Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Na adversidade dos nossos melhores amigos, há algo que não nos desagrada.

Há gente que concede que lhe roubem seja o que for, com excepção daquilo que não possui: honra.

Não há contradição entre disciplina e iniciativa. São o complemento uma da outra.

Para as almas dotadas de boa vontade, não há na vida um minuto que não tenha o seu dever.

Há pessoas cuja vaidade interfere em tudo quanto fazem, mesmo nas leituras.

Nunca há suficientes circunstâncias atenuantes para os crimes dos pobres.

Se há homens cujo ridículo nunca se tornou evidente, é porque nunca procurámos bem.

Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que é preciso corrigir muita coisa; a segunda é que não se deve corrigir demais.

A morte, que há-de vir para todos, chegará nobremente se dermos as nossas posses e a nossa vida para ajudar os homens a viverem.

Há por vezes tolos com graça, mas nunca com juízo.

Não há nada como o poder para realçar nossas fraquezas.

Há três categorias de homens: a) os que contam a sua história; b) os que não a contam; c) os que não a têm.

Não há nada mais raro no mundo que a vontade; e, no entanto, a escassa porção de vontade que é concedida aos homens chega para virar todos os seus juízos.

Não há sociedade possível sem o dever, que compreende a justiça e a caridade.

Não há nada mais inútil do que uma máxima geral.

A fé é um condão. Mas o bom trabalho, no amor do ideal, dá a fé. Não há trabalho no sentido verdadeiro sem fé.

Só a instituição durável fez subsistir o que há de melhor em nós.

O mais profundo duma palavra é o que há nela de sagrado. Deus tê-la-á dessacralizado quando com ela criou o mundo. Mas nós sacralizamo-la de novo quando o recriamos com ela.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

Há artistas desajeitados, não há estilos desajeitados.

Há invejosos que parecem de tal forma acabrunhados pela nossa felicidade que até quase nos suscitam a veleidade de os lamentar.