Ha como eu Queria q ela Soubesse
Tem dias que os pensamentos me consome.
Tem dias que sou apenas lembranças.
Há dias que já nem sei mais quem sou.
Mais a dias que só preciso do seu olhar para me redescobrir.
MATARAM O REI -
Mataram o Rei! Há sombras pelo ar ...
Há nevoeiro sobre as Quinas da Nação!
Mataram a Alma de Portugal!
A nossa Pátria perdeu-se do coração!
A Coroa dos Heróis desfez-se em pó!
Passámos a beber do mesmo graal:
o cálice de D. Amélia, tão só,
qu'inda assim perdoou a Portugal!
E de que fibra fora eleita tal Senhora,
que de lágrimas desfeita, sem destino,
tendo ao colo, amortalhado, o seu menino,
entregou o Coração a este povo,
sofreu calada, recomeçou de novo,
dia-a-dia, triste, só mas sonhadora?!
Ricardo Maria Louro
Em profunda Admiração a D. Carlos, a D. Luis Filipe e a D. Amélia de Orleães.
D. Amelia:
"A dor cobriu tudo. Esvaziou-me o Espírito. As recordações desapareceram. Estou incapaz de chorar. Inerte."
Entre o verde das folhas e o azul do céu há uma imensidão de cores para serem descobertas! Abre a tua mente para as receberes.
HÁ UM MÍSTICO ♥´☆`♥
Há em mim um místico sentimento
De felicidade nesta tela pintada pela natureza
Vista por fora e sentada me encontro
Olhando por dentro sentindo-me a flutuar
Nas cores que vejo e revejo na tela
Deixo-me voar por entre montes e vales
Caminho de terra batida na branca geada
Onde o inverno morre despido
Pela intensa neblina na serra de bornes
E em cada degrau me há-de levar ao céu.
Há circunstâncias na vida que o silêncio é um grito plausível e gritante, que faz calar a boca dos imbecis.
Todos os dias há para tudo sempre um novo recomeço, uma nova luz e uma nova rajada de esperança pronta para te levar a caminhos novos e a corações lindos
Não há choro
Que dure o dia inteiro
Não há saudade
Que vá embora primeiro
Guardada na gaveta
Na estrada da emoção
Aos pés do vento
Sobre as linhas desse rincão.
Há pessoas que não têm atitudes para sair de sua zona de conforto, mas invejam aqueles que têm a capacidade de superação!
E na Selva de Pedra
Há falsos brilhantes e luz escondida.
Há muitos solitários acompanhados.
Há celebração utópica de vida em sepulcros caiados.
Há corpos de estômago farto, de alma faminta.
Há juras de amor em janelas mecânicas,
e corações torturados pelo nada.
Há medo de partir e deixar tesouros perecíveis,
Mas o medo que impede é o mesmo
Que dá coragem para silenciar em morte sonhos de luta.
Há jovens velhos e velhos jovens.
Há sangue de resistência e cale-se da impunidade.
Há rios que não matam a sede;
Sua fonte é a amargura, lágrimas que levam a dor daqueles que tiveram sua alma e esperança despedaçadas.
Há nascer e renascer.
Há morrer e deixar de existir.
E na Selva de Pedra...
Não há bondade maior do que a de Deus que nos alcança com a sua luz quando estamos na beira do abismo...
Não há amor mais sincero do que o d'Aquele que escolheu nos salvar, mesmo nós sendo pecadores...
Não há coisa mais grandiosa do que saber que somos filhos do Dono de tudo, que tem um poder infinito e um alcance supremo...
E não há nada mais confortante do que saber que Deus no escolheu para a eternidade, nossos problemas nesta terra pouco importam, o que importa é o que Deus sempre teve para nós: a eternidade ao seu lado...
O Candomblé não pode virar evento midiático! Orixá se encanta no awo!
Há de se preservar com certa ressalva a divulgação de imagens do nosso culto.
"Há razões para afirmar que o homem moderno tornou-se um imbecil moral.
São tão poucos aqueles que se preocupam com o exame de suas vidas -- ou que aceitam a reprovação que advém da admissão de que nossa situação atual talvez seja decadente --, que alguém pode se perguntar se as pessoas compreendem agora o que significa a superioridade de um ideal.
Alguém pode pensar que as pessoas perderam o raciocínio abstrato: mas o que esse alguém deve pensar quando testemunhos dos tipos mais concretos são colocados diante delas e mesmo assim elas são incapazes de perceber uma diferença ou tirar uma lição?"
CALABOUÇO (soneto)
Ah! quem há de amar, amor inconstante e criado
O que o coração sofre, e a poesia cria impotente
Sangra, chora, pena e arde o sentimento da gente
Nas lágrimas poetadas num recanto aprisionado
O pensamento escreve, e o desagrado fica ao lado
Catucando a alma com seu olhar tão descontente
Quando nos versos teria que ser o trovar diferente
E, insistente, se faz a melancolia hospedada no fado
Ó palavra pesada, rude, fria e espessa, que penaliza
Abafa a ideia leve, e do sonho põe-se num paralelo
Onde refugia a solidão, numa escuridão governanta
Quem pode achar a expressão tenra, tal afável brisa?
Que sopre rimas que nunca foram ditas, de teor belo
E venha ao amor confessar agrado preso na garganta!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07/01/2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
A cada dia vivemos uma etapa em nossa vida e não ha meios de pulá-las, podemos camuflá-las, mas um faz de conta não não e o suficiente para nos declarar vencedores. Supere as dificuldades do dia a dia, todas as dores se transformará em bálsamo, choros em sorrisos, tristezas em alegrias e lutas em vitórias. As lutas são suas da mesma forma que acolherá para si os frutos delas.
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