Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há um bater de asas
O sol nasce devagarinho
Seus raios lentamente aparecem por detrás do montes...
Uma brisa suave traz até mim o perfume inebriante de flores...
Mais um dia começa...
Longa será a jornada.
Eu aqui parada... estagnada.
Não tenho forças pra começar o dia...
A noite foi de completa agonia.
Partiste...
Me deixaste tão triste.
Pergunto-me: de que adianta estar pelo mundo se não estás do meu lado?
Meu coração está desconsolado.
A cortina levemente balança com a brisa que entra...
Um pássaro pousa no peitoril da minha janela...
Fica alguns segundos a me olhar com se me dissesse: ‘há tanta vida lá fora’.
Minha alma no peito chora...
Há um bater de asas...
Um bater de asas que me move... meu coração se comove...
Há vida... me decido... vou vivê-la...
Meu coração tão padecido... apertado no peito...
Minha razão: ‘levanta-te... pra toda dor sempre há um jeito’.
Não há treva tão densa que resista à luz de uma consciência desperta pela lei, pela fé e pelo amor verdadeiro.
Não há muitos por aí que consigam descrever a sensação de ser atingido pelo Hulk... A verdade é que não há muitos por aí que sobrevivam para contar a história. Não há dor no começo. É como se ele te batesse com tanta força que você realmente sai do próprio corpo. É quando você volta que sente a dor . E você percebe que está cara a cara com um terremoto ambulante.
"Alguns jardins florescem por um tempo, outros resistem à estação. Mas há aqueles que, mesmo sob tempestades, permanecem vivos porque foram regados com amor que não se esquece."
Por trás de muitos líderes extraordinários, há uma mãe que acreditou antes de todos. Que neste Dia das Mães, a força e a ternura dessas mulheres sejam celebradas como fonte de liderança verdadeira.
Fragmento de Alguém
Não há começo.
Há restos.
O que ficou depois que a vida passou
e os olhos ficaram presos à janela.
Não é nome o que se carrega,
mas marcas —
de amores que queimaram antes de aquecer,
de palavras ditas tarde demais,
de silêncios que falaram por nós.
Já se imaginou inteiro,
quando a juventude ainda ardia
e alguém dizia que o tempo era um engano
e amar, uma vertigem sem rede.
Depois, aprendeu a ternura dos gestos mínimos.
O chá servido com mãos que tremem,
a música baixa que cobre a ausência,
o toque que não exige, mas ampara.
Não se busca memória.
Busca-se não sumir.
Não se deseja contar,
mas apenas soprar os cacos
de quem ainda respira entre ruínas.
Não se sabe terminar.
Nem os versos.
Nem os dias.
Nem a si.
Há amores que duram décadas e não dizem nada. E há amores que, em um único outono, mudam toda a paisagem da alma.
Nesta arte tão sublime,
De palavras estridentes,
Há os poetas do regime
E os que são independentes.
Você vai fazer amigos (...). Não há dúvida. Será necessário fazer mais esforço para mantê-los do que para encontrá-los, mas posso lhe garantir que é algo que vale a pena ser feito.
Não há uma data de validade para precisar de ajuda, para precisar das pessoas. Não se chega a uma certa idade e daí acaba.
Somos feitos de conflito. Dentro de cada um de nós, há conteúdos recalcados que insistem em retornar desejos, falhas, impulsos que negamos, mas que encontram abrigo no julgamento que lançamos sobre o outro. Não há pureza psíquica, apenas máscaras moldadas para apaziguar o superego e manter o ego ileso.
A virtude não está em errar menos, mas em reconhecer os próprios mecanismos de defesa, as projeções, as repetições inconscientes. O que nos torna verdadeiramente humanos é a capacidade de enfrentar aquilo que o recalque tentou soterrar. A dignidade está em suportar o próprio inconsciente sem fugir de sua verdade.
Afinal, diante do tribunal da psique, ninguém é inocente. Mas os que aceitam sua culpa, sua ambivalência e seu desejo, talvez caminhem com mais lucidez, ainda que não com mais leveza.
Poucos fracassos doem tanto quanto ouvir: 'Você tem amigos?'… e perceber que não há nenhum nome para dizer.
"Chama e alma gêmea"
Por mais que o fogo a destrua,
A vela, em silêncio, se doa,
Há um pacto entre os dois —
Um laço que o tempo entoa.
A chama dança voraz,
E a vela entrega sua essência,
Num acordo silencioso,
Feito de luz e paciência.
O fogo consome, ardente,
A vela sustenta, calma,
Mas um sem o outro é nada —
Nem calor, nem alma.
Pois mesmo na dor da perda,
No fim que sempre insiste,
O fogo e a vela sabem:
Só juntos podem existir.
No meu jardim, há décadas não cultivo o ódio. Aprendi uma dura lição que a vida me impôs. O ódio acaba deixando as pessoas estúpidas.
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