Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Caros escritores e poetas brasileiros,
Se há um conselho que vos posso dar é este: escrevam como quem planta árvores cujas sombras talvez nunca venham a usufruir. A literatura é um campo vasto e fértil, mas, muitas vezes, o retorno que desejamos vem muito além de nossos dias ou das expectativas imediatas. Não façam das vendas a medida de seu valor, nem do marketing o motor de sua criação.
Vender livros no Brasil é, de fato, um desafio. Muitos caem na armadilha de transformar a arte em produto, sufocando a espontaneidade e a beleza das palavras com a pressão de cifras e números. No entanto, a posteridade não se apressa, ela se alimenta do que é genuíno, do que transcende o tempo. Focar nas vendas pode desviar o olhar da verdadeira essência do que vocês são chamados a fazer: criar algo que ressoe na eternidade, um legado que possa ser descoberto por aqueles que ainda virão.
Escrevam para o coração do amanhã, sem pressa e sem pretensões desmedidas. Deixem que o reconhecimento venha, se e quando ele tiver de vir. Mas, acima de tudo, escrevam para a alegria da criação, para a satisfação de expressar o que é verdadeiro, belo, e, muitas vezes, invisível aos olhos imediatos.
Não permitam que o desgaste das expectativas mercadológicas roube a nobreza de vossa missão. Quem escreve para marcar seu nome no tempo raramente se deixa abater pelas dificuldades do presente. Afinal, o que é a posteridade senão um presente estendido às gerações futuras?
Persistam.
Há dias em que o peso do mundo parece recair sobre meus ombros, e caminhar com essa carga se torna uma jornada exaustiva. Sinto a vontade de parar, mas minha mente insiste em uma batalha interna, sussurrando incessantemente: "Parar é fraqueza. Imagine como os outros te verão se desistir. Vão te considerar fraco." E, de fato, todos ao meu redor parecem reforçar esses pensamentos, alimentando ainda mais minha imaginação inquieta. No entanto, a verdade é que parar é um ato profundamente humano. Nem sempre podemos carregar tudo ou suportar todas as pressões. Às vezes, é necessário pausar, respirar fundo, recuperar o fôlego, e então seguir em frente. Pare quando for preciso, mas apenas para se fortalecer. Desistir, esse sim, nunca será uma opção.
365 dias
O que há de novo?
De novo,
Parece tudo igual.
Mesma rotina matinal
Mesmo cheiro de café
Gosto de manhã.
O que há de novo?
Parece tudo diferente,
na mesma rotina, mas…
O café não tá legal.
Onde estou?
Quem é essa gente?
O reflexo mudou.
O café esfriou.
Quando a gente descobre,
que o mundo parou.
…
Respira
Onde estou?
Mesmo estando igual;
Estava diferente;
O mesmo reflexo,
Mas ela não é a mesma,
quem é ela gente?
…
Inspira
Acordei.
Parecia tudo normal.
Mas nada estava igual.
Reflexo vazio.
Respirei.
Descoberta, eu
sabia quem eu era,
Sabia quem eu fui,
Sabia?
Nada era igual,
Nem a dor,
Nem o vazio.
…
Inspirei!
365 dias,
muitas redescobertas,
muitas dores revisadas,
muitas memórias revisitadas,
muitos passados revelados.
Ressignificados.
…
Respirar!
365 dias,
tudo novo, tudo de novo.
Espaços abertos;
Memórias guardadas;
Segredos revelados;
Sonhos planejados;
Inspira,
Respira!
Viva!
"É no desconforto que se revela a verdadeira força; onde há resistência, há também a chance de crescimento."
Sabe aquilo que a palavra tchau começa a produzir depois de ser dita,
Sabe o vazio há nos dias, semanas corroem o meu ser.
Sabe aquela faísca que acende a vontade de te ver.
Sabe a dor que bate quando você vai embora, é aquele verbo conjugado no passado, é aquela história de algo vivido que não se apaga da minha memória.
É Saudade do meu amor
Há dias difíceis, mas nossa coragem deve nos manter de pé, e nosso coração deve estar aberto à lucidez que traz soluções e aprendizado. Os dias de bonança são uma oportunidade para o deleite sábio de quem aproveita a vida, sem perder o rumo, sem se deixar levar pela vaidade ou por momentos fugazes.
O Deus Criador X O Deus Relativo
Em um mundo relativo só há espaço para um “deus” relativo, que seja criado pelo homem e não o Criador do homem. Logo, o “deus” relativo não é o Deus verdadeiro, mas um deus falso e impositor.
O deus relativo criado pela mente humana caída e pervertida é uma projeção da maldade sugerida por Satanás a nós, em total rebeldia ao Deus Criador.
O trágico do deus relativo criado pelo homem é que ele é criado por um homem caído, dominado pelo mau, e criará apenas maldade. Não é de estranhar o crescente domínio dos maus e da maldade no mundo atual.
Na penumbra da noite, onde os suspiros ecoam e os corações revelam seus segredos mais profundos, há uma história singular de amor e desconexão... Era uma vez um filho cujo coração era um labirinto de emoções contraditórias, um intricado emaranhado de amor e desafios.
Ele amava sua mãe, não por escolha, mas por destino. Nos laços intrínsecos que os uniam, nas memórias entrelaçadas de sua infância, ele encontrava o calor reconfortante do amor maternal. As noites em que ela o embalava com histórias de encanto, os dias em que suas palavras eram bálsamo para as dores infantis, tudo isso tecia os fios invisíveis do amor.
Contudo, em meio às sombras dos anos, cresceram as distâncias. Os caminhos da vida os levaram por trilhas distintas, onde as pedras da incompreensão se erguiam como muralhas entre eles. Os dias se transformaram em anos, e o entendimento se perdeu nas entrelinhas do tempo.
Ele amava sua mãe, mas não gostava dela. Nas complexidades da relação, encontrava-se um enigma de sentimentos que desafiava a lógica do coração humano. Pois, enquanto o amor fluía como um rio infindável, a simpatia tropeçava nas pedras da discordância.
E assim, na tapeçaria da vida, eles teciam uma história de amor imperfeito, onde os fios do afeto se entrelaçavam com os nós da discordância. Mas, apesar das sombras que pairavam sobre suas relações, havia luz nos recantos mais profundos de seus corações, uma luz que brilhava com a esperança de entendimento, de perdão e de aceitação mútua.
Pois no coração humano, mesmo nas sombras mais densas, há sempre espaço para o amor, mesmo quando o gostar se torna um desafio. E na jornada da vida, talvez seja nessa imperfeição que residam os laços mais verdadeiros e profundos, onde o amor, mesmo confrontado com a discordância, encontra seu lugar para florescer.
O que distingue
o céu do mar
é o ponto de vista
do artista
há água no céu
há vidas nos céu
há ondas no céu
há o brilho do sol
artisticamente
não consegue enxergar?
tudo o que há no céu
também existe no mar.
Tic tac
Todos correm na toada do desespero
Há de se fazer o que é para o instante anterior.
E ainda se esforçar para que o sorriso
(tirado à revelia, na selfie coletiva)
não capte o esforço lancinante de (re)xistir
É aconselhável segurar o choro
E pedir perdão
Para o seu colega abatido (invejoso!)
Para seu consanguíneo desfavorecido (ardolioso!)
Para aquele que te dá (a juros) a mão.
É preciso enfrentar o sol que incendeia a cólera
E inventar uma forma urgente de irrefletir.
Amanda T.
Hoje, me vejo sentado à beira do vazio, onde o silêncio ecoa as memórias de um amor que se foi. Há uma dor profunda que permeia cada batida do meu coração, e uma saudade que corta como lâminas afiadas.
Como tolo em um conto de fadas…..
Era uma vez uma história repleta de risos, cumplicidade e promessas sussurradas ao vento. Conheci-a em um momento em que a vida parecia mais colorida, como se cada instante tivesse um propósito maior. Seu sorriso era a luz que iluminava meus dias mais escuros, e sua presença era a melodia suave que embalava meus sonhos.
Nossas mãos se entrelaçavam como se fossem feitas uma para a outra, e o futuro parecia uma estrada promissora que percorríamos juntos. No entanto, a vida, muitas vezes imprevisível e cruel, reservou para nós um capítulo que eu jamais imaginaria. A dor chegou como uma tempestade silenciosa, levando consigo a garotinha que eu havia conhecido e, por fim, a pessoa que preenchia cada pedaço vazio do meu ser.
Os dias se transformaram em uma sucessão de sombras, onde a esperança desvanecia a cada amanhecer. Fui testemunha impotente do declínio daquele sorriso que costumava ser minha fonte de alegria. Cada conto, cada olhar era uma viagem ao abismo da tristeza, onde a realidade se chocava violentamente com os sonhos que havíamos construído.
E então, no instante em que o tempo parecia congelar, ela se foi. Seu adeus foi como uma nota melancólica, ressoando em meu coração quebrado. A solidão tornou-se minha companheira constante, e a ausência dela deixou um vazio que nada poderia preencher.
Agora, enquanto relembro nossa história, é como se um pedaço de mim tivesse sido arrancado. A saudade é uma ferida que nunca cicatriza, uma presença ausente que se manifesta nos lugares que costumávamos frequentar juntos e nas músicas que compunham a trilha sonora do nosso amor.
Mas, apesar da tristeza que me envolve, guardo comigo a certeza de que o amor que vivemos foi verdadeiro e intenso. As lembranças são como estrelas que iluminam a escuridão da minha saudade, e, de alguma forma, acredito que ela ainda está presente em cada sussurro do vento e em cada raio de sol que toca minha pele.
Este é o relato de um apaixonado que teve o coração arrancado pela partida prematura de seu grande amor, uma história que, mesmo marcada pela dor, é testemunha de um amor que até hoje me arranca um sorriso!
Há quem lute por um amor próprio. E há quem lute pelo próprio amor. No final, cada um luta por aquilo que não tem.
A escuridão me chama, perdi minha luz há anos e já quase perdi minha alma, mas n importa o quanto tente, nunca perdi a vida...
Mas já perdi amor, família e amigos, e sempre estou errando mais e mais. Desculpa por n estar aguentando mais a vida 🖤
Onipotente senhor, criador de tudo que há! Alegro o meu coração, alimento a minha alma a cada manhã que elevo o meu pensamento a ti e a tudo consagrado por ti. Pai, que neste dia eu possa dividir com as pessoas que cruzarem o meu caminho, seja presencial ou virtual, a emoção de poder contar com o seu amor e misericórdia. Rogo imensas bênçãos para toda a humanidade. Apresento nos seus pés, a minha família, amigos e todos que fizeram e fazem parte da minha vida. Gratidão, senhor, hoje e sempre. Amém!
