Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Não bajule pessoas que você não seria elas se estivesse na mesma posição, isso é uma perda de tempo. A incompatibildade de gênios vai falar mais alto no futuro.
Soneto à Diana
O sabor tão amargo de uma vida,
não me privou desta quimera doce,
uma jarra de crítica ferida
que hoje brinda uma paixão precoce...
Cativo desta saudade regida,
fenecer na clausura achei que fosse,
barganhei com teus seios a saída,
tornei-me mais ainda tua posse...
Tocaste-me, anjo, a carne consentida
na compulsão por ti só requerida,
domaste-me, lasciva, em sedução...
Com suas cifras vivas e fundidas,
maestrina destas notas tão ardidas,
soubeste me tornar composição.
A felicidade é um estado de espírito
É uma escolha
Não objetifique sua felicidade em pessoas porque certamente você irá se decepcionar
Entre ser e não ser
Escolha ser feliz hoje porque o amanhã só Deus sabe...
O Natal não é apenas uma festa e convívio entre familiares e amigos, ele é um estado de espírito que transborda a fé e a esperança dentro da mágica de saber que nasceu o Salvador, menino Jesus.
Feliz Natal, muito dentro do coração do que fora dele !
Se o horizonte pode fazer a vista parecer tão bela, isso eu não sei dizer, mas, uma vista, tão bela, pode enxergar um lindo horizonte!
Cheguei a um ponto em que eu não acredito mais em promessas
Porque eu já sei que uma hora mais cedo ou mais tarde irar ser quebrada.
Expressa composição
Escrever uma cantiga bem cantarolada, como uma moda de viola, não se expressa tão facil com as cordas de algum instrumento e nem com o giro de um disco de vinil....
Esse sentido tem nome e jamais terá sobre nome.
Música!
Me peçam uma composição na área baseada com as badaladas do tinído do meu violão....
Peçam-me!
Peçam-me o que quiser que dou minha obra de arte já com atoada que centila o verso do refrão....
Melodias, melodias que tomam horas dos meus dias.
Modilho engarrafado, tangido no tango e com um aguardente bem preparado...
Não sou tão musical, acho que a música é que me é!
Não sei dizer como vai ser a interpretação.
Solfejado, sou torturado no som da acordeon....
Uma variação, com retângulo, no ângulo fora do triângulo, com um tic-tac improvisado e harpado com as cordas do coração....
Medidas variáveis, frequência máxima na modulação.
E por favor,
Sem nem uma acentuação....
É isso aí, meu adoidado violão!
Como podes fazer isso?
Esse teu poeta chora tanto que vai voando nos malabarismos mudando as notas musicais.
Ele escreve o que nem sabe,
Só voa nos embalos da sua imaginação....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Se uma vida não for suficiente para restabelecer verdades, outras haverão de acontecer. Assim é a lei de causa e efeito.
Não é necessário uma guerra para se ter terra arrasada, basta eliminar as suas indústrias e áreas verdes e o resultado não é outro.
O pedido de uma ajuda não te pode levar a pensar que não terás mérito no teu sucesso. Olhe para as ondas, por vezes, para atingirem grandes magnitudes, precisam da ajuda de factores externos mas nem com isso ela deixa de ser onda diante dos olhos do ser humano.
Deuses são para os fracos e acovardados que não aguentam uma dose de realidade. São amigos imaginários que proporcionam ilusório conforto.
Em uma noite gélida, calma como o mar, nos banhando pelas luzes da cidade. Olho para o céu e não vejo a lua. Embora nao tenha uma nuvem no céu, elas ainda se escondem. Assim como nós, o falso brilho nos apagam. E eu me questiono... Aonde estarão as estrelas?
Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.
Eu passarei o natal de uma forma natural o que vier ta perfeito
tenho a me como companhia e não preciso de ninguém
Feliz Natal Para Vocês
