Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Tu,
Luz das acácias,
Divina comédia,
Brilho do sol,
Raio de luz,
De leste ao Europeu,
Estrela que acende meu interior de plebeu,
Deveras, fazer para me conhecer,
Ser o suficiente para eu renascer.
Meu amor, hoje o céu está mais estrelado.
Isso sempre me faz lembrar de ti, meu amado.
Te acalmar quando estiver sob estresse de um dia nublado.
Saber de ti como fostes teu amanhecer ao anoitecer.
Cuidar-te de ti, oh, divindade!
Ao ser teu porto seguro para ti confiar-te em mim.
Encontrar a ti que me faça sentir de novo: o que eu já não sentia mais e não me importava mais.
Ao final, do teu contentamento, hei de ser incrível feito um prisioneiro com paixão.
E cada palavra é uma criação,
Da evolução,
Que dela se evoluiu, organicamente.
Igual a inteligência artificial,
Que está lá para te provar que possa ser tua descoberta inesquecível.
O amor é chama ardente que queima meu interior.
Inflama meus sentimentos de ontem ao amanhecer desta canção.
Não sei de onde eu venho, e
Se onde eu vá, quiçá seja repleto de meras paixões.
Sentimentos que se constrói com a vida.
Momentos que não consigo esquecer.
Que são tantos. Aliás, todos bons.
Veja, agora, algumas coisas boas que já nos aconteceram e que se vai como a brisa do mar.
Que morre com meu amar.
A Coragem da Esperança
Lembre-se que tu serias a melhor maravilha, pragma do meu coração
Fostes, tu, como algo mais que um amigo, aquele que me transmite luz, valoriza a individualidade e a sinceridade
Desse momento, nós passamos, urge no fundo da minha mente
Quando estávamos, tu estava exatamente do jeitinho que eu sempre sonhei e me encorajava, como philia
Tudo em ti és milimetricamente perfeito e detalhado, iluminado
Neste retalho que esta poesia impulsiva em forma de canção transmite
Retrata-nos de ter você aqui aos meus pés, oh, poetas para quê servem?
Era o fim de uma década, mas o começo de uma era ao te conhecer
Possível, era ficar sorrindo com facilidade ao te olhar com o rosto do luar
Refletindo uma noite de verão que são Philos das minhas pupilas ao teu enxergar
Que nada era em vão, ao fim, com o nascer do teu contentamento
Acredito na intensidade que a paixão me toma e chega cedo por aqui
Enfim, valorize seu amor, destino, acaso, sorte, ventura e sina.
Verão, toda a sua beleza deve ser admirada
Brilho e encanto que todos ao te olhar verão
Tanto nas cores quanto nos prazeres
Ama-te a ti mesmo como se fosse infungível e insubstituível
Harmonia ao acesso à beleza interior
Comunicação de pólos opostos e químicos, de energia e vida
Alma nobre, porque é corajoso, ousado, resistente
Sabedoria para ter força que permite unir os contrários
Prosperidade com propósito é um navio com leme, à deriva com rumo no mar da vida
Reprodução do amor se torna engenhoso e não vergonhoso
Inconscientemente pela alma seja em busca intuitivamente para recordar das teogonias rapsódicas de Orfeu
Fortemente em dois mundos praticamente paralelos
A existência individual é uma vitória sobre a fatalidade
Paradoxalmente, à diferença dos outros, provavelmente seja por deixar passar à luz do parto
Que encontremos vestígios para uma corrente de sabedoria a fim de dar a vida e a consciência aos objetos inanimados a vida útil.
Na verdade, você ama a imagem que criou de Deus. Para amar Deus de verdade, primeiro liberte-se da sua criação.
Quem pede perdão aprendeu o que é Amar... Quem perdoa aprendeu o que é a Graça... Quem esquece aprendeu o caminho da Paz...
Que tudo que fizermos esteja alinhado com a vontade de Deus e com o propósito final de glorificar Seu Santo Nome.
Eu amo mesmo é:
A beleza das rosas
A simplicidade das coisas
A pureza do ar
O detalhe de um olhar
Eu amo de amar
E não falso amor para mendigar.
A vida é um sopro, quando se percebe, tudo já passou e muitos já se foram. Por este motivo, ame, cuide, elogie, dê o devido reconhecimento, pois o tempo não para, ele nem "voa" mais, ele se "teletransporta" e quando percebemos o futuro já é passado...
As Dores que Escolhi Carregar
Dizia que me amava, mas amava como quem repete um verso decorado, sem sentir o peso das palavras. Amava a ideia de me amar, mas não a mim. Porque, na prática, eu me deixava para depois. Quando choveu, encarei as gotas sem guarda-chuva, aceitando o frio como se meu corpo não merecesse abrigo. Quando a febre me queimou, deixei que ela ardesse, porque gastar com remédio parecia um capricho supérfluo.
E os sapatos que me feriam? Caminhei com eles, como quem carrega um fardo invisível, fingindo que a dor era pequena. Porque, no fundo, acreditava que suportar as feridas fazia parte de existir, fazia parte de ser eu.
Mas o que mais me machucava não era a febre, nem os sapatos. Era o silêncio que guardava quando alguém me feria. Eu calava e, pior, tentava compreender. Tentava justificar os golpes que recebia, como se fosse justo aceitar ofensas, palavras ríspidas e gestos que me cortavam. Perdoava antes mesmo que me pedissem perdão, carregando culpas que nunca foram minhas, tornando-me um depósito para dores que não me pertenciam.
Hoje, olhando meu reflexo, não vejo apenas um rosto marcado pelo tempo. Vejo uma pergunta que ecoa: o que é, afinal, esse amor que digo ter por mim mesmo? Será que amar-me é só esse hábito vazio, essa rotina de sobrevivência? Ou será que amar-me é algo maior, mais profundo?
Talvez amar-me seja o gesto simples de abrir o guarda-chuva na tempestade, de trocar os sapatos que me machucam, de tratar minhas feridas com o cuidado que sempre ofereci ao mundo. Talvez seja entender que minha dor também importa, que meu coração merece repouso, e que o amor que dou ao outro só tem valor se primeiro eu souber oferecê-lo a mim mesmo.
Se for isso, amar-me será um desafio diário. Uma escolha nova a cada manhã. Mas é uma escolha que preciso fazer, porque percebo agora: não sou terreno de passagem para o peso alheio. Sou uma casa que merece abrigo, uma estrada que também precisa de cuidado. Amar-me, enfim, é aceitar que eu não fui feito para ser silêncio, mas para ser inteiro.
Em nome de que, somos capazes de ir atrás de quem gostamos? Mesmo em silêncio, e que seja para nos sentirmos melhor e mais perto, de quem amamos?
Marcos Kennedy
