Ha como eu Queria q ela Soubesse
"Sem sofrimento na há recompensas"
Mesmo que o céu esteja azul,
Enxergo em escalas de cinza
Talvez seja o daltonismo
Ou apenas a sombra que mesmo escura tem sua transparência ...
Larguei a dependência, mas me sinto dependente.
Sem rumo, sem caminho, sem atalhos, sem válvulas de escape.
Dependente de sentimentos de culpa, rejeição e responsabilidade.
Chegou minha vez de ser o Sênior
Mas, como???
Se uma criança aprendendo a caminhar existe em mim
Dependendo de sorrisos para não chorar.
Um ombro pra repousar
Mas, com essa clavícula fraturada mal consigo me apoiar.
Dependo de problemas para solucionar
Pra não viver num estado vegetativo de falta de criatividades e anseios da vida adulta.
Q bosta!!!
Sempre odiei adultos e eu hoje eu sou um deles.
Tenho vontade de correr mas me dói os joelhos.
E se eu conseguir correr...serei um covarde.
Talvez egoísta
Depende do ponto de vista dos rancorosos.
Mas, Livre...
Livre, jamais serei .
Por mais que anseio essa tal "Liberdade"
Em vida nunca terei.
Tudo nos prende de certa forma
Seja fisica ou mentalmente
Até de forma espiritual sempre estamos presos.
Seja preso ao tempo, promessas, lugares, pessoas...
Estamos presos.
Libertar a ti mesmo já é uma volta na tranca da cela .
Destrava-la é um processo longo e doloroso
É preciso ter força, ser indiferente, um pouco egoísta e sempre ter o coração partido pelo seus próprios atos.
"Sem dor, sem ganho!!!"
Já dizia alguém do CrossFit
Mas, prefiro...
Sem sofrimento não há recompensa...
A tristeza tem seu lado positivo ela fortalece a coragem, mas é preciso saber usa-la
Exercitar a mente é cansativo mas traz clareza e afasta as dúvidas.
Sentado aqui no mesmo banco onde há 5 anos atrás tentei tirar minha vida.
Me questiono se valeu a pena continuar de pé.
Estou vivo... mas o julgamento, os olhares de condenação e a falta de confiança das pessoas sobre você é constante.
Principalmente de quem conhece sua história.
Não adianta eu seguir sorrindo pra agradar o mundo, se meu coração chora e quem derrama lágrimas de sangue sou eu...
É preciso ser incisivo direto na raiz
Para apagar o brilho que uso pra iluminar quem não necessita de Luz.
Thibor
"Não há ouro, bondade, sorriso, roupa, corpo, dentes e palavras bonitas que esconda ou compense os meus atos... Lutei boa parte da minha vida contra a postura miseravel aos descuidos dos interesses. Porém, me permiti em fúteis vontades, destilar a mais nojenta das ingratidões. Em consequência a tamanho egoismo, longe da luz carrego a dor a feridas profundas que não curam . Ainda assim... Eu não me permito a fuga as minhas responsabilidades em vitimismo ou maldade... Dentro do meu Submundo, não quero companhia."
Silêncio
Há sabedoria no silêncio das pedras, No murmúrio quieto do rio que passa. Não falam as árvores, e ainda assim conhecem os segredos da terra e do vento.
O silêncio do campo é cheio de respostas, Que as palavras não conseguem dizer. A brisa suave que toca a face, Diz mais do que qualquer voz humana.
Vejo a verdade na luz da manhã, No balançar das folhas ao sol. Tudo fala sem palavras, Tudo responde sem perguntar.
Há um entendimento profundo No simples ato de não falar. O silêncio é a resposta mais pura, Que a natureza nos oferece sem cessar.
Quando me calo, ouço o mundo, E nele encontro a paz que as palavras perdem. No silêncio há uma sabedoria tão profunda, Que transforma o vazio em plenitude.
Aquieto-me na sombra das árvores, E deixo que o silêncio me ensine. Pois há mais verdade na quietude, Do que na língua bífida da humanidade.
Compartilhamos o mesmo destino terreno, pois há um só planeta, um único mundo possível para nossa existência. Que possamos ampliar nossos horizontes e desenvolver uma visão comum e complexa do mundo, buscando juntos um futuro mais promissor."
..."Existem muitos erros no sistema capitalista, mas no sistema comunista, há todos". ... Ricardo Fischer.
"Talvez o devesse ter feito há muito tempo. Mas não consegui saltar do barco antes. Não porque tinha medo de mergulhar, mas porque sempre acreditei que o barco me levaria a bom porto apesar das tempestades, dos momentos de neblina, da inconstância, da inércia e da falta de vontade de remar na mesma direcção."
A liberdade de muitos constitui prisão de outros, onde há um oceano de gargalhadas no outro lado há um rio de choros.
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
Não há importância no que é mencionado sobre o caráter de outrem; o que realmente de fato reputa, é quem o mencionou.
Há uma nova forma inquisidora de alguns da fé agirem. Uma forma tóxica de espiritualidade e doutrinação, uma ditadura do comportamento, das escolhas e dos desígnios individuais. Esse encarceramento em ilhas digitais contra princípios inalienáveis à fé como o livre arbítrio é a nova heresia. Uma nova onda punitivista e sádica cujo prazer é frustrar o outro e impor a ele uma nova ordem de socialização contra a liberdade individual. Ninguém pode se contrapôr ao sistema do fraternalismo a todo custo e radical.
Onde não há liberdade, o Espírito não flui e não age. O que temos, então, é uma nova forma de mundanismo religioso.
Não há palavras para descrever a dor da perda de um ente querido, apenas o silêncio ensurdecedor deixado por sua ausência e a tristeza insondável que se infiltra profundamente nas fendas do nosso espírito, revelando as fragilidades emocionais do nosso ser.
A vida é o viver.
Não é uma coisa, é um processo. Não há maneira de atingir a vida a não ser vivendo-a, estando vivo, fluindo, jorrando com ela.
BURACO NEGRO
Dias de uma mente duvidosa, repleta de perguntas e aspirações.
Há muito o que fazer, mas sem o poder de realizar muito.
Como um buraco negro, entre horizontes de vento e perdição.
Ambos são necessários para o equilíbrio. E assim como no abismo, na escuridão da gravidade, estão minha mente e meu coração nos dias de graves dúvidas.
Como se estivesse em um buraco profundo, onde nem mesmo sei o que há lá.
E nesse buraco falta brilho e luz. Contudo, existe sim a luz que permite ver.
Persisto em olhar para a escuridão, sem ter visto antes o clarão dos eventos.
É renovação. Antes que tudo se destrua, há brilho, muito brilho, e tudo permanece em seu lugar.
Então, revivo e necessito apenas de ver isso.
Antes de cair no buraco e, como a luz, nunca mais voltar.
MATINAR
Sempre que há disposição, também vêm as coisas que não podem ser ignoradas.
Isso não se consegue deixar nem por um dia. Porque nas madrugadas, de um dia para o outro, surge um acúmulo de ideias. Isso se torna um desejo, algo habitual.
Sempre que vem a sensação de sossego, não é difícil também sentir alguns lapsos. Não nego que a concentração de tantas ideias traz também prejuízos. É imersivo. Nesse tempo chega a saudade, e não sei se sentir saudade é bom ou ruim, duvido que você saiba dizer.
Também lembro de tempos ruins que foram vencidos, enquanto imagino que estamos acordados em busca de novas ideias, o que pode facilitar a noção de ruim ou bom. Todo mundo foi essa pessoa que mudou de ideia exatamente por causa desse espaço de tempo.
Acho que isso não tem limite, idealizar tanto para que não se consiga mais.
Aí parece que o silêncio grita e diz que isso deve ser aproveitado enquanto ele continua gritando. Percebo que é possível dizer muitas coisas no silêncio, assim como ver outras no escuro.
Concluo que em momentos diferentes, isso não seria possível, mas só nas madrugadas.
Madrugadas habituais.
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