Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
O segredo da Felicidade consiste em entender que nesta Vida não há nada que não nos retorne!
Então entendendo isso não tem por que sofrermos!
Doe aquilo que tanto deseja receber.
Se quer ser Feliz vibre alegria por onde passar.
Se quer ter saúde, tenha pensamentos e atitudes saudáveis.
Se deseja o Amor das pessoas, ame as pessoas ao seu redor.
Se deseja ser ajudado nos momentos difíceis, ajude a todos que tiver oportunidade.
Não faça ao seu próximo aquilo que não quer para você "Já nos dizia Jesus"
Perdoe pois, pois sempre precisamos de perdão, por que a cada instante estamos fazendo alguma coisa que precisa ser perdoado.
E quando momentos difíceis aparecerem, passe por ele com determinação, força, e sempre dando o melhor de Si.
Por que tudo aquilo que acontece para obter aprendizado nesta existência , quando passamos com revolta e sofrimento, não tem valor nenhum para a Vida.
E essa lição volta a se repetir..
Então tá ai meus amigos!
Se não acredita, comece a praticar!
Ser Feliz está em nossas Mãos!
Só que há um problema: a mulher imoral também surpreende - apesar de seu comportamento não ter nada de Cristo e a sua testa mostra isso. No caso da mulher exemplificada na Bíblia ela leva o nome de mistério na testa e de início parece até ser uma mulher admirável... Mas, levando em conta que uma pessoa misteriosa é cheia de segredos pois esconde alguns assuntos e, isso gera um suspense você conseguiria confiar ou viver em sossego com alguém que usa máscaras? A Bíblia diz que Rebeca quando aceitou casar-se com Isaque saiu da casa de sua família montada num camelo para encontrar o futuro marido, um animal que é apto para transporte e fornecedor. Porém, a mulher imoral ela também sai de onde está montada numa besta que é uma fera de sete cabeças (o que de início até parece inteligente - mas, não é!) e, dez chifres - imagine o perigo!
No normal um território existe para ser povoado - agora imagine um território que assim devia ser habitado de repente ter uma queda, além disso, imagine que a queda desse lugar vai acontecer por que entre diversos motivos um deles e o principal foi a escolha montada e errada de uma mulher que se assentou sobre uma má influência (que buscou homens para satisfazer e seus caprichos e vaidades, que se embebedou de toda a podridão e escolheu viver em um mundo desonesto, desequilibrado e misterioso). Essa mulher se preocupou (infelizmente com as coisas erradas) no fato bíblico foi com a aparência, que até era apreciável pois seus vestidos eram de púrpura e escarlata, adornava-se de ouro, pedras preciosas e pérolas (podemos chamar de mercadorias já vistas anteriormente) mas, nada disso mudaria o que aquela mulher era dentro dela: uma mulher dominada por influências negativas. A Bíblia nos mostra que ela foi usada, abusada, enganada e consumida para nunca mais. Através de pessoas escravizadas por não pensarem por si mesmas territórios deixam de serem habitados - por que ninguém quer morar com espíritos podres. Sulamita tinha o conhecimento que suas mercadorias eram fruto de sacrifício (ou seja era preciso semear senão não teria fruto) já a mulher imoral perde 'as suas mercadorias de ouro, prata, pedras preciosas, pérolas, linho fino, púrpura, seda, escarlata, madeira, caso, bronze, ferro, mármore, perfumes, alimentos, criações.'
Para Cristiano Araújo
O uirapuru há de calar sentido
Lembrando do menino que partiu tão cedo
Pequeno tempo pode ser vivido
Pelo cantor que se jogou sem medo
Nos braços de uma plateia embevecida
Ficando a voz num ressoar de asas
De Anjos e Arcanjos que o receberam
Lá no alto, patamar de glória.
Verá o mito toda a sua história
Desfiar nas bocas tantas que o amaram
Partiu... Que pena...
Quanta dor!
Fica a saudade
Que nada mais é do que a lembrança
Recheada de amor.
Oh, doce Carmélia, tua falta me enche de esperança que não quero ter, pois sei que agora, não há mais retorno de sua parte nem contorno em minha arte que possa desenhar tua feição, já que meu coração está completamente pelo avesso e por isso, não me lembro se mereço uma lembrança. Tua ou da lua, que seja cheia, não viria inteira. Viria meia e de metade já me basta a incompleta verdade de que não há realidade para o amor e nem eternidade para a morte.
Uma vida sem esperança é uma vida perdida. Se não há pelo que esperar e ter fé, não há sentido em viver. Portanto é indispensável apostar no dia seguinte, no outro e infinitamente em todos os outros. Tenha fé em Deus, Ele tem algo pra você lá na frente.
Palavra de ordem: paciência!!!!
A grande façanha de um líder é conhecer seus liderados e posteriormente ceifar o que de melhor há em cada um deles.
A vezes agimos pela razão e como tratores passamos por cima de tudo...
A frieza toma conta e não há sentimentalismo...
O gosto do mel se torna amargo e a vida salgada...
A renúncia do romantismo impera e o dissabor da racionalidade causa depressão...
Agora não adianta se perguntar e tentar descobrir o que deu errado...
Diálogo com Fernando Pessoa.
Mote
Quanto do sal que há no mar
São lágrimas de Portugal?
Voltas
Pessoa li o teu versar
Da quantidade de sal
Que há nas águas do mar.
Um pouco era natural
Um pouco era lacrimejar.
Era dor, saudade e tal.
Quanto do sal que há no mar
São lágrimas de Portugal?
Porque é preciso lembrar
Do negro a chorar na nau.
Da viúva em pranto a fitar
Seu homem arrancado do local.
Podemos então concordar
Nesta questão crucial
Que nem todo o sal do mar
São lágrimas de Portugal.
Fernando é preciso falar
Do indígena tropical.
Que muito esteve a prantear
Por ser tratado tão mal.
Então se pode afirmar
De modo justo e imparcial
Muito pouco do sal do mar
São lágrimas de Portugal.
Há um lugar pra chegar,
Há uma ponte que te levará pro outro lado,
Há um sonho, uma voz dizendo, os teus sonhos também são meus vou te levar, te conduzir e quando você alcançar, saberás que em todo o tempo eu estive do seu lado é tão bonito a gente desenhar um sonho ao lado de alguém, de olhar no fundo do olho da pessoa e saber que é ela isso é único e que nada mais existe?
Não há idiotice maior do que repetir os erros do passado. É como se uma pessoa propositalmente trocasse seus formosos e límpidos sonhos por macabros e pútridos pesadelos.
AMIGOS DE SEMPRE
“Quem tem muitos amigos pode congratular-se, há amigos mais chegados do que um irmão”.
Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida, para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais.
Perdoem-me os demais amigos que vieram depois! Mas, não fiquem tristes, nem por isso, sois menos importantes.
Vivendo há muitos anos na terra das Alterosas, isolei-me de muito, dos ternos amigos de Campos Belos.
Quando retorno à minha região de origem, ainda encontro-me, com alguns “amigos de sempre”; mas outros, infelizmente não.
E, aqueles que não os veremos jamais:
por já terem ido para o outro lado da vida. Olha que já perdi muita gente boa, da cidade que me viu crescer. Mas, paciência, isso faz parte do ciclo natural das coisas.
Dizem que eu também estou na fila... Eu nem sabia disso. Se for verdade, espero ser o último.
Sou muito gregário. Adoro manter e fazer novas amizades a cada dia. Para ir repondo na medida do possível, as perdas irreparáveis, desses seres iluminados que, nos vão deixando, ao longo do tempo.
Cada amigo de minha terra, que parte para a eternidade, é um baque inquietante que sinto, dentro do meu já, tão sôfrego coração. E, somente com o tempo me sinto mais aliviado um pouco.
Outro dia, ao acessar o blog do jornalista Dinomar Miranda – faço isso todos os dias. Essa plataforma é um espaço de grande utilidade, não somente para o povo da região do Nordeste de Goiás. Sua importância transpõe fronteiras. - E, ao deparar-me, no topo da página, com a foto e a noticia da morte trágica do Jacinto da Costa Madureira, filho de Estevam e Iram, não pude me conter: chorei muito!... De maneira tal, que os transeuntes que passavam na rua, ouviam o meu lamento.
No último retorno ao meu reduto familiar, agarrei-me a oportunidade de rever um grande amigo de infância, que há mais de 37 anos não a via. – O Claudionor, filho de Chico Pedro, um dos primeiros pedreiros profissionais da cidade; que construíra uma das lojas de papai na Rua do Comércio, e um dos primeiros atletas do famoso e memorável time de futebol amador da cidade, o Campos Belos Futebol Clube (CBFC).
Num domingo à noite, um dia antes do meu regresso a Minas Gerais, Adão, seu irmão, me ligou para avisar-me, que o dito amigo das antigas,estava na cidade.
Nem jantei direito, e corri para vê-lo. Afinal de contas era uma oportunidade única de matar uma grande saudade.
Alegramo-nos bastante nesse encontro!...
Mas, não foi possível por toda a conversa em dia, em tão pouco tempo; nem bem começamos a parlamentarmos, fomos interrompidos por um telefonema inesperado: era o vice- prefeito municipal, diretor e radialista de uma Rádio Comunitária local, Zé Cândido Cardoso, outro amigo nosso, de infância.
Não parava de conversar e nem o crédito do seu celular, acabava; e quando soube que eu estava agarrado de prosa com Claudionor, aí pronto:
fomos intimados por ele, na mesma hora, a comparecer à sua residência, sob o risco de não alcançar, em seu tribunal, o perdão devido, caso não o atendêssemos.
E, como não se convence uma autoridade constituída, muito facilmente...
Restou-nos, naquela mesma noite, acatar as ordens dadas. Apesar das horas avançadas – já eram quase vinte e três horas.
Para a minha surpresa, fomos recebidos com as honrarias de Chefe de Estado. Como fazem verdadeiros líderes, com seus ilustres convidados.
Ainda se recuperava de um delicado problema de saúde, e se mostrava muito otimista com a vida e seus meandros.
Falou-nos de sua atuação na política local, e sobre seus projetos para o bem comum de todos, da comunidade em que vive e atua.
Demonstrou muita sensibilidade com a cultura literária local: ao relatar-me que lera no ar, em seu programa “Manhã Sertaneja”, na Rádio, um dos meus artigos jornalísticos “O pôr do Sol em Campos Belos”, publicado no Jornal O Vetor de Roberto Naborfasan, veiculado em 03.06.2015.
E, ao colocar alguns livros de escritores da cidade e região, sobre uma mesa imensa na varanda de sua casa; discorreu sobre o conteúdo de cada um, que incluem relatos inéditos, sobre a rica história de Campos Belos - GO.
E, concluiu o fechamento da prosa, desta vez, nos convidando a estarmos no seu programa na Rádio Atividade FM, 87,9 às sete horas da manhã do dia seguinte.
Mais uma vez, não pudemos deixar de comparecer... Apesar de tentar me esquivar: com a alegação de não ter preparado, previamente, algo especial para ser discorrido no evento.
Na Rádio, falamos um pouco sobre a nossa infância, na terrinha; e falei também sobre a minha trajetória de vida; incluindo, Formação Acadêmica, e Produções Literárias.
Para não fugir a regra das boas relações: o presenteei com duas Antologias em que sou um dos autores: “ANELCA em Prosa e Verso”, 8° Edição 2014, da Academia Nevense de Letras Ciências e Artes; e “ALB Em Prosa e Verso” 1° Edição 2014, da Academia de Letras do Brasil (ALB-MG/RMBH).
E, como os diletos ouvintes, desta tão conceituada Rádio, não poderiam ficar de fora, disponibilizei também, dois exemplares das obras acima, mencionadas; para serem sorteados a eles.
Viajei feliz da vida, de volta, ao reduto dos mineiros; com as energias renovadas, pelo reencontro com os velhos amigos.
Continuo cada vez mais convicto, de que, o lugar dos “os amigos de sempre” é mesmo “do lado esquerdo do peito” como diz um dos cantores, que iniciou sua trajetória musical no Clube da Esquina.
Ainda é tempo de plantar a alegria, a amizade, a fraternidade; pois, o maior patrimônio de uma cidade é mesmo o ser humano. E os amigos que nela conquistarmos.
-16.04.16
Chuva na janela
Há quanto tempo esperava por você.
Chegou hoje, de repente.
Bateu na minha janela bem devagar...
Notei sua presença pelo seu aroma.
Bem característico, é difícil não notar.
Você me trouxe bons ares...
Senti um frescor no ar.
Que saudade de você minha querida ...
Vem minha noite refrescar.
Rega as plantas no jardim,
Lava a rua, limpe as calçadas...
Encha os rios e desça até o mar
Chove chuva, chove sem parar!
Exercícios de Silêncio
Só no silêncio podemos encontrrar Deus.
Há áreas em mim que precisam chegar ao silêncio:
• Silêncio da fantasia: Silenciam as emoções, silenciam as tristezas; silenciam as vãs ocupações dos pensamentos.
• Silêncio da memória: O passado, as queixas vãs, os azedumes silenciam. Lembrar apenas as provas da misericórdia de Deus.
• Silêncio do coração: Silenciam os desejos, as antipatias silenciam, o amor silencia em tudo o que tem de exagerado.
• Silêncio do amor próprio: Silencia o olhar para o próprio pecado, para a própria incapacidade. Silencia o autolouvor. Tudo o Eu humano silencia.
• Silêncio do espírito: Fazer silenciar os vãos pensamentos. Favor silenciarem as considerações sutis que enfraquecem a vontade e levam ao estiolamento do amor. Fazer silenciarem todas as buscas de anseios próprios.
• Silêncio do julgamento: Silêncio no tocante às outras pessoas: não julgar.
• Silêncio da vontade: Fazer silenciar as angústias do coração, as dores da alma. Fazer silenciarem os sentimentos de abandono.
• Silêncio consigo mesmo: Não escutar a si mesmo, não se queixar, nem se consolar a si mesmo, silenciar consigo mesmo, esquecer-se, libertar-se de si mesmo.
Introdução ao retiro na Comunidade de Taizé
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