Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Amiga poderosa
Uma guerreira a mais
Entre espinhos e rosas
Supera tudo fica pra trás
Sempre ao meu lado
Pronta para o der e vier
Sem sorte pra namorado
Mas uma divina mulher
O que é seu está guardado
E no momento vai chegar
Que ele perceba ter encontrado
a mulher certa para amar!
Imensamente feminina
Me orgulho de sua amizade
Minha pretinha doce de menina
Estou morrendo de saudade!
Vai ver somos como um balão, nos enchemos tanto de problemas e chega uma hora que vai explodir mesmo.
Você é como a brisa de uma manhã que me toca o rosto. Você é como a gota da chuva fina na minha janela. É um sentimento confuso, minha inspiração mais bela.
É uma atriz, tão menina, e de vez em quando umas entonações sabidas de balzaquiana, ironias de diva, charme de gatinha.
Sinta os sentimentos como se fosse uma respiração profunda após um trago de um cigarro de barzinho de esquina. Viva intensamente e sofra muito.
Uma vez, me disseram para temer o inferno, mas nunca me disseram que para chegar ao paraíso era só estar em sua companhia.
Tudo que anseio é a uma varanda, um balcão e duas cadeiras, o cheiro do café pelo alvorecer, ouvir a harmonia da sua voz e um bloco para anotar suas apreciações.
Essas conversas pela internet acabam ficando assim, você escreve com uma intenção, mas o que lê nem sempre entende e vice versa.
O religioso, fiel e fervoroso, que contempla o Céu como seu grande prêmio, quando acomete-se de uma doença, busca remédios, médicos e orações para continuar longe do seu prometido paraíso.
Toda mulher é uma viagem
ao desconhecido. Igual poesia
avessa ao verso e à trucagem,
mulher é iniciação do dia,
promessa, surpresa, miragem.
De nada adiantam mapas, guias,
cenas ensaiadas ou pilhagens.
Controverso ser, mulher é via
de mão única, abismo, moagem.
É também risco máximo, magia,
caminho íngreme na paisagem.
Simplificando: mulher é linguagem,
palavra nova, imagem que anistia
o ser, o vir-a-ser e outras bobagens
Coração é como pedreiro, está sempre em uma nova obra. E nós somos como as maquinas, levantamos e derrubamos. contruimos e destruimos.
Arriscado é caminhar por uma estrada ainda em construção, sentir a trepidação a cada passada de perna, não enxergar o controno que delimita isso daquilo. tantos trechos partindo de um mesmo lugar que você se perde na sinuosidade das curvas, na opção de bifurcações, na falta de sinalização. a gente quer é firmar os dois pés no chão e prosseguir com alguma segurança. a gente espera tropeçar em algum tipo de evidência que nos indique se estamos mesmo indo pra algum lugar.
pra onde?
ter um objetivo muito claro, pode nos deixar momentaneamente cegos para todos os outros.
