Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Quinze segundos. Esse é o tempo necessário para mudar completamente tudo o que você conhece sobre uma pessoa. Quinze segundos.
A partir do dia em que o homem começa a falar em primeira pessoa, ele passa a pôr seu querido eu na frente de tudo, e o Egoísmo progride incessantemente, sub-reptícia ou abertamente.
Se alguma vez tiver dúvidas entre ficar comigo ou com outra pessoa, por favor, escolha a outra pessoa. Quem realmente gosta não tem 2 opções...
Quer um conselho? Cuidado comigo! Tenho esse rostinho meigo, sou certamente a simpatia em pessoa, mas não provoque o meu lado ruim. Porque eu posso ser ruim, eu posso ser péssima!
Às vezes me sinto bem por ser outra pessoa, uma pessoa totalmente diferente do que eu era, e nesse caso, o novo é algo magnífico, celestial. Não me sinto feia, muito menos bonita, me sinto apenas eu mesma, sei meus defeitos mas também sei do que sou capaz. Hoje me admiro de uma forma peculiar, algo quase inexplicável. Sinto-me diferente, como se tivesse acordado agora de um sono profundo.
"-As vezes, o diabo deixa as pessoas viverem a vida sem problemas, por que não quer que recorram a Deus".
Meu coração pode até ser gelado. Mas eu sempre deixo um cobertor e um chocolate quente pra quem ousar entrar nele.
Girava pela tua cintura, bailarina,
Feito anéis de saturno.
Contando estrelas, nas tuas costas,
Constelações de um céu noturno.
Congestionamento no teu trânsito ativo,
Sempre que eu ia à Marte
Na era de aquário, amor,
Nadei contigo por toda a parte.
Na conjunção de Vênus com tu,
Fui no zodíaco te buscar,
Que a carta de tarô, louca,
Insistia em dizer pr’eu te amar.
E quando nós juntos, corpos celestes,
Expandindo pelo espaço
Choveu meteoros naquele dia, de noite,
Culpa do nosso abraço.
Por que eu tinha que teconhecer? Parece que você foi feito pra mim, parece que você realmente gosta de mim, parece que a gente combina. Mas será mesmo? Por que será que meu coração escolheu você? Será que meu coraçãote escolheu quando a gente tava no maternal?Eu amo a sensaçãoque você me dá de borboletas no estômago, arrepios e coração acelerado, eu amo o jeito que você me olha, mais ao mesmo tempo odeio como me olha, quando você me olha me faz me apaixonar mais ainda. Eu amo pensar em você, mais odeio que não consigo me concentrar porque você é a única coisa que vem na minha cabeça, odeio que quando eu não estou pensando em você,meu pensamento te atrai de novo.Você tambémpensa em mim até dormir? Por que eu penso em vocêaté dormir? Eu odeio o fato que um dia nãovamos mais nos falar, ou será que vamos?Eu amo as suas pintas, as pintas que você tem em cimada boca, eu amo o seus olhos, os seus incríveisolhos, odeio nunca ter te beijado, odeio nãopoder te ver todos os dias, odeio o fato de que nãopodemos ficar juntos.Você realmente me quer? Você jápensou em um futuro comigo? Você me ama como diz amar?Eu amo que vocêtambém quer ter um Pitbull, amo que eu poderia passar horas falando de você sem me cansar, odeio sentir ciúmes de você, amo o fato de poder te contar tudo, odeio que você não me chama mais de baby, mais amo que você me chama de bebe.Por que sou tãoviciada em você, por que o seus olhos tem que ser verdes? Por que eu gosto tanto de ouvir sua voz? Por que vocêé tãopalhaço?Amo quando você diz que me ama, amo quando diz que eu sou seu tudo, odeio que você sabe o fato de que você me desconcentra, amo o fato de ver a vida diferente depois que comecei a gostar de você, amo que meu coração sempre foi aberto paravocê. Oque vocêvê em mim? Por que me entreguei tanto pravocê? Você sabe que eu não vou desistir de você?
Porque eu não vou desistir.
O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.
A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?
Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.
Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?
Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".
O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.
Imagino que uma das razões para as pessoas se agarrarem a seus ódios tão teimosamente é porque percebem que, uma vez que o ódio é eliminado, serão forçadas a lidar com a dor.
O pessimista deve inventar cada dia novas razões de existir: é uma vítima do "sentido" da vida.
Amor.
Uma palavra tão pura.
Com tantos significados e razões para existir, que surge do nada, nos dá um leve gosto e às vezes some sem motivo algum. Muitas vezes confundido com paixão, algo difícil de entender, embora nos esforcemos. Talvez para alguns, quebrar um coração seja mais fácil, do que mantê-lo vivo e aquecido.
Terminalidade
Uma das razões de estresse, é ter diversas tarefas a concluir ao mesmo tempo.
inadequadamente, interrompemos a tratativa de um problema, para nos engajar na tratativa de outro.
Tornando-se, por vezes uma bola de neve, uma situação favorável ao estresse.
Devido Mecanicidade, muitos acabam acumulando tarefas que se transformam em problemas, por não saberem distinguir o urgente do prioritário.
Tudo pode ser igualmente urgente, mas aquelas que, se não forem concluída a tempo lhe causarem maiores danos, desconfortos ou prejuízos, são as prioritárias.
Portanto Conclua as prioritárias e só depois passe para as urgentes e as demais.
As vezes, não se trata de volume de soluções encontradas, mas quantas prioritárias foram deixada pra trás, pois São essas que geram estresse.
Nos dias de hoje, cada vez mais, acentua-se a necessidade de ser forte. Mas não há uma fórmula mágica que nos faça chegar à força sem que antes tenhamos provado a fraqueza.
Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas.
