Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Não há nada mais firme que os olhos abertos de uma mulher quando enfim consegue enxergar que o que tinha era dependência emocional por um traste.
Não seja aquele bobo que onde há uma festa, quer sempre um lugar; seja paciente, deixe ver quem são seus amigos, pois ninguém sustenta duas caras.
Há um lugar
Carrego uma terra inteira dentro do peito, não feita de mapas,
mas de lembranças que
insistem em voltar.
Há um lugar onde tudo soa mais vivo, onde o vento sabe meu nome
e o silêncio não pesa.
Aqui, as coisas existem,
mas não me reconhecem.
O céu é o mesmo, dizem,
mas não brilha igual ao
que mora em mim.
Sinto falta até do que nunca toquei,
porque a ausência também aprende a criar raízes.
Que eu não me perca antes de voltar,
nem desaprenda o caminho daquilo que me forma.
Que eu ainda veja,
nem que seja por dentro,
o lugar onde meu coração repousa.
Porque há saudades que não pedem distância —
pedem reencontro.
Às vezes sinto uma tristeza profunda. É uma tristeza que não há explicação. Enquanto as lágrimas teimam em cair, eu as retenho para que a alegria tome conta do instante.
Entre amor e siúme há uma relação de semi-relação porque não há amor sem siúme mas há siúme sem amor.
A relação que existe entre a distancia e saudade é uma relação de coorelação porque não há um sem o outro.
Dizem que no coração de uma mulher não há lugar para o medo... Então o que elas sentem quando estão perto de um rato, sapo ou barata?
“Quero ouvir uma qualquer-quase-palavra tua, pretenção ou passageira vontade de me dizer que não há nada no mundo melhor do que eu e você. Mas se for pedir demais, eu peço pela gente, volte e devolve a sorte que levou daqui e traz consigo todas as partes que de mim retirastes e aderistes as tuas mãos e já que não tens a intensão de ficar, nao os vai usar pra ser em vão, deixei-os em meu coração, para que sirvam em alguma outra vez, se é que me surgirá a coragem de um novo recomeço, a partir do nosso tropeço em falsos amores espatifados sob os nossos passos, impedindo-nos de amar, reamar, nos amarrar. Pra sempre.”
Há uma lógica universal que ainda não entendi: existe uma relação consistente entre bebé, telemóvel e sanita, tal é que os bebés de todo o mundo são sempre impelidos a jogar o telemóvel na sanita.
O livre arbítrio não existe, há uma conspiração da natureza, nesse espaço natural não existe certo ou errado. Existe apenas a livre expressão do ser!
Há coisas na vida que não explicam. A dor dura uma eternidade pra se curar e a felicidade é passageira e apenas um estado imaginário mais apesar de tudo, dos altos e baixos da vida não deveremos deixar de acreditar nunca de que depois de uma longa e tenebrosa tempestade, o sol sempre brilhará...
