Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

Cerca de 847914 frases e pensamentos: Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

⁠Na verdade, você ama a imagem que criou de Deus. Para amar Deus de verdade, primeiro liberte-se da sua criação.

Inserida por alexandremrd

⁠É difícil dizer
É difícil falar...
Que um dia te amei
E pra sempre vou te amar

Inserida por GiseleF

⁠Quem pede perdão aprendeu o que é Amar... Quem perdoa aprendeu o que é a Graça... Quem esquece aprendeu o caminho da Paz...

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Que tudo que fizermos esteja alinhado com a vontade de Deus e com o propósito final de glorificar Seu Santo Nome.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Ama para sempre quem ama todo dia!

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Amar é um estado
de fé absoluta,
de confiar simplesmente,
pela alegria da Vida!

Inserida por alexandre_santucci

´´Amar é compreender, é se doar e receber, é decidir fazer alguém feliz!´´

Inserida por willcoran

´´Amar é o sentimento mais sublime da existência humana, pois exala a essência do Criador.´´

Inserida por willcoran

Eu amo mesmo é:
A beleza das rosas
A simplicidade das coisas
A pureza do ar
O detalhe de um olhar
Eu amo de amar
E não falso amor para mendigar.

Inserida por Eucken

⁠Acolho amar !!
Acolho amar a vida , e abro todas as janelas para receber com segurança tudo aquilo que aprovo, valorizo, e me identifico.
Tudo que me ampara, conforta, alegra e fortalece , que revigora o meu ser.
Neste acolhimento, deixo exalar minha essência, e nesta claridade sigo sem a preocupação de ser ou não aceita.
Dou permissão a cada momento ao novo, que a vida insiste em me brindar a cada segundo.
Qdo há silêncio, reflexão, atenção e conhecimento, há entendimento, e ficamos em paz com as nossas emoções.
Simone Vercosa

Inserida por vercosa

Amar !!
⁠Amar para mim, é atingir o ápice do mais sublime sentimento.
Da pureza , da entrega, da lealdade, cumplicidade, da essência de tudo que ha de mais lindo.
É beleza , é encanto, é nobreza, é felicidade, é benção..
O verdadeiro amor é benção.!!
Simone Vercosa

Inserida por vercosa

Para qualquer propósito ou ocasião, é Tempo de Amar!

Inserida por MarcosAlvesdeAndrade

Pai, obrigado pela minha vida, por me criar, amar, ensinar...
Obrigado por me fazer feliz !

Inserida por MarcosAlvesdeAndrade

Amar é proporcionar momentos de felicidade para alguém.

Inserida por MarcosAlvesdeAndrade

⁠A vida é um sopro, quando se percebe, tudo já passou e muitos já se foram. Por este motivo, ame, cuide, elogie, dê o devido reconhecimento, pois o tempo não para, ele nem "voa" mais, ele se "teletransporta" e quando percebemos o futuro já é passado...

Inserida por RobinsonMarques

⁠Amar..
É aguardar o outro!... É compreender os espaços vazios,
ser paciente e entender sua transformação .. amar é, sobre tudo,
aprender com o outro e se tornar o melhor para ele... Mesmo que o tempo e a distância digam não.

Inserida por luccisantz

Vivo de traduzir sentimentos e emoções em versos.

Inserida por TinhoAires

⁠O amor sempre lhe colocará em prova, para ver até onde você é capaz de amar.

Inserida por TinhoAires

A GRAVIDADE INTERIOR DO EU QUE SE CONTEMPLA.
Do Livro: Primavera De Solidão. ano 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Conhecer a si mesmo não é um ato de curiosidade mas de coragem grave. É um chamamento silencioso que desce às regiões onde a alma se reconhece sem ornamentos. Nesse gesto há algo de ritual antigo como se o espírito precisasse atravessar sucessivas noites para alcançar uma única palavra verdadeira sobre si. Tal travessia não consola. Ela pesa. Ela exige recolhimento disciplina e uma fidelidade austera àquilo que se revela mesmo quando o que se revela é insuportável.

À maneira das grandes elegias interiores o sujeito que se observa descobre que não é senhor do próprio território. Há em si forças obscuras desejos sem nome medos que respiram lentamente à espera de serem reconhecidos. O eu que contempla torna-se estrangeiro em sua própria casa. E é nesse estranhamento que nasce a dor mais refinada pois não há acusador externo nem absolvição possível. O julgamento ocorre no silêncio e a sentença é a lucidez.

O sofrimento aqui não é ruído mas densidade. Ele se instala como uma presença fiel. Há quem o cultive com devoção secreta. Não por prazer mas por hábito. Sofrer torna-se uma forma de permanecer inteiro quando tudo ameaça dissolver-se. Assim o masoquismo psíquico não é escândalo mas estrutura. O indivíduo aprende a morar na própria ferida como quem habita um claustro. Conhecer-se plenamente seria abandonar esse espaço sagrado de dor organizada.

Quando alguém ama e tenta conhecer o outro por dentro rompe-se o cerco. O amor não pergunta se pode entrar. Ele vê. Ele nomeia. Ele permanece. E justamente por isso é rejeitado. Não porque fere mas porque revela. Ser amado é ser visto onde se preferia permanecer oculto. O outro torna-se espelho e nenhum espelho é inocente. Ele devolve aquilo que foi esquecido de propósito.

Há então uma violência silenciosa contra quem ama. Um afastamento que se disfarça de defesa. O amado é punido por tentar compreender. O gesto mais alto de amor torna-se ameaça. Como nos poemas mais sombrios da tradição lírica a alma prefere a solidão conhecida ao risco da comunhão. Pois compartilhar o precipício exige uma coragem que poucos possuem.

Essa recusa não é fraqueza simples. É lucidez sem esperança. É saber que o autoconhecimento não traz salvação imediata apenas responsabilidade. Ver-se é assumir-se. E assumir-se é perder todas as desculpas. Por isso tantos recuam no limiar. Permanecem à porta da própria verdade como sentinelas cansadas que temem entrar.

Ainda assim há uma nobreza trágica nesse esforço interrompido. Pois mesmo falhando o ser humano demonstra que pressente algo maior em si. Algo que exige recolhimento silêncio e um tempo longo de maturação. Como frutos que amadurecem na sombra a alma só se oferece inteira quando aceita a noite como condição.

Conhecer-se é um trabalho lento sem aplausos. Um exercício de escuta profunda em que cada resposta gera novas perguntas. Não há triunfo. Há apenas a dignidade de permanecer fiel à própria busca mesmo quando ela dói. E talvez seja nesse permanecer que o espírito encontra sua forma mais alta não na fuga da dor mas na capacidade de atravessá la com consciência e gravidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

As Dores que Escolhi Carregar

Dizia que me amava, mas amava como quem repete um verso decorado, sem sentir o peso das palavras. Amava a ideia de me amar, mas não a mim. Porque, na prática, eu me deixava para depois. Quando choveu, encarei as gotas sem guarda-chuva, aceitando o frio como se meu corpo não merecesse abrigo. Quando a febre me queimou, deixei que ela ardesse, porque gastar com remédio parecia um capricho supérfluo.

E os sapatos que me feriam? Caminhei com eles, como quem carrega um fardo invisível, fingindo que a dor era pequena. Porque, no fundo, acreditava que suportar as feridas fazia parte de existir, fazia parte de ser eu.

Mas o que mais me machucava não era a febre, nem os sapatos. Era o silêncio que guardava quando alguém me feria. Eu calava e, pior, tentava compreender. Tentava justificar os golpes que recebia, como se fosse justo aceitar ofensas, palavras ríspidas e gestos que me cortavam. Perdoava antes mesmo que me pedissem perdão, carregando culpas que nunca foram minhas, tornando-me um depósito para dores que não me pertenciam.

Hoje, olhando meu reflexo, não vejo apenas um rosto marcado pelo tempo. Vejo uma pergunta que ecoa: o que é, afinal, esse amor que digo ter por mim mesmo? Será que amar-me é só esse hábito vazio, essa rotina de sobrevivência? Ou será que amar-me é algo maior, mais profundo?

Talvez amar-me seja o gesto simples de abrir o guarda-chuva na tempestade, de trocar os sapatos que me machucam, de tratar minhas feridas com o cuidado que sempre ofereci ao mundo. Talvez seja entender que minha dor também importa, que meu coração merece repouso, e que o amor que dou ao outro só tem valor se primeiro eu souber oferecê-lo a mim mesmo.

Se for isso, amar-me será um desafio diário. Uma escolha nova a cada manhã. Mas é uma escolha que preciso fazer, porque percebo agora: não sou terreno de passagem para o peso alheio. Sou uma casa que merece abrigo, uma estrada que também precisa de cuidado. Amar-me, enfim, é aceitar que eu não fui feito para ser silêncio, mas para ser inteiro.

Inserida por Gamorim99