Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Tenho vivido a vida
Sem saber se ainda
Carrego uma alma.
Há tempos,
Nenhuma paixão
Para enternecer
Meu coração petrificado.
Eu me tornei
Confortavelmente desiludido.
Há muita coisa bonita no mundo. Ser irmão é uma delas.
Nota: Trecho de carta para Elisa Lispector, escrita em 20 de abril de 1945.
...Mais"Com poucos trocados de vida é possível fazer feliz alguém, mas há quem invista uma fortuna emocional só pra fazer entristecer..."
Há certas pessoas que jamais entenderão a importância de uma escola e ou do professor. Tal ausência de conhecimento tem criado uma legião de imbecis e asnáticos.
In, declínio
Há muitos fariseus nos púlpitos evangélicos de hoje. Estão usando máscaras e apresentado uma falsa piedade. Não é de se admirar, visto que a Palavra de Deus nos orienta sobre tais pessoas. Cuidado para não está admirando e bajulando um hipócrita!
*Olhos que brilham*
Conheci uma mulher há pouco tempo, ela tinha olhos lindos, eu nunca a vi pessoalmente, entretanto, através de uma foto que observei por alguns minutos, consegui notar a beleza por trás daqueles olhos lindos...
Aqueles olhos diziam o quão forte ela era, eles traziam consigo uma certa melancolia, era tão sutil, estavam cobertos por uma vontade imensa de ser feliz.
A profundidade desse olhar falava sobre a liberdade, aquele brilho que todos desejam ela tem...
Conheci uma mulher de um olhar único.
"Há uma diferença distinta entre ter uma mente aberta e ter um buraco na sua cabeça do qual seu cérebro vaza."
Sempre há de ter uma música
em que irei dançar .
Sempre há de ter um lugar
em que eu possa morar.
Sempre há de ter um olhar
em que eu possa abraçar .
Sempre há de ter um sorriso
em que eu possa mergulhar.
Sempre há de ter um amor
em que eu possa amar.
Sempre !
Para cada causa há um efeito.
Para cada ação, há uma reação. Para cada boa ação existe um coração cheio de Deus.
Por trás da câmera há uma janela mostrando uma beleza,
Vista pessoalmente, um sentimento indescritível de paz, do sol em seu rosto, de um Deus que nos permite sentir as melhores sensações de sua criação.
Obrigada Deus!!
A Alma Imoral: o ventre da transgressão sagrada
Há dentro de cada ser humano uma centelha que jamais se ajoelha. Um incêndio suave, quase inaudível, mas queima por inteiro os véus do hábito. É a alma. E ela não é dócil. Nunca foi. A alma é a guardiã de uma fidelidade anterior à obediência, anterior à moral aprendida — uma fidelidade à própria vida, em sua urgência de ser viva.
O corpo busca permanência. A alma, travessia. O corpo se acomoda à tradição como quem repousa em um leito estreito, feito por mãos alheias. A alma, por sua vez, acorda no meio da noite, ofegante, desejando mundos que ainda não foram ditos. Ela sabe que há leis que matam o espírito em nome da aparência, e há transgressões que salvam a essência daquilo que chamamos divino.
Ela é chamada de imoral — mas só por aqueles que confundem moral com medo, virtude com imobilidade. A alma não se curva diante do que está cristalizado. Ela se curva diante do que pulsa, do que ama, do que ainda tem sangue nas veias.
Há uma sabedoria feroz em sua desobediência. Quando ela rompe, não é por desdém, é por fidelidade ao que é essencial. Ela rompe para que a tradição não apodreça em seu próprio vitral. Para que a herança não se transforme em cárcere. Para que a fé não se transforme em idolatria da forma.
A alma tem sede de inteireza. Mas não da inteireza que se encaixa, e sim daquela que se reinventa. Por isso, ela abandona o espelho — porque sabe que o reflexo não é realidade, é convenção. E convenção, para ela, é só a moldura de um retrato sem vida.
Ela se recusa a ser um eco. Quer ser gênese.
Ela se recusa a seguir por lealdade cega. Quer escavar o caminho com as próprias mãos, sangrando, se preciso for, mas em verdade.
E assim, escandalosamente viva, a alma imoral atravessa séculos, escrituras, liturgias. Beija o abismo com confiança, abraça a contradição como quem reencontra um irmão perdido. Porque ela sabe: onde há contradição, há criação. Onde há ruptura, há nascimento.
A alma imoral é, no fundo, a parte de Deus que em nós não aceita ser domesticada. É o divino selvagem. O sagrado que diz não — para poder dizer sim com inteireza. É o ventre da mudança, é o exílio da conformidade, é o lugar onde a verdade deixa de ser mandamento e se torna presença.
Não há futuro possível sem essa alma. Não há tradição que sobreviva sem a coragem de sua traição. E não há fé que mereça ser vivida, se não for atravessada por esse fogo lúcido — que arde, rompe e liberta.
Porque a alma, quando imoral, não se perde: ela regressa ao início, onde tudo era ainda promessa.
O que há de falta em uma abstração singela?
Peças de um fragmento quebrado.
O que há de falta em um céu vazio?
Nuvens simbólicas curvando sua partida.
O que há de falta em uma alma?
As barreiras de afeiçoar um novo lado.
O que há de falta em um humano?
Um apreço empático que destrava suas chaves.
A meritocracia é uma construção social, ela só existe onde há esforço para criar condições favoráveis para ela existir. Fora desse ambiente, o resto é disputa por poder.
Angel
ooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Há uma lágrima clara em sua face. Eu sempre te procurei nunca teria imaginado qu nos meus melhores sonhos pudesse
te encontrar. Quero mergulhar no seu
beijos, me embriagar com seu corpo, sinta minha energia ao se aproximar e venha
se apaixonar.
Eu sei que você vive em festa
neste universo infinito o cosmos o universo é o seu paraiso.A noite cai a todo vapor sem sons corpos na rua, estou na solidão baby, estou vagando sonhinho baby procurando um estranho para revelar minha inspiração baby
Sem inspiração na madrugada o dia vai amanhecer
Sei onde você deixou seu corpo my darling mas sua alma ainda é um mistério. Fecho os olhos para ver os segundos passar e descobrir o sentido da vida.
Estou preso na minha loucura angel Sem inspiração devo seguir minha intuição, busca, se eu esperar o pôr do sol será um adeus
Hoje você está rindo sozinho, tragédia anunciada minha alma murmura solidão
O que eu sinto você não sente
O que você sente
Você não sente
O que ansiamos
Você não aspira
Quem são eles entre nós
Quem é você?
Anjo, eu sei onde encontrar você
Anjo, eu sei onde encontrar você
Anjo, eu sei onde encontrar você
Glória glória glória glória glória
Osana nas alturas Osana Osana
Quando as folhas caem no chão de um jardim há sempre uma formiga interessada em carrega-la, ou mesmo o vento se encarrega de leva-la para bem longe, nós porém vivemos dessa mesma forma quando fechamos nossa mente para os problemas e para os defeitos que nos afligem.
Há uma linha bem sutil entre ser bom e ser rigoroso. As pessoas precisam de amor e incentivo, mas não precisam que você faça o esforço por elas.
Estar ao lado, não é estar no lugar e faz uma grande diferença onde você se posiciona!
Há uma grande diferença entre conhecimento e sabedoria. O conhecimento se perde com o tempo, já a sabedoria morre conosco.
Há pessoas sentimentais, outras indiferentes, acomodadas, há, enfim, uma quantidade enorme de temperamentos.
As sentimentais são as que mais sofrem. Para que passem pela vida sem maiores infortúnios, é preciso que tenham meio termo: nem muito sentimentais, nem muito indiferentes.
Existe na vida e nos ensinos de Jesus uma tendência inflexível à simplicidade. Há um impulso resoluto em direção a viver em risco, com um tipo de entrega aos cuidados do Pai que parece loucura para este mundo abastado. Há uma desconcertante atitude contrária ao mundo, uma atitude que tornou Jesus e seus primeiros discípulos bastante úteis neste mundo sem perspectivas. Existe, em benefício do reino, um desprendimento das
coisas, o qual cativa o coração dos discípulos. Senhor, dá-nos este desprendimento. A qualquer custo, livra-nos da escravidão a este mundo e à sua imagem de sucesso e poder. Abre nossos olhos, a fim de percebermos que “aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus” (Lucas 16.15). Concede-nos viver como peregrinos e forasteiros. Fixa nossos olhos na alegria plenamente satisfatória e duradoura de chegarmos ao céu seguindo a senda de amor e serviço do Calvário
