Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Ahhh sim! Por tudo, lhe peço: Tenta não se acostumar sem mim! Mesmo estando perdida em mil oásis de distância...em mil versões de um amor irreal das quatro estações...em mil desculpas pelas quais precisaríamos desistir de nós dois. Mesmo com tantas razões, só vc consegue me encontrar em qualquer temporal e nada se compara quando esse momento acontece. Muitas vezes, por você me perdi, em sãs desilusões de meus ideais sem fim, mas ao mesmo tempo, sei que sabes quem sou. Então, por tudo, lhe peço: tenta não se acostumar sem mim! Sei que podes me esperar...mesmo quando me desencontro...Me perco em ti...Perco o foco...Perco o chão...Perco o caminho...Perco os sentidos. Eu perco até o ar, mas logo me reconheço ao ser tocada apenas com o teu olhar, que me guia de volta até você. Neste amor sem fim...que me ajusta, me equilibra, me transforma, me faz ser quem sou quando estou junto a ti. Assim, por tudo, lhe peço: tenta não se acostumar sem mim!
" Mil cairão a meu lado! Dez mil a minha direita. .." E eu?
Eu cairei também pois não sou melhor que ninguém!
Se dois mil e quatorze não foi como você queria que fosse, que em dois mil e quinze você vingue, e comece janeiro com o pé direito, deixando no ano passado tudo de errado, e levando pro dia primeiro só o que for verdadeiro.
Para um bom entendedor poucas basta mas pra o falador mil palavras não são o bastante...#curti#
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""Nossa fé não deve ser fundamentada
em ver para crer,mas em crer para ver.
pois os milagres só podem ser realizados
quando os olhos humanos se fecham
e se abrem os olhos espirituais....""""
Prefiro mil vezes, não ser considerado normal por esses loucos e sistemáticos da sociedade ... Além de loucos e robóticos, vivem em módulos e padrões morais pré-estabelecidos por governantes e religiosos inescrupulosos.
Bilhetinho para o Amor
Por favor, Amor, eu já lhe disse mil vezes e você parece não entender:
"Venha só quando houver vagas, senão você causa uma confusão danada pro meu coração, que é por natureza um bundão, e pra ti nunca sabe dizer não!"
Ass: A Indecisa
E mesmo que eu tenha errado mil vezes, se eu não for capaz de me perdoar, não terei a chance de acertar uma única vez!
Pego-me na alta da madrugada, pensamentos a mil,
e todos carregam seu nome.
Não sei o que acontece comigo,
Talvez eu carregue a ilusão em meu peito.
Ilusão de que algo possa vir acontecer.
Porque? Porque ser tola a tal ponto?
Pergunta a razão:
Menina, será que não passastes sofrimentos o suficientes?
Responde o coração:
Ela só quer uma chance de ser feliz.
Pergunta a razão novamente:
Mas, será que vocês não viram que não ia dar certo?
Responde o coração:
Ela sempre ouviu dizer que a esperança é a última que morre.
No final da história, a menina se encontra só, na alta da madrugada se perguntando porque? Porque, passar por tudo isso?
E nesse dilema, ela segue a vida.
"Posso até tentar entender aquele que não ajuda, mas sei que, mesmo existindo mil vezes, jamais compreenderei a mente daquele que atrapalha".
O dinheiro é necessidade não pode ser o principal, pois do que adianta mil na conta com caráter de um real
É bem possível desacompanhar-se de umas cem mil coisas tidas hoje como necessárias, mas não, não é possível viver bem desacompanhado desta coisa única: alguém. Viver na companhia de outrem em vez de entre coisas, no entanto, é estar ao lado de uns cem mil "não, não quero", "não, não vou", "não, não gosto", "não, não dá", "não, agora não"... Que fazer, então, quando ainda por cima os "sim, é claro" ou os "claro, agora mesmo", contrapesos fundamentais, não mais se fazem ouvir? Bem, não sei: cada laço faz suas curvas, volteios, voltas e revoltas. Dificílimo - e errado - generalizar. Não obstante, talvez se pudesse dizer que o refúgio naquelas cem mil coisas, ao nos distrair dos problemas sem resolvê-los, piora inacreditavelmente a situação. Nota-se aqui a falta de alguém: que tenha a virtude, o desejo ou a disposição - o amor - de ir buscar no fundo de cada "não" o "sim" que ele encobre. Que fazer, pois, e em tais casos, senão isto: usar dia a dia os olhos e ouvidos a fim de descobrir, em meio às mil distrações e rotinas todas, e antes de tudo em si mesmo, alguém.
Já te odiei por mil duvidas ou mais e hoje não te odeio nem me lembro de você, você foi como a primeira tempestade de quando agente ainda é criança agente passa por ela e quando crescemos é como se nunca tivesse acontecido!
Em dois mil anos, a humanidade nos entenderá. Não por reconhecimento, mas por ternura. Como filhotes afagados em um carinho distraído de nossa profunda fobia irracional.
