Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Os dilemas desta vida, ela faz as coisas irremediáveis girarem em torno da IRREMEDIÁVEL FALIBILIDADE HUMANA de confiar ou esperar perfeição de outros seres, que nos fazem perder tempo e causar desilusões devido às nossas expectativas tolas geradas pelos anseios das vontades humanas.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Chegou ao fim, mas valeu
Chegou ao fim, mas valeu, não faz mal, está tudo certo.
Quero ver se ela vai conseguir aguentar
Todo o amor que era dela, agora vou entregar a alguém
Que me faça feliz, que me dê razão pra viver.

E agora?
Agora vou viver minha vida
Cansei de ser enganado.
Nunca mais quero me perder em dívidas de amor.
Agora quero ser amado de verdade por outra pessoa
Vou mudar, vou deixar esse amor pra trás
Pra finalmente acabar com o meu sofrimento.

Agora, vou seguir em frente
Estou cansado de ilusões.
Nunca mais vou olhar nos seus olhos,
Samanta, com esse brilho de lua de mel.

Inserida por MoisesRibero

⁠Se a batida do coração tem melodia é porque ela é essencial à vida.

Inserida por sabrinafribeiro

⁠Natal en Rose


Era véspera de Natal. Ela tinha apenas sete anos, mas já sabia que Papai Noel não descia pela chaminé. Sempre muito curiosa, já conhecia a identidade do bom velhinho que todo o ano visitava-lhe durante a noite, enquanto ela dormia o sono dos anjinhos.

Ainda assim, aquele seria um Natal diferente! Havia uma promessa a ser cumprida!

As horas iam e vinham-se, e o sol teimava em não abandonar aquelas pessoas ávidas por compras, presentes, abraços, carinhos, ceias! E ela continuava a aguardar a noite.

A madrugada de Natal!

Enfim, a lua ofusca o sol, e a noite ostenta o auge da sua beleza, ao vestir-se das luzes natalinas já à sua chegada!

De repente, silêncio.

A ansiedade continuava estampada em seu rosto infantil, mas ela precisava dormir. Dormir para que o Papai Noel chegasse! Só não conseguia...Com seus olhinhos desobedientes, rolava de um lado e outro da cama, contava carneirinhos, e nada adiantava. Estava feliz, todavia não conseguia dormir!
Lentamente, a maçaneta da porta do quarto gira. Era o Papai Noel!

Ela fecha os olhos para não decepcioná-lo, e o vulto de duas pessoas adentra o quarto, balbuciando coisas que não conseguia ouvir. Cochichavam. Ela, ainda com os olhinhos fechados, sente quando lhe beijam a face e ouve quando a porta é cuidadosamente encostada pelo lado de fora.

Rapidamente abre os olhos!

No meio do quarto estava ela, a promessa! Suntuosa, rainha, elegante, majestosa!

Sorrateiramente, desce da cama, contorna o tão esperado presente de todo o ano, admira-o, volta a contorná-lo, acaricia-o. Não podia acender a luz. Descobririam que ela não dormia! Mesmo assim, radiante de felicidade, volta a abraçá-lo, pois mesmo sem o ver, podia senti-lo, conseguia tocá-lo...

No horizonte, os primeiros raios de sol despontam-se.

Papai Noel adentra novamente o quarto para despertá-la, e quem sabe participar da surpresa em seus olhinhos brilhantes! Mas dessa vez, o velhinho apenas sorri da cena que acabara de presenciar: sua pequena estava ali, deitada ao chão, profundamente adormecida, agarrada aos aros de seu presente de Natal.

Carinhosamente despertada, vê que seu presente é cor de rosa, exatamente como ela sonhara! Uma bicicleta rosa! E mesmo sem sair de seu quarto, ela já sentia o vento a despentear-lhe os cabelos, a tocar-lhe a face! A partir dali, desbravaria as pacatas ruas de sua cidade, a equilibrar-se pelas avenidas do lugar que a vira nascer, e agora a pedalar sua bicicleta, inclusive, bem maior que ela!

A vida agora seria rosa, cor de rosa!

- Tão simples...- sonhava seu olhar pueril...
- Pena que não será sempre assim! – lamentou seu Papai Noel, silenciosamente.

E ele tinha toda razão! Mas ainda hoje, sempre que a vida insiste em mudar de cor, as lembranças e sensações desse Natal a retiram do cinza e escombros que por vezes a vida adulta impõe-lhe, e ela sai por aí, pelo mundo, a pedalar mais uma vez sua bicicleta cor de rosa, como se em Mara Rosa estivesse, completamente livre...

Inserida por LiAzevedo

⁠ "A racionalidade é a sensibilidade da existência da matéria. Com ela, podemos experimentar nos nossos sentidos do que recebemos intelectualmente, algo ou algum objeto existente, do que é real. Sabendo assim os significados das coisas existentes e da nossa própria existência, sem desconsiderar nada e permanecendo na inércia por razão alguma; reconhecendo a troca de valor pelo bem ao mal e vice-versa do conhecimento. Sendo por si a própria vida a sensibilidade cognitiva da existência humana; ao contrário da máquina que por si mesma já diz ser artificial sua inteligência."

Inserida por SilasSalatiel17

⁠Antes de entrar num relacionamento, conheça a pessoa pela qual tem interesse. Descubra se ela te deixaria ir ou deixaria tudo para ir com você... ღ

– M.

Inserida por Marshmelyne

⁠" A morte não se importa se as pessoas precisão ficar juntas ou se não precisarão, ela simplesmente vem nós querendo ou não

Inserida por misani19072013

⁠A língua do ser humano o membro mais perigoso
do corpo pois com abençoa a Deus, e com ela
amaldiçoa a própria vida.

Inserida por Jose123sev

⁠De todos os membros do nosso corpo a língua
é o mais perigoso, vigia com a sua ela pode
feri a sua dignidade.

Inserida por Jose123sev

⁠A busca tecnológica da imortalidade não é um projeto científico. Ela promete o que a religião sempre prometeu — libertar-nos do destino e do acaso.

John Gray
Cachorros de palha. Rio de Janeiro: Record, 2005.
Inserida por PensamentosRS

⁠Ela é o melhor pedaço de cada mulher que encontrei na vida, o sorriso veio de bônus!

Inserida por Delce

⁠Não é à toa que mãe rima com amor,
Ela é quem nos guia, mesmo sem pedir favor.

Inserida por evermondo

⁠Enquanto não tomarmos plena consciência de que somos parte integrante da sociedade, ela continuará sendo o que é: boa para alguns e péssima para a maioria.

Inserida por OSMANFREITAS

⁠A MINHA VINGANÇA
..
Ela é sobre mim
E não pensa em prejudicar
É sobre as minhas lutas
E as vezes não conseguir
dormir
..
A minha vingança
Não é sobre odiar
É sobre conseguir amar
Além de não conseguir imaginar.
..
A minha vingança
É doce como o mel
E traz consigo um acordo de Paz
Sem conflito, ela não Pensa em ferir.
..
A minha vingança
É paciente e sabe esperar
Está bem disposta e
Quer sempre ajudar.
..
A minha vingança
É meio fria e meio desmotivada
Por isso que é só minha
Aquela vingança que
Me faz parecer um fracasso
..
A minha vingança
É sobre vos ver bem e
Feliz, assim como são os
Contos de fada, com um final
De desejar... Assim é
A minha vingança.
...
📝COM TRISTEZA: Osvaldo J Bartolomeu😅
Se liga tem mais♥️❤️😞

Inserida por Osvaldo_J_Bartolomeu

⁠PESCANDO PARA ELA

Numa tarde de sol
peguei meu boné
sem rede ou anzol
dei uma esticadela
fiz o percurso a pé
fui pescar para ela
tilápia
jau
tambicu
pacu
lá no Carrefour.

Benê

Inserida por BeneditoMorais

Então vi ela,
fiquei sem direção,
o que é isso, coração,
não me faz perder a direção.

(Poesia lírico)⁠

Inserida por sancler_almeida

⁠Ela minha vida
Ela meus sonhos
Ela meu tudo
Ela minha vida solidão
Ela meu medo só
Ela a razão que distante perto ficou
Palavras confusa segue sua mente, na verdade não mente, tenta me explicar

Inserida por LAPYERRE

Nada é para sempre, um dia ela vai embora.⁠

Inserida por pedro_henrique_164

O idiota só percebe uma evidência quando é por ela esmagado.

Inserida por CarlaGP

⁠"O idiota só percebe uma evidência quando é por ela esmagado. Trata-se de alguém PRECIPITADO com relação ao futuro imediato; IMPREVIDENTE com relação ao futuro distante; e NEGLIGENTE com relação ao momento presente.

Em face dos perigos, ocasiões nas quais precisa agir rápida e acertadamente, o idiota tem o raciocínio tardo, e acaba soterrado pelo acúmulo de informações que colheu a esmo, ante as quais as evidências desaparecem do seu estreito horizonte mental.

Quanto mais se informa, mais se deforma.

Afogado na superfície de si mesmo, ordinariamente este boçal crê ser uma boa pessoa. Tal equívoco de autoavaliação – ingênuo na aparência, malicioso na realidade – faz com que não perceba a maldade, tanto a alheia como sobretudo a própria. Cedo ou tarde, esta infeliz criatura julgará os maus com a mesma indevida benevolência com a qual se mede; e os bons, com desumano rigor".

Inserida por CarlaGP