Ha como eu Queria q ela Soubesse
Dentre as coisas mais belas deste mundo
Há algo estranho e contraproducente: Cujo nome, amor
Composto químico forte, dual e danoso
Ele é bélico e pacificador
Se recíproco, torna-se num dia bonito ao sol das seis
Se negado, torna-se num dia chuvoso
Sol este que enche e dá ânimo a vida
Chuva esta que desola o esperançoso
Dentre as coisas mais belas deste mundo
Há nós, eu e você
Que sonha, desperta e vive
Que arrisca ou se nega a viver
Sozinho
Estou só;
Há vazio em tudo
Falta tudo: sua
Doce presença
Seu brilho...
Ladeado por várias
Pessoas estou
Mas estou sozinho
Há perguntas de
Colegas, gracejos...
Mas estou só
A solidão me invade,
Corrói, dizima, assola...
Estou só
Procuro você em tudo:
Nos bancos, nas formações,
Em vão: estou só.
A paz está ameaçada
Sonho acordado
Sonho ser poeta
Nasceu o poeta
Sonho com seus lábios
Nasceu o primeiro beijo
Sonho com suas carícias
Pensei nos seus braços
A hora passa lentamente
O sofrimento aumenta,
A aula passa, atrai,
Mas seu perfume sobrepuja
A tudo
Estou nos braços da angústia
O coração partido
Saudades de seus olhos
Castanhos
De sua pele macia
Estou só, perdido no
Emaranhado de seus desejos
Perco a fome, a vontade
De amar outra pessoa, senão você Beth
Dos meus sonhos
Demonstro de verdade a
Mais tétrica história de AMOR.
Quantos cúmplices há
Um bloco europeu, entre aspas e vírgulas talvez.
Nessa manobra sórdida.
Orientais donos da altivez.
Até minha América, do norte a insensatez.
Estações ao redor do meu Brasil.
O que querem este funil.
As igrejas, as escolas, as faculdades se calam.
No jogo de ambigüidades.
Envolvendo a multidão nos enganos e obscuridade.
Oh meu povo, cuidado com os Deuses, gregos, egípcios, bezerros de ouro, sabedoria, filosofia, antiguidade dos Hebreus.
Oh Brasil refém, o rolo compressor, os poderosos massacrando a gente.
Ouro, prata, carne.
Imprimem força que arde.
Eu sei, ainda é cedo, não, grita a poesia agora, amanhã a letra é tarde.
O que libertas.
Fale igreja, não coloque meu Jesus novamente na cruz.
Essa esfera marginal.
A identidade política imoral.
Até igrejas entra na dança e tal.
Maioral, grite, Católica, Universal, Mundial.
Dê nome aos diabos material, materializados na vida real.
Quem são os poderosos do mal.
Que se vestem de gafanhotos.
Migrador, destruidor, cortador, devorador.
Contem ao povo.
Ranque o pinto do ovo.
Cante o galo da verdade ao povo.
Quem são, que tende a enganar, escravizar, engolir toda riqueza nesse jogo.
Quais os países estão dentro do útero dessa refém terra.
Potestades, principados, materializados nessa guerra.
Se entraram pelo ar, pelo túnel e pelas águas, outra trilha
Ai que acharam mil caminhos, fugiram, bateram retiradas com todas armadilhas.
Giovane Silva Santos
Manifesto
Há um manifesto preso,
não parido,
atingido sem munição,
submisso a uma ordem padrão,
com regras claras
de desumanidade
e escravidão.
Não há um ano, um mês, uma semana, um dia, uma noite, um hora , um minuto , um segundo, um milésimo que eu não pense em você.....
Na vida, sempre há de ter alguém mais triste ou mais feliz do que você. Cabe-lhe eleger o lado que o seduz...
Não há humanização sem diálogo. E não há diálogo se não houver espaço seguro. Espaços de convivência seguros aos homens para seu aprimoramento pessoal são a solução para a edificação do masculino no homem.
A luta é constante, não apenas contra o mal que assola a humanidade; sobretudo, contra o mal que há em nós mesmos, o qual enfrasca a vida com a própria existência.
ALVORADA
A alvorada lembra um linho sem mancha,
aparando a orvalhada.
Há musselinas, contas claras de miçanga
entre as folhas frescas do pomar.
Na meia-luz trêmula, qualquer cousa espera.
O jardim ajoelhou, num misticismo doce.
Incensórios de corolas, folhas que fossem
lábios de seiva, murmurando em prece..
No linho puro, sob o altar da alvorada,
é a missa eterna.
Passarinhos, campainhas vivas...
Toda a alvorada religiosa
adora a luz na lenta elevação do sol.
(Coração verde, 1926.)
Sou céu infinito
e por mais que te aventures
Não há eternidade
capaz de decifrar-me;
Vem, pois, desfrutar-me,
não percas mais tempo,
Lança fora o refugo,
tira os pés do chão.
Há um tempo de outono que bate na porta
Há um quadro profundo em frente a memória
E tudo que a vida um dia ensinou
Desfaz com às falas que falam de amor
Um rumo incerto na cicatriz da vida
Teu é rumo é perto da minha saída
Os mares e às águas deságuam lá fora
Deságua a vida, o peito, e a hora
De tanto sonhar nós perdemos a vida
De tanto falar de um medo que abriga
O porto seguro não anda pra trás
Ele é tão inerte que faz tua paz
Não há paz de espírito sem deixar de nos comparar. Visualizar somente a nossa estrada, ao nosso tempo, mas se diligenciando diariamente para seguir é uma benção eterna.
A sensação mais poderosa do mundo
É o puro sentimento do coração
Quando ele se encanta
Não há como dissuadi-lo
Apenas deixar o amor acontecer.
Não há a pessoa certa, há pessoas com probabilidades de dar certo. Não é optar pelo coração ou pelo cérebro, o pleno funcionamento dos dois resulta em vida e saúde.
Pr Jorge Ricardo ❤️ Ibav
Não há razões que justifiquem uma ditadura atacar um país democrático.
Os ditadores nunca têm razão!
Antes de criticar alguém que envelheceu, pare, pense, reflita...
Afinal na vida há milhares de curvas e nunca iremos saber com antecedência em qual delas iremos parar!
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