Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Talvez tenha sido breve, o momento não se repete.
O que passou, passou!
Possa ser que uma nova oportunidade aconteça, mas não será aquele momento que você deixou passar.
A mente está presa ao passado, não vive o presente e idealiza um futuro sem resolver a doença mental a qual está submetida.
O medo de tentar e dar errado está tão empregado, que a auto sabotagem já se sobressai sobre a vontade de começar.
Mentes vazias, mentes ocupadas de um lixo tóxico chamado passado.
Você nasce sem saber nada e morre tentando aprender, mas em nenhum momento tentou se conhecer.
Islene Souza
Minha fé em Deus
Para seguir uma religião, independentemente de qual seja, não é preciso frequentar um templo para praticar sua fé. Você pode fazer orações em qualquer lugar onde estiver, sem precisar ir a um local específico. Eu tenho minha crença em Deus e faço minhas orações em silêncio, seja no trabalho, em casa, na rua ou onde quer que eu esteja. Sempre que posso, dedico um momento para orar silenciosamente, direcionando minhas palavras a Deus.
É reservado a uma mente impessoalíssima a dádiva de entrever que até mesmo a oxítona não passa de uma proparoxítona em sua essência.
Na vida, tudo é uma grande ilusão! Você não tem nada, você não é nada. Somente vive e se alimenta de seus devaneios!
"Triste é aquele que não consegue ter a certeza da sua salvação! Uma das maiores crueldades da vida é viver na incerteza. Eu tenho a certeza da minha salvação por meio do plano de salvação de Jesus. Não se trata de mim, mas d’Ele, que me ressuscitou dentre os mortos, mesmo estando eu ainda em vida."
Antes que você diga qualquer coisa, sua imagem já contou uma história inteira. Goste ou não, você está sempre falando — até em silêncio."
— Purificação
Felicidade não é um destino final, mas sim uma jornada. Procurá-la seria, de fato, o cúmulo da tolice, como um homem que busca as chaves de casa enquanto já as tem no bolso.
INCRIADO
O Incriado não é uma coisa.
Não é uma entidade.
Não é o universo.
Não é Deus como os homens costumam imaginar.
Não tem forma, nem nome, nem começo, nem fim.
O Incriado é anterior ao Ser.
Antes do tempo. Antes da luz.
Antes de haver qualquer dualidade.
É o que não nasceu e por isso não morre.
É o que não foi feito, e por isso é puro.
É o Silêncio que não precisa ser preenchido, porque é pleno por si.
Não tenho a mínima dúvida de que Jesus Cristo perdia outra vez se fosse a uma nova eleição com Barrabás.
"A naturalidade do meu ser florescendo ou murchando, não me faz uma planta e ter raiz no seu ou em qualquer outro jardim. Ainda assim de coração em coração rico em sementes, germino com o amor em cultivo os meus melhores frutos."
Existe uma definição de poder, a confiança não se imprime em papel.
Ela se constrói ao longo do tempo em vivência, a confiança se faz ao grito.
Mostrando que associa a responsabilidade.
Capitando a essência da indústria individual conectada em uma pessoa.
É preciso apenas um gesto de simplicidade e respeito respeito
🧠 Reflexão do dia:
Saber e não falar é uma arte. Ter prova e não mostrar é poder. Às vezes, o silêncio vale mais do que qualquer confronto. Deixo a dúvida no ar, a pessoa achando que me engana, enquanto eu observo tudo de longe. Mostrar que sei? Pra quê? Prefiro ver a inquietação de quem nunca vai saber até onde eu sei.
👁️🗨️ Disfarce é defesa. Mistério é ataque.
Uma religião que sem hesitar declara guerra à razão não resistirá contra ela a longo prazo.
Chamo de "falta de emoção" aquilo que ainda não sei nomear.
É uma presença vazia, um sentimento sem forma, sem cor, sem raiz.
Não sei de onde vem, tampouco o que quer me dizer. Só sei que se instala. Silenciosamente.
E fico esperando que passe, como se a alma respirasse por impulso até que outro sentimento mais forte venha e ocupe seu lugar.
No meio desse vácuo, me torno mais analítica.
Começo a observar o mundo com olhos mais calmos, como se tudo ao redor pudesse me ensinar algo sobre mim.
Foi assim que reparei em meu gato.
E nele vi, não um animal de estimação, mas um reflexo.
Demorei a tê-lo. Não por falta de vontade, mas por resistência alheia.
Quando finalmente chegou, entendi de imediato por que sempre o desejei.
Gatos são estranhos à espera.
Amam a rotina.
Buscam afeto, mas apenas quando o silêncio pesa demais.
Percebi que éramos semelhantes.
Sou alguém que demorou a entender o que é afeto.
Guardo sentimentos em caixas seladas, como quem tenta proteger o mundo do que sente.
Mas quando a caixa cai, o estrago é incêndio: tudo arde de uma vez só.
Gatos, ao menos, não fingem.
Eles sentem e demonstram.
Se querem carinho, pedem.
Se algo muda sem aviso, se retraem.
Mas quando estão bem, vibram com uma intensidade que ninguém consegue conter.
São fiéis à própria natureza.
Talvez meu gato seja assim porque herdou a minha essência.
Talvez ele apenas a reflita com mais pureza.
Ele me ensina, com cada olhar e cada silêncio, a ser mais sincera com o que habita em mim.
E é aí que reside a beleza:
na humildade de aprender com o improvável.
Na coragem de admitir que a vida nos ensina pelos cantos.
E que crescer é, muitas vezes, parar de tentar entender tudo e apenas sentir.
Afinal, somos eternos aprendizes.
E o mundo, uma sala de aula infinita.
Aprendemos nos gestos mínimos.
E crescemos quando deixamos o orgulho ceder lugar à verdade.
Esse é o caminho:
ver com a alma,
sentir com o espírito,
e reconhecer, na simplicidade, a grandeza de viver.
O cansaço da ansiedade não vem da luta, mas de passar o dia inteiro se preparando para uma batalha que não acontece.
A dor corta.
Mais fria que o gelo, mais afiada que uma katana.
Não chega com ternura, nem com piedade.
É indesejada como a visita inesperada de um parente distante, aquela que ninguém quer receber.
Ela desnorteia, faz tremer de raiva só por existir,
e, paradoxalmente, agradeço por sua presença profunda.
Não a entendo, nem a expulso.
Mas sinto sua força e sei: ainda estou viva.
A dor é ambígua;
vazia e completa,
forte e frágil,
louca e sã,
eterna e fugaz,
calma e tempestade,
causa e remédio,
amiga e inimiga,
indesejada, porém essencial.
E a ela eu agradeço.
Porque só me levanto após a queda;
como pérolas que nascem da ostra que sofre,
porque só aprendo quando sinto.
A dor não é amiga, mas tampouco inimiga.
É a mestra silenciosa que me ensina a ignorá-la,
e, ao mesmo tempo, a conviver.
