Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Há três tipos de mensagens:
A que liberta, a que escraviza e a que mata!

Inserida por ProfessorMarcos

Há 3 tipos de intenções homilética!
Aquela que te cura, aquela que te machuca e aquela que te destrói!

Inserida por ProfessorMarcos

Saiba que há três tipos de pessoas:
Pessoas leigas, pessoas inteligentes e pessoas sábias! Todas com o mesmo denominador em comum "pessoas" que devem ser respeitadas!

Inserida por ProfessorMarcos

Há sem dúvidas muitas pessoas sendo convencidas do erro, do pecado e aceitando a Cristo, mas o que pouco há são pessoas sendo convertidas e aceitando Seus ensinamentos!

Inserida por ProfessorMarcos

Há dois tipos de reações antagônicas verdadeiras! Diante de pessoas que agregam conhecimentos e você se sente à vontade e feliz, quando elas se distanciam você logo sente falta, mas diante de pessoas apáticos que nem fede nem cheira, quando vão embora você sente é muito alívio!

Inserida por ProfessorMarcos

Há dois tipos de obreiros!
Os que são mestres da obra e outros que são mestre de obra!
O primeiro se importa e prioriza as questões espirituais e o segundo se concentra e enfatiza as questões materiais.

Inserida por ProfessorMarcos

Assim como há cristãos experientes, sábios ou prudentes, há também aqueles que comem pela mão dos outros! A imaturidade reina na mentalidade deles! Ignorância é sua roupa diária!

Inserida por ProfessorMarcos










Quanto mais imaginação há, mais imagens são criadas e combinadas, levando à compreensão dosacontecimentos.

Inserida por Marceloassis

As vezes as pessoas só se importa,com os de fora,percebe que há alguém em perigo,principalmente os que estão a sua volta,e se preocupam com seu ego,sentimento de que talvez teve uma missão cumprida por aqueles fora de seu circulo,mas deixa a desejar com os mais próximo de ti,tudo que faz seja de bem ou mau...tudo se ganha ao dobro.

Inserida por lucianolucas

⁠Inveja

O que seria essa tão falada e, para alguns, até “sonhada” inveja? Sim, sonhada… porque há quem deseje ter o que é do outro, ser como o outro, conquistar o que o outro construiu com tanto esforço.

É algo tão hilário quanto triste: por que invejar? Qual a necessidade? Para quê?

É doloroso ver a falsidade no ar quando alguém começa a vencer na vida, consegue um bom emprego, constrói uma família, realiza sonhos, e, em vez de inspirar, desperta o pior em quem só sabe invejar.

Esses invejosos chegam ao ponto de desejar o mal, querendo que a pessoa perca tudo: emprego, bens, família, e tentam pisar, usar o outro como degrau para subir.

São os mesmos que perguntam como você conseguiu, mas não querem viver o que você viveu, lutar o que você lutou, correr o que você correu, caminhar o que você caminhou. Querem o resultado, mas não o esforço.

Esperam que algo divino e sobrenatural caia do céu, mas esquecem que Deus já nos deu asas para voar e força para correr atrás dos nossos sonhos. Ele nos deu o livre arbítrio para fazer ou não fazer, lutar ou desistir.

Não estou aqui para dar aula de religião, cada um acredita naquilo que lhe traz paz. Mas uma coisa é certa: não há necessidade de invejar.

Deus deu a cada um de nós uma vida única para ser vivida com propósito. Em vez de invejar, admire quem chegou onde você quer chegar. Inspire-se, aprenda e trilhe o seu próprio caminho com fé, trabalho e coragem.

Inserida por DhelsonPassos

⁠Lil Nan - Desabafo

há alguém para me salvar?
há alguém para eu desabafar?
há alguém para no seu ombro eu chorar?
há alguém para um dia eu confiar?

eu só queria poder ser feliz
mais sempre que eu tento vejo tudo o que eu perdi
me olho no espelho e me sinto tão horrível
vejo o quanto eu fiquei irreconhecível
não tenho salvação, no mundo me sinto invisível
ninguém me entende, eu já tentei desabafar
mais tudo o que eles fazem é apenas me julgar
eu tenho momentos de raiva
eu tenho momentos de estar em minha praia
eu tenho momentos de recaída
nunca me sinto bem, o que eu faço para salvar a minha vida?
me drogo todos os dias para tentar me sentir bem
com um tempo ela bate e eu me sinto zen
mais isso sempre passa e nunca preenche nada
as drogas me matam mais rápido que uma faca
perdido no mundo eu não me encaixo
tantas pessoas lá em cima e eu aqui embaixo
quanto tempo vou ter que aguentar?
quando isso vai passar?
até quando eu vou suportar?
eu sinto que vou morrer de overdose em minha sala.
há alguém para me salvar?
há alguém para eu desabafar?
há alguém para no seu ombro eu chorar?
há alguém para um dia eu confiar?
as drogas me matam mais rápido que uma faca
perdido no mundo eu não me encaixo
tantas pessoas lá em cima e eu aqui embaixo
quanto tempo vou ter que aguentar?
quando isso vai passar?
até quando eu vou suportar?
eu sinto que vou morrer de overdose em minha sala.

Inserida por lilnan17

Lembranças

⁠Em Timbó, onde o sol beija a colina,
Há sombras longas, de estranha sina.
Certos homens, fantasmas na memória,
Seus feitos ecoam, sem ter mais história.
Nunca morreram, em lendas suspensas,
Seus nomes sussurram, em bocas tensas.
Heróis de outrora, em bronze eternizados,
Mas seus corações, jamais foram amados.
Viveram de glória, de feitos marcantes,
Em livros de história, figuras gigantes.
Porém, a doçura de um toque suave,
O calor de um lar, a alegria que move,
Jamais sentiram, presos à missão,
Às frias armaduras da ambição.
Seus olhos não viram a flor que desabrocha,
Nem a simples beleza que a vida nos troca.
Assim, pairam sempre, em nosso pensar,
Modelos distantes, sem poder tocar.
Certos homens nunca morrem, é verdade,
Mas em sua eterna fama, falta a humanidade.
E há outros, vagando em meio à multidão,
Com almas silentes, sem ter direção.
Nunca viveram, pois medo os consome,
A ousadia dorme, o instante não some.
Passam os dias, sem deixar um traço,
Seus sonhos murcham, num lento fracasso.
A voz embargada, o passo incerto,
A vida se esvai, num deserto aberto.
Não provam o vinho, nem sentem o abraço,
Seu mundo é pequeno, um eterno compasso
De rotinas vazias, de olhares fugazes,
Prisioneiros de si, em tristes miragens.
Então, a balança da vida nos mostra,
Que a imortalidade, às vezes, é a nossa
Maior solidão, um fardo pesado,
Se o viver de verdade, nos foi negado.
Pois de que vale a lembrança perpétua,
Se a jornada terrena foi sempre incompleta?
Melhor a vida breve, sentida e vivida,
Que a eterna existência, fria e esquecida.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

Ser criança é o que há de mais sagrado.
É um rir despreocupado, é um olhar puro e inocente.
Que bom seria voltar a ser criança novamente.
Sentir a paz e a alegria de ser um anjo.

Inserida por amarisa

Algumas coisas nos tocam profundamente,
Basta um olhar mais sensível para perceber
Que o que há de mais valioso nesse mundo
É a força que encontramos no ombro amigo
A força para recomeçar...
A força para superar nossos limites,
A força que vem do outro e que nos impulsiona,
Que nos faz acreditar que somos irmãos
E que juntos podemos vencer qualquer coisa!

Inserida por amarisa

Eu prefiro acreditar que há um comando maior no universo que coloca tudo em seu devido lugar.

Inserida por amarisa

Há pessoas que nascem para multiplicar o amor. E, com isso, tornam seus dias mais claros, menos expostos às penumbras das provações terrenas. Mire-se nelas.

Inserida por AlineAbdalah

⁠ENTRE AS FLORES DO JARDIM

Das pessoas que existem, há aquelas que acreditam incondicionalmente, mesmo que o céu esteja triste, são os que esperam o amanhecer em algum jardim. São anjos...

Das outras são aquelas céticas que não esperam no amor, não acreditam em nada, a vida é um túmulo de mármore frio ou posam de alguma tristeza achando ser chique, ser triste.

Das outras pessoas são aquelas que duvidam, usam o raciocínio, a reflexão, para então ser fiel a algum pensamento que aproxime da verdade. Acreditam que o sonho pode acontecer.

O mundo pode-se abrir...
Porém, acreditar que a verdade é possível.
A vida é feita mais de derrotas, do que vitórias, não deixar o conformismo tomar conta das lutas diárias...

Estaremos mais preparados para partir...desapegados...
Mesmo sozinho, olhar para o céu, é possível ver um sonho em meu mundo amanhecer...
A vida é viver um sonho acordado, uma vez mais...
O amor espera...ou não!
Amém!

Inserida por bmdfbas

Herdeiros do Nada
(Bartolomeu Assis Souza)

O peito vazio de tudo
As trancas deixando para trás
Há um sentido de vida, uma filosofia que nasce
O que não vale na vida é o pranto
E o pensamento é um pássaro sempre engaiolado, tentando bater as asas
Mas que nem sempre voa...

Sabemos que não tem saída
Nas esquinas e nas manhãs que a vida nos concede
Na vida o que existe são tolices
Não deixemos nos amedrontar
Todos só querem te manipular

Perdemos muito tempo, buscando a perfeição
Somos só um coração simples
Mas o céu é só uma promessa...
E eu não tenho pressa...
E qual direção tomar
Será que minha cabeça aguenta...

Destinos cruzados...
Linhas de montagens...
No final...No final mesmo:
o principal fica fora do resumo.

Amém!

Inserida por bmdfbas

ACEITAR A MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Só há um jeito de aceitar a vida,
é aceitar a morte...

Inserida por bmdfbas

Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.

Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.

É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.

A advertência velada na frase de Léon Denis.

Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.

Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.

Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.

Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.

A displicência que abre feridas silenciosas.

Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:

_ Práticas ritualísticas,

_ Elementos mágicos,

_ Crenças fatalistas,

_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,

_ Sincretismos que obscurecem,

_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.


Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.

É exatamente o oposto do que Kardec legou.

E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.


O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.

Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.

Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?

O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.

E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.


Chamado à acuidade e ao compromisso moral.

A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”

O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.

Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.

Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4