Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Em meu coração há uma raiz de amor perfeito
Tem tudo para brotar frutos bons no ano inteiro
Quem provar dos meus frutos sente embriaguez
Sente saudades dos meus beijos e pede mais uma vez;
Há uma imensurável ânsia em meu peito
Sufocando o meu querer
De uma forma indesejada
Tentando me deter;
A hostilidade nasce quando há falta de sensibilidade, igual a tristeza de uma flor, mas a hospitalidade surge através da empatia, reciprocidade e paciência do amor;
"Há pessoas que têm na vida a sorte de encontrar uma jóia preciosa, mas, os seus olhos cegam, não são capazes de suportar o brilho!"
Meu coração sabe que existes
E contente de saber... é feliz!
Há uma alegria que me transcende,
Iluminando a minha esperança,
Alimentando o meu sonho.
Pensar é criar...se eu escolho ser harmonia, equilíbrio, há uma forte tendência para que as coisas assim sejam, pois elas surgem do que penso.
Há na vida uma inteligência superior que a todos põe no lugar, mesmo os com falta de caráter...nem que seja de surpresa, pela dor.
Há uma voz que me guia
Uma mão que me segura
Uma luz.
Vislumbro-te
Mais na frente,
Lá, no horizonte
Onde te alcançarei.
Irás esperar por mim
De braços abertos
Meu amor
Ambos sabemos
Desse encontro
Com o mesmo destino
A felicidade.
No coração de um vencedor só há uma certeza: o jogo só acaba quando ele desiste! Até lá nada pode se colocar no caminho, uma derrota, um obstáculo, são apenas partes que servem de aprendizado para a sua jornada que é muito maior. A jornada deve ser vista como um processo, aonde a alegria deve estar sempre presente em cada ato, e o final é mais um destes atos, e que se reinicia num novo processo quando atingido. VAMOS PRA CIMAAAA
Ha pessoas que, com um simples sorriso, faz o mundo dar uma pausa para podermos admirar a beleza que só quem ama é capaz de enxergar.
E há pouco eu tinha quase 20
Tantos planos eu fazia
E eu achava que em 10 anos
Viveria uma vida
E não me faltaria tanto pra ver
"Satanás pode falsificar sinais, vozes e aparências, mas há uma coisa que ele nunca poderá copiar: o amor incondicional de Deus por você."
Há uma razão para a inteligência ser transmitida instantaneamente pela eletricidade, logo é de suma prudência logica ter consciência existencial de domínio do circuito como o todo...
“Há uma diferença entre a Lei e o Princípio, a primeira nós devemos obedecer já o segundo precisamos vivê-lo”
Ney P. Batista
Jan/21/21
Energia do bem…
Há pessoas que carregam consigo uma força invisível, mas inegavelmente poderosa. Sua presença não precisa de palavras ou gestos grandiosos; basta estarem ali, próximas, para que o ambiente se transforme. São essas almas luminosas, dotadas de uma energia vibrante e positiva, que parecem irradiar harmonia como o sol aquece sem esforço. Não é apenas o que dizem ou fazem — é o que são. Elas têm o dom de tornar o mundo ao seu redor mais leve, mais sereno, mais pleno. Permanecer ao lado de alguém assim é sentir-se revitalizado, como se a vida ganhasse novos significados.
Esse tipo de energia não se limita ao contato direto, tampouco se dilui com a distância. É impressionante como a força que emanam transcende barreiras físicas e emocionais, alcançando aqueles que as cercam de maneira quase mágica. São pessoas que não apenas convivem, mas deixam marcas profundas. Elas inspiram, instigam e elevam. Sua paz é contagiante, sua tranquilidade é transformadora, e sua presença é um lembrete contínuo de que a vida pode ser vivida com propósito, alegria e conexão genuína.
No contexto da liderança, essa capacidade de contagiar é uma virtude rara e essencial. Um líder que compreende o poder do entusiasmo e da inspiração não apenas conduz uma equipe; ele a transforma. Ele conhece as nuances de seus liderados, compreende suas necessidades, potencializa seus talentos e, acima de tudo, cria um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas e motivadas. Essa figura não é autoritária nem infalível, mas humilde o suficiente para reconhecer que o aprendizado é constante e que o sucesso é compartilhado. Sua energia positiva não se impõe, mas se propaga, motivando e mobilizando todos ao redor.
É interessante notar as sutilezas da linguagem quando falamos de "contagiante" e "contagioso". Enquanto o último termo é frequentemente associado a doenças ou situações adversas, o primeiro carrega uma conotação de expansão benéfica, de algo que se espalha e multiplica para o bem. Um sorriso contagiante, por exemplo, é capaz de iluminar rostos e mudar humores. Uma ideia contagiante pode mover montanhas. Da mesma forma, uma energia contagiante transforma não apenas o indivíduo que a recebe, mas todos ao seu redor.
Ser contagiante é, portanto, um ato de generosidade. Não é sobre impor-se ou dominar, mas sobre compartilhar. É um convite discreto, quase silencioso, para que aqueles que estão por perto se sintam bem, motivados, plenos. É uma qualidade que vai além das habilidades técnicas ou intelectuais; é sobre humanidade, conexão e empatia. E é exatamente por isso que essas pessoas, com sua energia luminosa, são tão desejadas, tão queridas, tão indispensáveis. Elas não apenas vivem — elas fazem viver.
Há mais coisas a serem ditas do que o silêncio pode explicar…
A existência humana é uma misteriosa tapeçaria de pensamentos, decisões e crenças, cujos fios se entrelaçam em padrões que, muitas vezes, apenas o tempo revela. E, ainda assim, há algo que transcende o tempo e a lógica. Uma força superior, um Criador, que não apenas ordena a vida, mas a sustenta. Minha prioridade absoluta é Ele, o cerne de tudo o que existe. Não há como contornar essa verdade: sem fé, o homem é uma casca vazia, um barco à deriva em mares revoltos. A fé não é apenas o alicerce do que esperamos, mas a audácia de acreditar no invisível, naquilo que não vemos, mas sabemos ser real. Noé construiu uma arca não porque viu a tempestade, mas porque confiou no aviso. E essa confiança, esse temor reverente, é o que move montanhas e nos salva de nós mesmos.
A vida sem o Criador é frágil. Tão frágil quanto uma teia de aranha, que brilha ao sol, mas se desfaz ao menor toque. E, no entanto, é curioso como as coisas mais sólidas da vida vêm de lugares aparentemente simples. Para mim, há uma verdade que não posso ignorar: o conselho da minha mãe. Em um mundo tão barulhento, onde opiniões são lançadas como flechas, há uma sabedoria silenciosa e firme naquilo que ela diz. É como se suas palavras carregassem um peso que o tempo não consegue apagar. É o tipo de verdade que não precisa gritar para ser ouvida.
E falando em verdades que se cravam em nós, uma frase me assombra desde que a li: "Aceite os sinais confusos como um não, porque o sim é inconfundível." Tantas vezes na vida ficamos presos em uma teimosia cega, tentando decifrar indecisões que, na verdade, já carregam sua resposta. Aprendi que insistir onde não há reciprocidade é como tentar encher um balde furado: desgastante e inútil. Então, passei a colocar as pessoas no mesmo lugar que elas me colocam. Não por orgulho, mas por equilíbrio. É preciso dar o que se recebe, e nada mais.
Quando me entrego, entrego tudo. Não sou de metades. Sou do tipo que se atira no que acredita, mas, se recuo, não volto. Há uma linha invisível que, uma vez cruzada, não permite retorno. Isso não é fraqueza; é respeito por mim mesmo. E respeito é algo que se constrói com coragem. A coragem de entrar na arena e fazer o que precisa ser feito, enquanto tantos se acomodam na arquibancada, apontando o dedo. Quem está na arena entende que a vitória não vem do conforto, mas da ação. E, para agir, nem sempre é preciso estar motivado. Descobri que a motivação não é um ponto de partida, mas uma consequência do movimento. Você começa, e a motivação chega. É simples assim.
Já vivi momentos em que um oceano inteiro me esperava, mas eu insisti em nadar em uma poça d’água. Por medo? Por comodismo? Talvez. Mas, com o tempo, entendi que todo grande resultado nasce de pequenas ações diárias. Cada página lida, cada detalhe resolvido, conta. O progresso não se constrói em saltos, mas em passos. E, ainda assim, só quem está em silêncio entende o barulho que a própria mente pode fazer. Quem se cala, muitas vezes pensa mais do que deveria.
Por isso, empenho-me em construir minhas próprias alegrias. Delegar essa responsabilidade a outros é um erro colossal. Felicidade não é algo que se terceiriza. E, se há algo que aprendi, é que ninguém inveja o medíocre. Ninguém odeia o irrelevante. Ser verdadeiro, ser sólido, ser “de verdade” assusta muita gente. E gostar de mim é perigoso, porque não finjo. O mundo está cheio de máscaras, e quem não usa uma sempre será uma ameaça.
A maturidade ensina lições curiosas. Às vezes, é preciso silenciar, mesmo quando há muito a dizer. Não porque não se tenha razão, mas porque o silêncio, em certas situações, é mais eloquente do que qualquer palavra. Também aprendi que sou substituível no que faço — qualquer um pode desempenhar minhas funções. Mas quem eu sou, na essência, é insubstituível para aqueles que me amam de verdade. A vida é curta demais para ser o “talvez” de alguém. Curta demais para insistir onde não há espaço para mim.
E, talvez, o maior aprendizado seja este: o que é meu me encontra. Mas não espero esperando. Espero vivendo. Não se trata de passividade, mas de confiança. O caminho certo é sempre aquele que me aproxima do que me faz sentir vivo. Todo o resto é perda de tempo. E, por mais que o ego possa nos levar longe, ele nos deixa sozinhos. A gentileza, por outro lado, constrói pontes. Está todo mundo se curando de alguma coisa que não conta para ninguém. Ser gentil é um ato de coragem em um mundo endurecido.
E assim sigo, com a certeza de que ninguém passa pela minha vida sem deixar uma lição. Algumas pessoas partem, outras ficam, mas todas ensinam. E, ultimamente, tenho imaginado que o que está por vir é maior do que qualquer plano que eu possa traçar. Há um propósito que supera minha compreensão. Por isso, sou bom, mesmo quando o mundo é cruel. Ser bom não é fraqueza; é força.
E, quando percebo que algo não faz diferença, eu paro de insistir. Afinal, a vida é curta, e eu sou a versão mais jovem do resto da minha existência. O que quer que eu esteja pensando em fazer, faço agora. Porque o tempo, esse mestre implacável, não espera por ninguém.
Há uma ironia tão evidente que quase ninguém vê: se um homem vender uma arma a um criminoso, chamam-lhe crime. Mas, se um país vender milhares de armas a um ditador que mata inocentes, chamam isso de comércio internacional.
