Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
O amor é dom de Deus.
O dom de Deus é amar.
O amor não tem olhos,
Só o coração consegue
Enxergar.
O amor vem do céu.
O céu possui o amor.
A terra só tem terço dele,
Mais seus olhos estão cegos,
Ao enxergar somente
O sofrimento e a dor.
O amor não escolhe,
Somos nós que o escolhemos,
Sem percebe que ele é um tesouro,
Que as vezes esquecemos.
O amor sempre vai vencer o mal,
Mesmo que se levante.
É ele quem restaura ,
E nos ergue para frente.
O amor tem o dom de transforma.
E só quem já sentiu,
Descobriu o verdadeiro
Significado de amar.
Minha escolha foi amar, não importa quantas desilusões eu venha a ter na vida. Irei sempre me entregar de corpo e alma, dar carinho, flores, poesia, abraços, beijos, sorrisos, chocolates, vou dar a criança que tenho dentro de mim, dar toda minha paixão. Bom as vezes isso tudo não é suficiente e então vem mais um tombo, mais uma dor, mais uma lembrança, mais uma lágrima salgada e torturante com mais uma frustrante história de amor. Passado então os dias de tristeza, meu coração valente que é sai a rua a procura de um novo amor e alguém que ele posso se encantar e novamente se doar!
Sergio Fornasari
Um dia você percebe que viver não requer justificativas e que amar não é trocar nem receber, é apenas entrega, uma simples e pura entrega e nada mais. Compreende ainda que, na verdade, nada requer nada, exceto um simples fluir.
Quando a mente faz silêncio, você não quer mais saber as respostas, elas não são mais importantes. Você não quer mais saber os motivos, tampouco se importa se há razão. O passado fica lá atrás, no lugar dele, e o futuro lá na frente, no dele. Ambos não possuem importância porque você aprendeu a viver no hoje, o único momento que realmente está disponível para você e que, por capricho do destino se chama presente (e que baita presente!).
Quando você aprende a viver no agora cada experiência se torna nova e única, tal como é, pois nada nunca é igual, nada nunca é estático. Você compreende que é como um rio e que todo o rio há de chegar ao mar, independente da pressa ou da velocidade e que o mar pouco se importa com a pressa do rio, ambos fluem independentemente um do outro e ao mesmo tempo tão juntos.
Quando você opta por dançar, abraçar, viver e aceitar a vida como é e as coisas como são, um novo sentimento habita o peito, a serenidade toma conta e você já não tem mais pressa pois não tem para onde ir, apenas fluir; uma felicidade genuína invade e até no escuro você se ilumina.
O amor tem a capacidade de ser renovar a cada dia, por isso não perca a oportunidade de amar, pois mais vale se arrepender de um amor mal compreendido do que nunca ter amado alguém.
Quando em sua direção, um dedo apontar.
Não desista de você, não desista de amar.
Continue com a mesma dedicação.
Tenha fé em sua missão.
Amar é assim
Colorir o sol...Mesmo que não te aqueça
Colorir as estrelas...Mesma que sem brilho
Colorir o céu...Mesmo que ofusco aos seus olhos
Colorir o mar...Mesmo que esteja se afogando
E colorir o homem...Mesmo que esteja fracassando.
Dinheiro não amar...!!
Dinheiro só ajuda em necessidades e conforto. O homem natural ama o dinheiro isso não preenche o vazio de sua infelicidade..
Se afastaram de mim por não me amar, relevei, pois mesmos nas noites frias foi meu coração quem me aqueceu...
Não sei se um dia vou amar novamente . É tão difícil, dá medo, é arriscado, é perigoso. Mas é libertador. É necessário. É fundamental.
Porque A única parte da gente que não aprende com os erros, é o coração.
Amar não significa aceitar tudo!
O amor nos torna mais compreensivos, mais humanos, mais compassivos, mais tolerantes. Mesmo assim, com uma percepção maior e com tantos sentimentos ligados ao amor, não significa que tenhamos de aceitar tudo ou qualquer coisa. Pessoas que creditam sua incapacidade de dizer não, suas fraquezas, seus silêncios, mesmo depois de serem feridas, suas mágoas, seus perdões, suas humilhações, ao amor que acham ter dentro de si, na verdade, desconhecem que o amor não é um carimbo que torna tudo aceitável..."Ah, eu amo, tenho de compreender...Ah eu amo, tenho de aceitar caladinha...Ah eu amo sou obrigada a perdoar...Ah eu amo, tenho de fechar os olhos e seguir em frente..."
Não! Amar é ter capacidade de enxergar além e dizer não quando se tem vontade e não aceitar se lhe causar sofrimento! Amar é falar o que se pensa e, principalmente, o que se SENTE. Amar é sinceridade, verdade seja ela qual for e nem sempre ela é legal. Amar é intensidade, profundidade, cumplicidade...
E o resto é apego, capricho, covardia, fraqueza, obsessão, medo de ficar sozinho...TUDO menos amor!
Por não saber amar algumas vezes podemos afastar de nossa vida aqueles que mais amamos. Doe seu amor com sinceridade em seu coração a resposta de suas ações sempre veem ao encontro de suas atitudes.
O amor não se cobra , muito menos se exige de outra pessoa , apenas recebemos .
Eu aprendi a me amar ..
Aprendi a me aceitar , mesmo com tantas falhas ,resolvi não me cobrar demais,mas dar o meu melhor á cada dia
Não queria olhar vc..
Não queria te amar.. te amei..
Está difícil resistir,eu sei..
Mas vc não é pra mim...
Já que vc tem um outro alguém. .
Vc nunca poderá me pertencer...
"ONDE NÃO PUDERES AMAR NÃO TE DEMORES"
Sai, corre logo. Afasta-te das ventanias cruéis que ameaçam revirar-te a vida e os sonhos pelo avesso. Aqueles pedaços de histórias rotas e cerzidas, atiradas no cesto de roupas de sorrir — e que já usaste tantas vezes em festas enxovalhadas. Foge das tempestades. Das estradas sem rumo. Das folhas ressequidas, espalhadas em terrenos áridos e desconexos.
Rejeita os lábios que não beijam mais e dos quais escorre apenas amargura, fel e impropérios. Sim. Tranca a porta, os ouvidos, a sensatez e vira as costas sem remorsos para tudo o que te causa mal e tristezas. Teus dias pinta-os com aquarelas leves e doces, mescladas a tons pastel.
As horas não devem ser transformadas inexoravelmente em cinzas, quem te disse? Embora saibamos que se trata de horas mortas, inertes em relógios de parede enferrujados pelo cansaço. Relógios, cujos ponteiros foram derretidos pelos vastos incêndios que se apossaram silentes da tua alma atônita.
Sai! Despede-te rapidamente das águas turvas, habitadas apenas por sinuosas enguias. Não enxergas peixes dourados, nem vermelhos? O lodo não te serve, então. Tampouco a escuridão de um dia sem sóis nem estrelas. As árvores morreram alguns tocos ainda repousam no jardim abandonado. Raízes secas gemem por água. Mas o jardineiro se foi, levando junto com as despedidas os antigos cuidados dispensados ao verde que aí vicejava.
Há esconderijos disponíveis para cultivar a paz. Um sentimento que parece ter escorrido pelas vielas de tempos imorredouros. Olha e te surpreende. Pois há linhas de seda para tricotar novas promessas de amores leves, já nascidos com asas. Amores azuis que flertam com a presença suprema da liberdade.
Se porventura entrares num bar escuro e sujo e perceberes que os frequentadores flertam somente com o álcool mantendo o rosto duro, impassível e macilento. Os olhos de pedra fosca cravados no fundo do copo, no qual mágoas flutuam sobre escassas pedras de gelo, não te aproximes. Abandona o recinto. Pois aí não há amor. Somente amarguras e nostalgias graves e empoeiradas.
Foge também de quem tiver o aperto de mão indiferente e áspero, os sorrisos ausentes no rosto exausto de mentiras, o nariz empinado de arrogâncias vãs.
Despreza indivíduos sem ouvidos, concentrados em lamber unicamente a própria fala. Àqueles aficionados em solilóquios, em discursos sem eco, voltados regiamente para o próprio espelho das vaidades, adornado pelo gigantismo do ego.
Alheia-te também de quem perdeu os braços de abraçar. Esqueceu-se de abrir as janelas para as visitas das alvoradas e lacrou os sentidos para os cantos felizes dos pássaros matutinos.
Os que não regam plantas. Pais que esquecem crianças trancadas no carro, enquanto se deleitam em levianas compras nos shoppings. Não entres jamais em casas onde não se escuta música, aonde o fogão chore de desusos, sem o cheiro vivo do feijão fumegando delícias.
Não te acomodes nunca em mesas sem toalhas, copos, nem talheres, antes destinados a servir convidados sempre ausentes. Ninguém aparecerá para o almoço inexistente. Pois faltam amor e acolhimentos.
Não te esqueças de cerrar em seguida as cortinas do coração para os que desprezam a luz, as cirandas e as crianças. Os que chutam por tédio pequeninos animais órfãos, perdidos a esmo nas ruas. Refuta com veemência as trepadas mornas e maquínicas exigidas pelo marido ou namorado, cujas ardorosas amantes tu intuis, certamente.
O bom sexo demanda uivos gloriosos, saudáveis e selvagens desatinos. Assim, aguarda paciente pela entrega plena e desarmada. Ela virá sem avisos prévios e te surpreenderá com danças e valsas. Recusa de imediato o namoro insípido, porque não há sal que dê jeito em afetos falidos.
Outro alerta: desanda a correr da inveja, do escárnio, do ódio fantasiado de gentilezas em oferta. Todas elas por R$9,99. Este pacote de desmazelos se acumula no enfado e no desamor de lojas vazias. A maldade ronda a vizinhança, se intromete em eclipses, passeia com os pés descalços em imensos desertos brancos.
Mas lá tu não irás, temos certeza, pois falta amor — teu coração já anunciou. Além disso, felizmente também contas com os afáveis sussurros da natureza, que entremeiam tuas histórias e caminhos, sempre rodeados de ideais e de esperanças.
Nota: Crônica publicada na Revista Bula. De acordo com a autora, "a frase-título desta crônica é da atriz italiana Eleonora Duse — falsamente atribuída a pintora mexicana Frida Kahlo e ao poeta e escritor brasileiro Augusto Branco".
...Mais
