Ha como eu Queria q ela Soubesse

Cerca de 460505 frases e pensamentos: Ha como eu Queria q ela Soubesse

⁠Há almas que nem o próprio Deus poderia salvar, ainda que se pusesse de joelhos e rezasse por elas.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

Não há redenção, por isso a buscamos desde sempre.

Luiz Felipe Pondé
Da alma e dos ossos: aforismos de crítica cultural: uma ciência melancólica. Rio de Janeiro: Edições 70, 2025.
...Mais

Há algo irresistivelmente sexy em um homem que abraça sua calvície com convicção. Um charme exclusivo que transmite uma aura de inteligência e virilidade.

Não há líder político no Brasil com fração da experiência de Lula.

Não há nada pior que um Estado possa fazer do que punir um inocente.

Glenn Greenwald
Caso Orelha: Indignação nobre e o julgamento pela internet. Folha de S.Paulo, 1 fev. 2026.

Há dois tipos de pessoas que não sentem uma indignação sufocante: as coniventes por burrice e os cegos pelo favorecimento.

Porque daqui em diante, só há dois caminhos: o da liberdade, ou o da servidão. E só quem tem Bitcoin poderá escolher.

“Cuidado para não confiar nas pessoas erradas. Há quem use sua fraqueza para te ferir. Confiar seus segredos a quem os espalha é o mesmo que pedir para ser ferido pela própria confiança.”

Quando há corrupção na educação, o futuro de uma nação é comprometido. A corrupção desvia recursos que deveriam ser usados para melhorar a qualidade do ensino, infraestrutura e apoio aos estudantes.

Em você há uma áurea
de encanto e paixão,
ternura, inspiração,
desejo,atração, enfim...
Você é muito inteligente.
Eu, pobre poeta somente,
desejo seu abraço quente.
Mas você não é pra mim.
Você é linda e tem sonhos,
sonhos grandes, uma meta.
Você tem grandes ambições.
Eu quero apenas ser poeta.

Empoderamento!
Não há que falar em poder enquanto ainda houver o medo,
Não há que falar de felicidade, se ainda houver dor,
Não há que falar em perdão, se houve esquecimento!
O poder inicia quando você perde o medo de soltar suas dores e exercer o perdão verdadeiro.
Soltar o medo não é fácil, mas é possível, então pare de resistir ao medo... deixo-o entrar, observe-o como se estivesse observando algo que pode te ensinar, veja como ele chega, o que ele tem a dizer, como ele modifica seu corpo, sua mente e seu espírito. Quando você aprende a observar o seus sentimentos, você aprende como ele chega, e como se instala e consequentemente como fará para se livrar deste padrão de comportamento.
Cuidado a mente, ela não quer que você aprenda. Ela quer que você continue sua escrava, continue sendo refém dos seus próprios sentimentos ruins.
Resista, pare, respire, observe, solte e agradeça.
Faça-a dia após dia, até que um dia ficará mais brando, mas leve. Assim também funciona com as dores... pare e observe como ela chega e silencie até achar suas raizes... assim é o auto-conhecimento... se não parar para observar não encontrará respostas e muito menos evolução.
O perdão não é esquecer algo; se você foi vítima de abusos, não esqueça, acolha a dor, o medo, a raiva, mergulhe observando o que acontece, e vá soltando na sua respiração, eu sei que é doloroso, mas é um começo. Pratique o perdão verdadeiro, pois quando se pratica o perdão a liberdade vem.
Não resista, pois todo o sentimento que resistimos ficará cada vez mais forte. Aprenda a amar todos os seus sentimentos, você verá que eles diminuem quando são reconhecidos.
O poder está dentro de nós! Basta mergulhar dentro de si mesma que o Poder interno acontece. Se tiver medo de fazer isto sozinha, saiba que nunca está só, se pedir as energias divinas virão, se precisar, peça ajuda, mas não fique mais onde está, siga... tenha coragem de seguir sempre em frente!
Empodere-se!
Giovana Barbosa

Há uma revolução astronômica em mim, uma vontade louca de acordar todos que ainda dormem, de aprender, de seguir, de sorrir, de viver, de ensinar mais e mais. Sou o deserto fértil, o silêncio empolgado e calmo, sou o amanhecer e o entardecer! Sou o frio da mata, o calor dos ventos! Sou o sol, a lua, as estrelas, sou o Uno, e sou o todo! Sinto que me fundi na beleza do meu jardim 🔥 É... sei! Parece loucura, mas há uma revolução astronômica em mim 🔥 poucos saberão o que significa, mas aqueles que compreendem não só se despertarão na revolução, mas na rotação e translação! Assim é 🦋

Tem dias que não temos motivos para sorrir, mas sempre há motivos para agradecer. Nada acontece por acaso em nossas vidas. Aquilo que nos entristece também vem para nos ensinar.

Ao sentir que não há mais o que fazer, que a jornada terminou, ainda somos capazes de sonhar.

⁠Amar não é só sentir, é construir. E nenhum relacionamento se constrói onde não há diálogo. Quando um casal para de conversar com o coração, começa a falar apenas com mágoas ou silêncios. É no ouvir verdadeiro que se entende a dor do outro, e é na disposição de mudar que o amor amadurece. Ficar juntos é uma escolha diária, e essa escolha exige empatia, paciência e a coragem de reconhecer que às vezes, o amor mais forte é o que se transforma para não perder o outro.

Há uma sabedoria antiga escondida no silêncio. Quando começamos a colocar a vida em ordem, estamos realizando um movimento sagrado: estamos reorganizando não apenas tarefas e compromissos, mas emoções, escolhas, prioridades e até a própria identidade. Esse processo é íntimo. Ele acontece primeiro dentro, no território invisível da consciência. Torná-lo espetáculo pode enfraquecer sua força.

O silêncio não é medo; é maturidade. Ele protege o que ainda está germinando. Assim como a semente cresce debaixo da terra antes de romper o solo, nossos projetos e transformações precisam de recolhimento. Quando falamos demais sobre o que ainda está em construção, abrimos espaço para opiniões, invejas e energias desalinhadas que podem nos desestabilizar. Nem todos torcem por nós — e isso não é motivo de ressentimento, mas de lucidez.

Existe também uma dimensão espiritual nesse recolhimento. O silêncio nos conecta com a disciplina interior. Ele nos ensina a agir mais e anunciar menos. Quem verdadeiramente evolui não precisa provar nada; os frutos falarão por si. O barulho costuma ser a necessidade do ego de validação; o silêncio é a confiança da alma em seu próprio caminho.

Além disso, quando guardamos nossos processos, aprendemos a depender menos da aprovação externa. Crescer em silêncio fortalece a autonomia emocional. A proteção não está apenas em esconder planos, mas em preservar energia. Cada palavra dita é energia dispersa; cada silêncio consciente é energia concentrada.

Portanto, colocar a vida em ordem em silêncio é um ato de estratégia e também de sabedoria espiritual. É compreender que o verdadeiro reconhecimento não vem do anúncio, mas da transformação real. Quando os resultados aparecerem, não precisarão de explicação — serão evidentes. E quem torce por você continuará ao seu lado, mesmo sem ter sido informado de cada passo do caminho.

A corte dos espelhos turvos

Há colegas que vestem ternos de bruma
e caminham pelos corredores como sinos ocos —
anunciam meu nome ao vento
não para celebrá-lo,
mas para que o eco me fira.

São jardineiros de inverno:
regam o chão com denúncias
e colhem suspeitas.
Sorriem com a boca em lua minguante
enquanto afiam silêncios nas gavetas.
Não me apreciam —
apreciam o ruído da queda.

Há mestres que carregam livros
como se fossem cetros,
mas esqueceram o verbo ensinar
no fundo de uma gaveta antiga.
Erguem muros com a gramática
e me deixam do lado de fora
como se minha diferença
fosse erro de concordância.

Não me respeitam.
Chamam de desvio o que é constelação.
Ignoram que meu pensamento
é rio subterrâneo —
corre em mapas que eles não estudaram.

E os chefes —
ah, os chefes —
prometem portos com voz de farol
mas apagam a lâmpada antes da travessia.
Deixam-me a ver navios
que nunca foram meus,
apenas miragens costuradas
com fios de salário e aplauso.

São capitães de papel.
Assinam contratos como quem assina nuvens.
E quando a tempestade chega,
sou eu quem aprende a nadar
entre destroços de confiança.

Mas o mais fundo é a casa.
A família —
que deveria ser lareira —
às vezes é corredor frio.

Não entendem minha mente
como quem não entende
uma língua antiga escrita nas paredes.
Chamam de exagero o que é sensibilidade,
de teimosia o que é precisão,
de drama o que é sobrecarga.

Minha neurodivergência
é jardim noturno —
floresce na sombra,
ouve o que o dia não ouve,
vê o que o óbvio não revela.
Mas eles fecham as janelas
e reclamam do perfume que não sentem.

Ainda assim,
eu permaneço.

Sou farol mesmo na neblina.
Sou árvore que cresce torta
porque o vento insiste —
e ainda assim cresce.

Que denunciem.
Que desrespeitem.
Que enganem.
Que não compreendam.

Eu não sou erro na partitura.
Sou música em outro tom.

E quando o mundo se acostumar
a escutar com mais do que os ouvidos,
verá que minha diferença
não era falha —

era claridade
em olhos desacostumados à luz.

"Há tempo de plantar, de regar, de esperar, de colher."

Há sempre um novo caminho, uma nova ideia, um novo olhar.

Há uma paz silenciosa que só certas ausências sabem oferecer.