Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
"Há coisas que existem sem ser
E há coisas que são sem existir
O sol é, sem existir;
O homem existe, sem ser"
Há dois tipos de pessoas no mundo: As que vivem para servir e as que vivem para ser vil. Servir é ser útil, é uma honra, pois sempre busca o melhor para o outro. Ser vil é ser desprezível, é um interesseiro, também busca o melhor, mas só para si mesmo.
SÍNDROME DA RIQUEZA APARENTE
Há pessoas que se sentem bem aparentando serem ricas, e com isso gastam mais do que podem. Essa inversão vem do fato de não se aceitarem como são, querendo ser mais do que são.
Tolice, pois ninguém pode se esconder de si mesmo, e todos percebem o que ela própria não consegue perceber. E assim vai desperdiçando a vida, querendo ser o que não é.
não poder ser quem eu sou..
me negar há sentir meus próprios sentimentos...
olhos ao meu redor q me fazem ser fantoche ..
não podem ver ,não podem sentir .
e eu aqui brincando de sorrir.
vivendo e sendo o querem que eu seja deixando meus sonhos e adotando os sonho dos outros.
preciso ser alguém criado por mim msm ,preciso ser quem eu sou
O amor que você tem dentro de si é a maior força geradora, renovadora e propulsora de vida que há. É ele que torna tudo possível, que restaura a tua energia, restabelece a tua coragem, harmoniza o teu campo vibracional e aperfeiçoa-te como ser humano.
... Vivemos num inconstante estado, não há veracidade nas auto-definicões utilizando o verbo Ser...
Há várias vidas em mim.
Algumas sorriem.
Choram. Morrem.
Outras, escrevem.
Já eu fico aqui
a admirar
palavras que
acompanham este ser.
O Mar das Ilusões
Dizem que existe um lugar além do tempo, onde não há terra firme nem horizonte. Um lugar que não se encontra em mapas, mas na essência da alma. Chamam-no carinhosamente de Mar das Ilusões.
É nesse mar que muitos despertam após o último sopro de vida. Não há barulho de ondas, não há vento forte, apenas um fluxo suave que conduz cada ser sem pressa, como se o próprio mar guardasse um segredo que ninguém ousa revelar.
O despertar
Você se encontra ali, deitado sobre a água, incapaz de mover-se. Não há esforço que faça sentido, não há direção a seguir. Apenas o flutuar... e o silêncio.
Ao redor, dezenas — talvez centenas — de pessoas também deslizam, algumas serenas, outras inquietas, mas todas com o mesmo olhar perdido: “O que estou fazendo aqui?”
A primeira coisa que descobre é simples, mas pesada:
a cada lembrança amarga de sua vida, você afunda um pouco.
Não há juízes, nem vozes condenando. Apenas sua própria memória, sussurrando o que foi deixado para trás.
O mergulho
E então, você começa a descer. O azul da superfície torna-se turvo, depois escuro, e o escuro transforma-se em silêncio profundo. Cada erro, cada palavra dura, cada arrependimento não resolvido... tudo pesa. O mar não castiga — apenas devolve.
Mas, ainda que o fundo o chame, seus olhos insistem em olhar para cima.
E lá, entre a claridade distante, algo se move: pássaros.
Eles sobrevoam o mar, pairando com asas que não se cansam, levando consigo alguns daqueles que conseguiram permanecer na superfície. Ninguém sabe para onde vão. Ninguém jamais voltou para contar.
A revelação
Uma voz suave, não de fora, mas de dentro, ecoa na sua consciência:
"Você gostaria de ir com os pássaros? Então não afunde."
Mas como não afundar, se o peso já o arrasta? A resposta não vem de fora.
Logo, você percebe: o mar não é feito apenas de água, mas de sua própria consciência. Ele não o engole; ele apenas reflete quem você foi.
Não lhe falta tempo. Ali, o tempo é eterno, elástico, feito para que percorra os corredores de sua mente quantas vezes forem necessárias. Pode subir, pode descer, pode revisitar cada lembrança, como se andasse em uma casa sem portas.
E então, a verdade se revela com clareza:
se sobe ou desce, já não é escolha sua.
São apenas as consequências da vida que levou.
O destino
No Mar das Ilusões, não há punição, nem recompensa. Há apenas reflexo.
A aceitação torna-se, portanto, o último aprendizado.
Você respira fundo, mesmo debaixo da água, e finalmente entende:
o que prende não é o mar, mas as correntes invisíveis que você mesmo construiu em vida.
E, quando esse pensamento se instala, você percebe algo diferente.
O peso começa a diminuir.
A luz acima torna-se mais próxima.
E, pela primeira vez, você sente que talvez... só talvez... as asas dos pássaros também possam vir buscá-lo.
Porque, no fim, o Mar das Ilusões não é uma condenação, mas um espelho.
E quem aprende a se olhar de frente, descobre o caminho da leveza.
Além do ser não há o nada, porque o nada já é uma ideia. Além do ser não há sequer a ausência, pois ausência é medida em relação ao que poderia ser presente. O que está além do ser é o inominável absoluto — não aquilo que não conhecemos, mas aquilo que não pode sequer ser cogitado, pois toda cogitação é já um ato
Se o ser é o campo onde tudo se manifesta, então além dele só pode haver a pura impossibilidade, não como uma barreira, mas como uma ausência total de necessidade. Não há tempo além do ser, não há espaço, não há movimento: há apenas o que nunca poderia ter sido, e ainda assim, não é.
Mas ao mesmo tempo… talvez não haja ‘além’. Talvez o erro seja pensar o ser como algo com bordas, com limites, com um exterior. Talvez o ser não tenha fora, e tudo o que somos capazes de imaginar como ‘além’ seja apenas uma dobra interna, um não-lugar que só existe como ilusão de afastamento.
Se for assim, não há além do ser: há apenas o ser, infinitamente curvado sobre si mesmo, experimentando-se em múltiplas formas, inventando abismos para sentir a vertigem da sua própria infinitude.
Talvez, no fim, perguntar ‘o que existe além do ser?’ seja o próprio gesto que revela a impossibilidade da pergunta: porque o ser é o campo onde a própria pergunta se forma. O que está além é o que jamais poderá ser pensado, sentido ou dito. É o absoluto silêncio, não como falta, mas como aquilo que nunca pôde ser interrompido pelo som.
Então, talvez… não exista ‘além’.
Talvez só exista o ser, pulsando sem motivo, sem fim, sem fora.
Há em mim um pedacinho de cada ser vivente deste mundo. E há também em cada um deles um pedacinho de mim
Bom senso é ser proativo sem ser cobrado! Doar-se pós cobrança é coisa de humano comum, não há necessidade de reconhecimento ..
Se eu acho que eu sou isso, eu não sou nada. Se eu acho que há algo além disso eu posso ir muito mais longe. Mesmo não sendo ninguém, mesmo não sendo nada. AXÉ.
Em minha análise, pedi ao analista que me ouvisse imediatamente e fiquei pensando: há algo mais sábio para tirar o máximo proveito da minha impossibilidade inconsciente?
O ser humano não é BOM!
Viemos ao mundo para depurar.
Porém há que se ter cautela e reeducação continua.
Ou sairemos piores do que chegamos...
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