrisos e a cura se espalha como uma brisa suave. Afinal, mesmo no meio à escuridão, é possível encontrar a luz que guiará o seu caminho.
Mesmo que muitas vezes achamos difícil...
Em um relacionamento, quando há amor de verdade, mais importante do que ter razão é fazer o sentimento prevalecer.
Há duas maneiras de viver a vida: Enxergar os erros dos outros ou 'Se enxergar'!
Se metem, ensinam muitas coisas, mas não mostram que talvez o final feliz não inclua um cara incrível, nem riqueza ou pessoas extraordinárias ao seu redor. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Eu sou os brinquedos que brinquei, as gírias que usei, o renascido do acidente que escapei, eu sou a infância que me lembro (e ainda lembro). Sou a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, desapontamento, o ódio que tudo isso dá! Eu sou a alegria explosiva, o sorriso que dou. Apenas nos iludimos, pensando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram (mas não perdi nada), todos os dias felizes que se foram. Aproveito cada momento. Não guardo nada para ocasiões especiais. Por que na minha vida, cada momento é especial. Eu sou o que penso, eu sou o que faço e o que ninguém vê.
Enxergue-se!
Eu quero enlouquecer sem perder a razão
Se é que há razão para sermos são!
A vida é insana por si só
Se houvesse razão, não teria porquê
Ah motivos, ah o tempo...
Eu vou me adaptar
Mas por hora, quero ficar no sereno
Vou sentir esse vento
Tão bonito é o céu
Tão pequena sou!
Vou aguentar
O tempo suficiente para partir
Eu quero enlouquecer sem perder a razão!
Insano é ligar a televisão
Perdi meu sono a noite não consigo dormir
Se querem mostrar o que existe de ruim, mas no meu caminho não há, eu não quero saber!
Só quero sentir, ouvir e ver o que na rota do meu dia aparecer
Ahhhh
Eu não vou permitir meu sonho acabar!
Até o último dia que eu respirar
Se a vida não é sonho, eu não sei o que o é
Se a vida não é sonho, o que a morte é?
Senão o despertar de um veraneio qualquer
Tão mero e tão profundo, longo e curto no mesmo minuto!
Mas eu vou resistir, escolho a loucura
Pois daqui do mundo só ela me cura
Do vazio de ser tudo e nada
Em um mesmo mundo
Em um mesmo mundo
Em um mesmo mundo
A verdade está onde há beleza. O que é mal e vil é falso. A beleza resplandece no céu, nada o atinge e o faz cair.
Tem dias em que eu me sinto sozinho. Há dias em que me sinto completo. Tem dias em que eu vejo a vida mais bela. Há dias em que eu não quero nem olhar pela janela. Tem dias em que mesmo quando estou acordado parece que estou domindo. Há dias em que estou dormindo e sonho que estou acordado. Tem dias em que tenho tudo e neles não preciso de nada. Há dias em que eu não tenho nada e neles preciso de mais do que tenho. Tem dias em que a alegria está no sorriso. Há dias em que a tristeza me rouba o riso. Tem dias em que eu lembro o passado. Há dias em que eu penso no futuro. Mas em todos os dias a tristeza é passageira. Em todos os dias eu tenho decisão. Em todos os dias eu tenho esperança. Em todos os dias eu tenho alegria. Em todos os dias eu tenho o presente. Em todos os dias eu tenho vida. Em todos os dias eu tenho a mim mesmo.
Aprendi que há um abismo entre a mente e o coração. Estou comprando decisão e perdão para construir uma ponte e passar sobre o abismo.
Há de haver fé mesmo quando o absurdo destrói a razão de viver. Há de haver caridade mesmo quando se recebe sem nada a oferecer. Há de haver lembrança mesmo quando não existe saudade. Há de haver coragem mesmo quando o medo é a única certeza. Que haja esperança.
