Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Um pouco de hoje, e menos de sempre:

O que eu tenho para dizer há você
que atualmente meus planos são
outros, não quer mais voltar
então tudo bem, não vou me revoltar
muito menos te xingar.

É meu bem você teve sua opção,
deve ter pensado com o coração.
Pois dessa vez não tem volta e nem perdão.

Uma semana passou após o termino
do meu namoro, e eu sinto que fiz algo
de errado, porém não me sinto no direito
de ir pedir desculpas.

E o pior ainda estou com esta culpa.
Tudo foi tão de repente e você também
não me procura, ai que tortura.

Passado 2 semanas e eu não me aguentei
e te procurei.
Conversamos a respeito de reatar o namoro
e você pouco caso fez, jamais queria fazer
isso, mais você não me deixou escolha.

Briguinha de casais são sempre todas iguais.
foram muitos dias longos longe de ti, foi aí
que eu refleti, peguei um papel e escrevi estes
versos um pouco de hoje,e realmente esta briga
não é das novas, e menos de sempre, tentei fazer
menos, porém sua falta foi muito grande.

Vou logo parando por aqui temos uma longa
caminhada para frente, e se brigamos de novo
não quero este pouco de hoje seja um fim,
com certeza você fará muita falta para mim.

Inserida por Boysdontcry

⁠⁠⁠O Padrão de beleza continua o mesmo de todo sempre nesta ditadura da beleza. Há pelo menos uns 19 anos atrás era gamado neste padrão. Depois caio para realidade e refletindo hoje sei o quando é vulgar, e uma mulher com sua beleza comum, pouca maquiagem, seja ela um pouco mais gordinha a típica mulher contemporânea, com toda certeza são bem mais desejáveis, é claro se a pessoa não for superficial e conseguir enxergar algo de diferente nelas!!

Inserida por Boysdontcry

Tempos de felicidades há de ter sempre, mas aquele quem fará feliz será a que o mereça.
A chama da felicidade quando é acesa, ninguém apaga. Ser feliz independente de tudo o que aconteça.

Inserida por Gilliard-Lima

⁠I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠III. Quando o grito se disfarça de silêncio
Há gritos que ninguém ouve porque se disfarçam de silêncio. E há silêncios tão densos que carregam em si o estrondo de mil tempestades internas. A mente, quando já não suporta traduzir a dor em linguagem, recua. Fecha as janelas. Apaga as luzes. Cria mundos paralelos onde, mesmo distorcida, a realidade se torna suportável.
Nem sempre a loucura é ruído. Muitas vezes, é ausência. Ausência de conexão, de resposta, de chão. É o exílio interior de quem ainda está presente no corpo, mas já não habita a lógica comum. E nesse exílio, o tempo não segue sua ordem. As palavras não obedecem significados. O real se dissolve em fragmentos que só fazem sentido para quem ali está.
A sanidade, do lado de fora, observa, mede, intervém. Mas nem sempre compreende. Porque compreender exige mais do que escuta técnica, exige atravessamento. E poucos suportam atravessar a dor do outro sem se perder de si mesmos.
Talvez a maior ponte entre a lucidez e a ruptura esteja na empatia profunda, que não tenta apagar o delírio, mas se ajoelha diante dele como quem respeita um altar de sobrevivência. Porque ali, naquilo que chamamos loucura, ainda pulsa a centelha de quem resiste, não por desordem, mas por excesso de verdade que o mundo não conseguiu conter.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Erva DaninhaErva Daninha
por Leonardo Azevedo
Há em mim um cultivo inconsciente do que me destrói.
Permito que o parasita cresça, talvez por costume, talvez por inércia.
Carrego uma casca rachada por abandonos,
e um núcleo que, mesmo em crise, busca sustento em silêncio.
Sou o que cresce apesar, ou por causa, da ausência.
E, na tentativa de compreender o que me movimenta, recolho-me.
Porque certas respostas exigem raízes mais profundas do que a superfície suporta.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Esteja preparado… As pessoas que você ama partirão. Esteja preparado… No mundo em que vivemos, há mais ingratidão do que amor. Esteja preparado… Por mais que haja presença, no fim resta a solidão. Esteja preparado… Um dia, será o último.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Há um frio que o fogo aquece. E há outro, mais cruel, que congela por dentro, o inverno da alma.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Há grandeza em ser pilar oculto: sustentar sem aparecer, ser base sem palco, ser necessário sem urgência.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Em Cada Grão De Areia.






Algumas paisagens foram criadas e deixadas há muito tempo atrás em alguns continentes.
No decorrer do tempo e pelos ventos.
Entre o Sol e a Lua.
Essas paisagens foram ficando mais predominantes ao longo dos seus incontáveis grãos.
Nas manhãs que brilhavam em cada paisagem,minúsculos grãos se uniam com outros.
Grãos amarelados e cobertos pela luz do Sol.
Milhares de grãos ao lado de outros.
Seguindo sobre outras terras,grãos na cor do Sol.
Com os dias e os ventos cada grão sendo espalhado.
Para pequenas ou maiores transformações nas areias.
Areias com apenas um nome.
Acalorado e fino.
Um conhecido nome que relembra o que essas paisagens são.
Tendo no brilho do Sol alguma inspiração.
Entre as manhãs e as noites,caminhos de areias se movimentam.
Nas noites esses milhares de grãos ficam sob brilhos noturnos.
Principalmente o da Lua.
Em um branco cristalino e bonito.
E mais grãos amarelados brotam iluminados pela Lua.
Do anoitecer em seu existir.
Do fundo de certas terras abaixo dessas areias.
Grãos e mais grãos.
Levados pelos ventos que passam por seus dias.
Cada vento segue milhares de outros grãos.
Grãos minúsculos e ardentes.
Paisagens de desertos cobrem com os seus grãos silhuetas que rodeiam os seus lados.
Sob a luz do Sol,assim se sentem.
E mesmo no anoitecer,cada grão traz um brilho de alguma manhã.
Uma manhã inteira de Sol.
Que brilha em desertos.
Ou o início de um anoitecer.
Com a Lua atravessando cada um.
Grãos amarelados dos desertos.
Desertos que seguem as suas vidas.
Com os ventos nos seus minúsculos movimentos.
Nas muitas manhãs de Sol.
Com grãos empoeirados e ensolarados.
Vidas antigas renovadas pelos ventos e mais minúsculos grãos.
Brilhantes sob uma luz amarela.
Um forte brilho capaz de cobrir vidas desérticas e magníficas.
Com um calor que percorre os seus caminhos,cada grão é iluminado.
E por ventos são vistos.
Em várias transformações em suas vidas.
Desde tempos atrás.
Que também atravessou cada minúsculo grão.
Desses continentes bem antes do primeiro grão de areia.
Porque sobre os desertos uma pontualidade tem que percorrer.
Assim como o Sol,os ventos e a Lua.
Desde outros desertos, minúsculas paisagens foram criadas com brilhantes grãos.
Paisagens ardentes e brilhantes.
Deixadas sob terras tão bonitas quanto essas.
Feitas das areias que se movem como os ventos dos dias.

Inserida por FFabricio

⁠Dos Símbolos Até As Palavras.






Há muito tempo atrás símbolos foram desenhados pela primeira vez.
Desenhos em cavernas e rochas.
Nos primeiros continentes do Planeta Terra rabiscos foram feitos com tintas e traços encontrados em uma natureza que já havia deixado coisas de sua existência.
Rabiscos sobre o céu e os rios.
Dos animais e das estrelas.
Dos frutos e das árvores.
Do fogo e das chuvas.
Até no chão desenhos foram feitos.
Cada desenho com uma definição.
Nos primeiros rabiscos deixados por vidas ancestrais.
Com cores e formas.
Pequenos e grandes desenhos.
E sobre sentimentos alguns desenhos foram pintados.
No passar do tempo muitos desenhos foram encontrados.
Em continentes terrestres com outras transformações e nomes.
Pinturas de vidas ancestrais deixadas como marcas de um passado que naquele presente queria se fazer entender.
Mais algumas milhares de voltas no seu percurso e o tempo encontrou outros desenhos.
Rabiscados com grãos de areias antigos.
Em pirâmides,vales e tumbas.
Desenhos de aves,répteis e outros olhares e as suas formas místicas.
Em vasos,paredes e torres pontiaguadas.
O tempo percorreu sobre um deserto e as suas primeiras impressões.
Que ainda estão no seu percurso mais atual.
Seguindo constante o tempo encontrou mais símbolos.
Em um continente mais afastado dos outros.
Entre muitos oceanos.
Rabiscos sobre certos pensamentos,dedicação e vontades.
Que ainda são lidos no seu longo percurso.
Após outras centenas de anos no seu caminho o tempo viu que linhas se movimentavam sobre um material feito da mesma natureza que estava.
Ainda como desenhos e outros símbolos que aos poucos mudariam algumas formas.
Em algum lugar um mar cercava ilhas sob grandes templos.
Ao lado de pilares brancos e resistentes as ondas desse mar escreviam sobre as suas viagens,paixões,
saudades e mitologia.
Poemas e frases vinham das suas profundezas.
E o tempo foi supreendido e ficou sensibilizado com cada palavra que rimava.
Com aquele mar e os seus templos fortes e firmes nas suas ondas azuis.
De vez em quando esse mar traz para o tempo palavras sentimentais que ainda rimam e o emocionam.
Seguindo no mesmo continente mas para uma outra direção o tempo encontrou certas palavras.
Que iniciavam com uma fonte fina e com uma cor.
Com uma sonoridade característica daquele lugar.
Palavras escritas com paciência demonstravam traduções sobre uma natureza bucólica e festiva.
Às vezes essas palavras eram ditas de um jeito rápido que o tempo queria conhecer.
Talvez essas palavras finas e bucólicas estejam no seu passado.
Deixadas em contagens no seu percurso.
E que podem ser relembradas nesse mesmo lugar em um outro momento do seu seguir.
Seguindo um determinado percurso o tempo se deparou com um continente quente e diversificado.
Com muitas florestas e coisas preciosas esculpidas por uma antiga linhagem no seu ir e vir.
Outras pinturas e homenagens o tempo encontrou.
Com uma presença marcante e alguns detalhes que representavam uma natureza tropical.
E que continuam assim dentro da sua viagem constante.
Relembrando as suas voltas o tempo tocou em papiros e pergaminhos escritos com as areias de um deserto que ele já tinha visitado.
Seguindo novamente pelos templos do mar,o tempo fez novas releituras dos poemas românticos ou dramáticos que o fascinaram.
Em um alfabeto desse mesmo lugar o mar mostrou ao tempo palavras mergulhadas nos seus movimentos.
Com penas ou pequenos gravetos mais palavras eram escritas.
Ao retornar para um lugar bucólico o tempo leu palavras rápidas tendo escutado algumas conversas.
Algumas centenas de anos no futuro e o tempo começou a ler sobre mais coisas.
Já com linhas e acentuação.
Com sinais e parágrafos.
E mais palavras eram escritas ao lado de desenhos ilustrando muitos momentos.
Sobre a distinção da natureza nos seus continentes.
Sobre nascer,crescer e viver.
Com lápis e canetas.
Com novas palavras e mais significados.
O tempo também percebeu a diversidade de palavras nesses continentes.
Sobre convívio,diferenças e superações.
Palavras de reconhecimento,dúvidas e certezas.
Palavras que escreviam sobre coragem,força,amizade.
Que foram escritas nos inúmeros livros,revistas e jornais.
E ainda são.
Em cada continente com uma diferente acentuação,na forma como cada palavra é dita ou escrita.
Com uma nova ortografia,símbolos e novas definições.
E o tempo ainda lerá mais.
E escutará novas palavras.
Sobre mais esperança,perdão e dignidade.
Pois ainda quer continuar aprendendo sobre coisas maravilhosas do Planeta Terra e a sua grandiosa natureza.
Significados com apenas uma palavra ou frase.
Ou até mais do que isso.

Inserida por FFabricio

⁠Eu sou o que há além do sonho.

Inserida por omagodaspalavras

Há momentos em que cometemos as mais diversas loucuras, sentimentos e emoções são incompreensíveis sem razões claras, são apenas o ímpeto que pede a alma

Os dias que se passam me trazem a memória tudo que foi realizado
Oportunidades são únicas pequenos momentos são vividos guardados e trancados no recreio seleto da eternidade

O risco me conduz a cometer as maiores loucuras que o coração que determina, mesmo se o arrependimento batesse a porta seria impossível mudar o passado, então me recordo com semblante de felicidade

Ao longo da vida colecionei as mais diversas emoções, sofrimentos, dores, amizades, amores, paixões e em todas tenho um aprendizado.

Momentos Eternos

Inserida por paulo_butura

⁠Há de haver
Logo existe
Nasce no meu ser
A vontade desvendar
Mais sobre Jesus Cristo
Percorro um percurso
Com destino
A procura do paladar
Da palavra
Do cheiro da marisia
Descobri que o sabor
É o fruto da vida
Continua
Um fruto soculento
Doce
Na verdade sopra o vento
Que me alimenta a alma
Dá ânimo ao espírito
Sigo Jesus Cristo
Meu amigo
Rendentor meu porto de abrigo
que suaviza meu fardo e me consola no gemido
Cada instante é um passo
Para o desafio
De entrar no eixo
Não me perder
Ter foco
Seguir em frente
Dizer que
Também sou gente
Caminho em direção
A exaltação
Coligação de todos em um
Pela dádiva de Deus

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠Há dias que julgo serem perdidos, outros preenchidos com montes altos, que subo e deixo, nas minhas espectativas de me ludibriar, no próximo recanto que espreita pelo fio de uma deixa, ou pela distração da estrela que guia e me conduz para o lançamento do novo acontecimento.
Viver sobre um pensamento,leva a um acontecimento, a causa perdura pelo chamamento induzido por aquilo que o cérebro emana.
Flui uma série de acontecimentos de tumulto, turbilhão, e muita confusão.
Dizem que é o pior de todos tempos, a razão dos conflitos e pandemia global, é pela recepção de cada um, filtrar e absorver, o que há de bom é o melhor, para os seres racionais em que habita os sentimentos e expressões emocionais sentidas e vividas, transmitidas pela dança do corpo, e pela representação do nosso comportamento e afecto, constante o grupo de pares e meio.
Para visualizar sua vontade incontrolável do desejo de fazer e de querer é preciso nascer de dentro do cerne do eu que se interliga, por uma cepa de vinha e dá fruto.
Para nascer é necessário semear.
Um bem haja a possibilidade de agilizar a ação na repetição do acto.
Pelo que creio num sentido crescente e não ascendente, porque assim eu quero pensar.
Pode tudo ruir e desabar, só quando eu chegar a Porto de abrigo vou dizer que vou descansar para vencer e alcançar, o que tenho para poder tomar
Um cálice que me vai vivificar.
Fundo por hoje ainda não cheguei lá... Vou chegando aos poucos mesmo no mal estar bem é de merito.

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠O mal que me cerca, nem sempre é confortante, o desconforto na ginga da vida, há espera de melhoria, num trilho que me domina, barbaridades andam assolar as obras.
Quando somos luzes das cidades e alimentamos almas nada nos vai deitar abaixo,
porque aquele que crê e vive e nisso deposita fé.
Um dia de propostas e de coração recheado de novidades para um dia gritar o quanto custa a liberdade, mesmo vivendo num contexto poético de dramaturgia e eu gosto de trabalhar e estudar e fazer mais.
Um diagnóstico preciso do diálogo que faço, com um pensamento criativo de querer ir para um futuro próximo que pode ser construído na adaptação a adversidades, nelas tiro sempre lições positivas, canalizo energias, penso, e tenho que agir, procurar meios para subsistir, isto é sobreviver, e não viver.
Requer um pouco de sacrifício, paciência e resistência e durabilidade, já que falei de adaptação porque não falar de resiliência é sempre um começo sem fim, um bem maior a cada dia..
Viva a vida! Viva a vida!
Muita gratidão
Pela mão

Inserida por EmanuelBrunoAndrade

⁠No trilho
Em frente
Há um desvio
Para outro horizonte
Acender o pavio
Que ilumina o caminho
Que me conduz
A um destino
Um porto seguro
Nesta luz
Quero ver
O que vai acontecer
Na minha determinação
Que passa ação
Deslumbrado com reboliço do viver
Banqueteio do gosto
Do sentido de amar
De me prostar
Na minha humilde pessoa
Procuro- me e repleto de um vazio cheio
Busco o perfeito
Na minha natureza
Onde observo
A minha destreza
De querer ser
Aquele que foi
O caminho faz-se
Fazendo -se

Inserida por EmanuelBrunoAndrade