Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Você sempre há de encontrar uma saída,mas você precisa ser forte e suportar o peso da Cruz com esperança e fé em Deus.
Há quem confunda uma bela pedra com diamante ao ponto de atribuir-lhe um valor inexistente e sem perceber passa a vida com esta pedra no caminho cujo o papel fundamental é ser um eterno obstáculo na estrada da sua existência
Há sempre
um magnetismo,
entre nós!
Uma eletricidade
que percorre todo
nosso corpo,
antes mesmo
dos nossos lábios
se tocarem...
Mudanças que se agregam há a um sol que brilha.
Identidade perdida, uma vez renascida
no coração de uma poetisa.
Raios solares, nuvens e vento
pensamentos, bons pensamentos...
esperança, beleza e graça.
Vertentes diferentes, unidade, igualdade, Deus,
descobertas,
menina, mulher, poetisa,
o seu sol brilha.
Na mente de quem mágoa há uma grande expectativa, uma certeza quase absoluta de que irá ser retrucado com raiva/ódio proporcional ao erro cometido. Entretanto, quando a pessoa magoada age contrário às expectativas de quem mágoa, ele acaba dando a melhor sentença àquele que lhe magoara; o perdão.
O mundo é pequeno, as pessoas são pequenas, a vida humana é pequena. Há apenas uma grande coisa: o desejo.
"Sempre há, no mínimo, uma razão para se fazer uma pergunta. Mas uma pergunta nem sempre é feita pela(s) mesma(s) razão(ões)."
Mesmo machucado, o amor continua bater a porta.
Mesmo no escuro , ha uma Luz no túnel.
Mesmo no presente , o passado sempre atormenta.
Mesmo vivendo a morte é desejada.
Entre o verde das folhas e o azul do céu há uma imensidão de cores para serem descobertas! Abre a tua mente para as receberes.
Todos os dias há para tudo sempre um novo recomeço, uma nova luz e uma nova rajada de esperança pronta para te levar a caminhos novos e a corações lindos
EM CADA TRAÇO
Em cada traço do teu rosto
Há uma estrela angelical
No hemisfério norte do amor
E em cada letra do teu nome
Há um verso rimado de mim
E quando de ti tenho fome
Tu convidas-me ao pecado
E em cada linha do teu corpo
Tem a luz o desejo da tentação
Que me devora num mágico sonho
Em cada gesto de loucura num poema
Há sempre uma possibilidade, um caminho, uma esperança e espaço para o crescimento espiritual.
É possível que as coisas dêem certo, SIM a gente precisa é de coragem para se amar muito, se aceitar e se tratar da melhor forma possível.
Se ame, se respeite viva bem!
Há sempre alguém precisando de algo e, nós sempre temos algo a doar, nem que seja apenas uma palavra, um sorriso ou um abraço e acredite isso é suficiente para mudar o dia de alguém.
Há uma diferença abissal entre imitar criativamente a linguagem do povão e falar nessa linguagem por incapacidade de manejar qualquer outra. Os santarrões que não percebem essa diferença, confundindo Louis-Ferdinand Céline com Costinha, fazem, ao contrário, imitação kitsch da linguagem culta, ostentando em público a sua ignorância presunçosa sem notar o que ela tem de radicalmente imoral.
Desejos
Há um desejo dentro de mim, uma coisa que me incomoda, me consome, me perturba ...
Há uma coisa indefinida, que me ferve, me levanta, me derruba e me perturba a cabeça ...
Há um desejo que mete medo, me agita, me deixa avoada, me leva às alturas ...
Há uma vontade de realizar, de me projetar, de existir ...
Uma vontade de acertar, erra, bater cabeça ...
Há uma vontade louca de viver ...
Há o desejo preguiçoso de sair sem rumo, sem bagagem e sem conceitos, sem passado, sem presente, sem mágoas, sem cicatrizes ...
Há ainda o desejo de não tocar na ferida, que ela se abre, sangra e ainda machuca...
Há ainda o desejo de amar simplesmente, pelo simples prazer de amar ...
Há ainda um resto de desejo, de saudade, do teu olhar, da tua boca
Há ainda o desejo de te falar tanto ou de não te dizer nada ...
Há ainda um não sei quê, que ainda quero ...
É ... eu ainda te quero ...
Água rasa, passada, em tom de uma melodia pulsante, profunda.
Há cheiro do perfume que o vento levou, numa terra do nada.
Os olhos já não tem chão, e vislumbram as nuances de uma paixão desonesta, perversa.
Qual o sentido? Alva avorada avassaladora, que o tempo há de consumir sem deixar vestígios?
Quantas linhas ainda restarão nestas páginas vazias e insanas?
Paixão de dessabor e desonra.
há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida
pensava eu... como seriam felizes as mulheres
à beira mar debruçadas para a luz caiada
remendando o pano das velas espiando o mar
e a longitude do amor embarcado
por vezes
uma gaivota pousava nas águas
outras era o sol que cegava
e um dardo de sangue alastrava pelo linho da noite
os dias lentíssimos... sem ninguém
e nunca me disseram o nome daquele oceano
esperei sentada à porta... dantes escrevia cartas
punha-me a olhar a risca de mar ao fundo da rua
assim envelheci... acreditando que algum homem ao passar
se espantasse com a minha solidão
(anos mais tarde, recordo agora, cresceu-me uma pérola no coração. mas estou só, muito só, não tenho a quem a deixar.)
um dia houve
que nunca mais avistei cidades crepusculares
e os barcos deixaram de fazer escala à minha porta
inclino-me de novo para o pano deste século
recomeço a bordar ou a dormir
tanto faz
sempre tive dúvidas que alguma vez me visite a felicidade
A nossa sociedade sofre de uma doença grave há muito tempo: falta de compromisso coletivo em todas as esferas sociais, todas as instituições, desde a família: a menor, ao Estado: a maior delas. O corpo social está condenado à décadas porque essa doença é silenciosa e como um cancro maligno vai corroendo-o devagar até que sobre apenas ossos. E sinceramente? Eu creio que para esse estágio falta pouco.
