Ha como eu Queria q ela Soubesse
No começo há muito amor, mas a estrada é longa, e o que era intenso no início acaba se perdendo no caminho.
O cara está há 4 anos no mesmo salário... Mesmo cargo, mesmos amigos quebrados, mesma rotina. Mas acha que no tempo de Deus vai crescer... Não vai, irmão! Você não está esperando o tempo de Deus, você tá com medo de agir. E chamando sua covardia de fé. Não estuda, não se conecta, não arrisca, só espera. Posta versículo reclamando da vida e segue estagnado. Acorda!
Brasil, enquanto o Cruzeiro do Sul brilhar no céu, Deus há de conservar esta tua alegre esculhambação.
QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!
Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.
Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.
Mas há dias,
em que o existir me enverga.
E algo dentro de mim range.
Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.
Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.
Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.
É quando a porteira se abre.
E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.
Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.
E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.
Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.
O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.
Mas ainda assim,
há algo que permanece.
Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.
Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.
Apenas permanece.
E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:
Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.
Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.
E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,
há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:
defender a vida,
inclusive a minha.
Vivemos às nossas vidas mais na imaginação do que na realidade,há tanto filtro não apenas nas fotos mas também no olhar,pensar,sentir e até na hora de viver,criamos personagens para quem amamos e,quando a realidade bate a porta nos decepcionamos. O triste nisso é que quando a gente se decepciona é de na natura humana culparmos o amado,mas a pergunta é a seguinte: o que é a decepção senão o fim do autoengano .
Há uma necessidade urgente de abraçarmos a humanidade real,com suas trajetórias de tristezas e sofrimentos. E,se assim o fizermos acabaremos perceber que afinal,a beleza só aparece quando as projeções terminam e a transparência é vista.
O universo é um Templo Aberto. Não há grades (destino), apenas portas que nós mesmos trancamos por medo.
“Algumas almas vêm com mais luz do que o corpo pode conter. Há presenças que permanecem além do tempo.”
A maior riqueza é a liberdade,não há preço que pague o prazerde estar com ou fazer o que curte tao bem.
#bysissym
Sem fé há um vazio indescritível.
A fé é uma esperança que nos preenche.
Nunca estaremos sozinhos.
E quando parecer estar, haverá alguém especial para lhe estender a mão.
Neste momento vai sentir que Deus te amparou surpreendentemente.
#bysissym
Muitas vezes sacudi a poeira e dei a volta por cima pela fé que há em mim. Vivo de recomeços, pois tentar outra vez é meu lema. Não desisto nunca.
O amor que não se conta
Há amores que não se anunciam.
Não porque sejam pequenos, mas porque são grandes demais para o barulho do mundo.
Vivem no silêncio confortável do peito, onde ninguém entra sem permissão.
É um amor que se reconhece no instante do encontro.
Quando os olhos veem a amada, o dia muda de tom.
O tempo desacelera.
O coração que fingia normalidade entrega-se sorrindo.
Esse amor é feliz em detalhes.
No jeito como ela caminha,
na curva distraída do riso,
na voz que chega antes da presença.
E quando a noite vem, eu sonho.
Um sonho tão profundo que acordo com o cheiro dela no ar, como se o sonho tivesse atravessado a realidade.
Ninguém sabe.
E talvez seja por isso que eu seja tão inteiro.
Quando estou longe, a saudade não pede licença.
Ela se instala no peito como uma casa antiga,
abre as janelas da memória
e deixa o vento passar por tudo o que foi sentido.
É uma saudade grande, quase física.
Daquelas que apertam o coração sem machucar,
porque doem de amor, não de ausência.
Esse amor não precisa de testemunhas.
Ele existe porque vive.
Porque pulsa.
Porque transforma dias comuns em eternidade breve.
É um amor que não se conta a ninguém.
Mas que conta tudo para quem sente.
"Você já reparou que quando seu cálice de felicidade está cheio;
Há sempre alguém que lhe dá um safanão no cotovelo?"
🌹
Tenho um mar de amor à
altura dos olhos.
Há quem diz que neles
vemos a alma.
Que neles se escondem
todos,
Segredos.
Medos.
Dores.
Desejos.
🌹
As estações
sempre me encantam
Não há flores tão belas
que meus olhos não vejam
Não há perfume tão suave
que no ar não se espalhe
Em cada estação do ano
eu aprecio a simplicidade
da natureza, que chega sempre bela e formosa
Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.
Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.
É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.
Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.
Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.
Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.
Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.
Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.
Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.
E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.
Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.
Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.
A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.
Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.
Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.
Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.
Talvez eu seja apenas essa divisão.
Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.
Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.
Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.
Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.
E espiar por cima.
E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.
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