Ha como eu Queria q ela Soubesse
De tudo aquilo que eu mais queria,
Talvez eu já não me importe mais,
Daquilo que eu sabia amar,
Reguei apenas o que ficou,
E escolhi paz, invés de moldar
De tudo que aprendi no passado,
Entre solidão, lacunas e escolhas,
Perdido, me achei sozinho,
Descansei o coração e a alma,
E tranquilo ampliei meu caminho
Talvez, ainda não lapidado completo,
Talvez, não esteja em perfeição,
Talvez seja ainda carbono bruto,
Mas diariamente buscando
A resistência brilhante de um diamante em construção.
As lagrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, eu queria desabafar e as únicas coisas que eu tinha, era um papel e uma caneta, eles eram meus únicos amigos naquele momento. Eu nunca me senti tão só em toda minha vida, eu olhei para o lado, olhei para o outro e vi meu telefone, desesperadamente o peguei, disquei o número da minha melhor amiga. Tocou uma, duas e no terceiro toque desliguei. É, eu realmente estava só, então voltei para o papel, peguei a caneta e comecei a desabafar. As lágrimas rolavam enquanto as palavras surgiam em meio àquela folha branca. Depois de um tempo, eu parei de escrever, eu estava tão pensativo, que me peguei pensando se alguém sentiria minha falta se eu morresse hoje. Se alguém iria lembrar de mim quando ouvisse minha música preferida, sim, aquela que eu cantava loucamente o refrão. Se alguém ia lembrar do meu sorriso e das minhas crises de riso exageradas, daquelas que eu não conseguia parar de rir e chegava a doer a barriga. Se alguém ia lembrar de mim ao ver uma foto, um vídeo, ou um texto. Pensei nisso por horas, então notei que a minha única melhor amiga, era a solidão. Porque ela sempre está comigo e não me abandona. E isso é triste.
Desejei tanto ver-te…
Apenas ver-te… Sabia que nada mais eu teria…
Infinitamente queria…
Quase sufoco de te ver… sem poder ter.
Tu não sabes, mas controlar o que se sente é desespero…
Fui apenas vê-lo… desprovida de expectativas…
Porém, inundada de desejos… teu cheiro… teu abraço.
Teus beijos… Sabia que nada teria…
Infinitamente queria…
O teu olhar… não pude ver… logo eu, que amo os teus olhos…
Tanto tempo ali na praça parada.
A coragem vindo da alma para te falar…
Me senti nocauteada, por pensares que tudo que contigo queria, era satisfazer meus desejos. Logo eu, que só penso em ti. Do acordar ao dormir.
Que printo todas as tuas selfies! Que te cuido à distância!
Que sonho acordada com a possibilidade de um dia estarmos juntos!
Dói em mim vê-lo todo apaixonado por outra. Enquanto tem um coração aqui que é só seu.
O ímpeto do clamor
Queria eu ser cada ato relativo a palavra que chamo, o quão lamento não ter consumido minha juventude na disciplina da ordem espiritual, e até no presente momento reclamo a mim não praticar assiduamente em primeiro lugar o meu altíssimo, tenho comigo que tais indagações são vãs observações, aconteceu tudo na devida forma de construir uma história, reformar o eixo que se perdeu, endireitar a fraqueza que se rendeu.
Mas hoje estou no sentido impetuoso, tenho vontade de falar, chamar, clamar, confessar, dialogar através dessa minha maneira de escrever ganhar atenção da amizade, da intimidade do senhor, desse Santo Espírito que muito ouço falar, o parâmetro de gozo de vida, a sensação de prazer firme na certeza, justificar a fé, eu creio e peço tua presença oh senhor, em nome de Jesus, seja eu, seja você, sejamos nós a vontade espontânea em sermos instrumentos para glorificar e honrar o altíssimo.
Giovane Silva Santos
Será que foi um erro de interpretação?
Será que eu criei tudo isso?
Só queria não ter visto nem lido
Só queria não ter que passar por isso
De novo e de novo
Toda vez a mesma coisa, eu já não aguento mais.
Paranoia não me deixa, e a tristeza vem logo atrás
Chame isso como quiser, um desabafo ou uma reclamação
No fim voltamos ao mesmo lugar: aos pedaços que restaram do meu coração.
Eu queria saber ler...
As entrelinhas desse teu sorriso
Sei que esconde o que tem sentido
Dentro desse seu coração.
Eu queria ser o motivo...
Da alegria que te consome
Se alguém pergunta, Sou codinome
Denominado de beija-flor.
Eu não queria ser tão forte, e nem viver na defensiva. Eu não queria ser tão independente, focada e responsável. Nem viver preocupada e sentindo sozinha. Eu não queria ser tão racional e auto suficiente, nem ser tão indiferente, dura e fria. Eu não queria ser admirada por essas características, que são tão "masculinas". Eu só queria ter a liberdade de ser "mulher", com toda graça e plenitude. Eu só queria ser cuidada, ser protegida por alguém, sempre. Eu só queria ser emoção, sensibilidade, doçura eamizade. Queria ser leve e sorridente, e ter com quem contar, sempre. E por fim, ser admirada apenas pela beleza e simpatia!!
Meu pai morreu quando eu era criança. Eu queria dizer que fica mais fácil, mas acho que você só se acostuma.
Eu queria muito ter escrito um livro que falasse de ciência, mas Deus me disse que a maior ciência é a do coração,
então escrevemos livros que falem de amor e justiça.
Queria poder te esquecer, mas depois de toda uma história é impossível isso acontecer, e eu acho que o 'esquecer' é momentâneo porque tivemos vários momentos legais, incríveis e eu sei que não é o fim, mas o fato é que o fim vai vir querendo ou não, porque estamos predestinados á mudanças em nossas vidas, mudanças desnecessárias mas necessária para nossa evolução á maturidade, então cada momento de fato é válido e importante, marcante... o engraçado é que eu falo algo e me perco no meu próprio pensamento e teoria de vida...
Eu queria te levar um presente que comprei, procurei com tanto carinho, com tanta atenção,queria algo muito especial, fui loja por loja até achar o que combinava mais com você, fui em tantos lugares até achá-lo, mas descobri que me bloqueio no wpp de novo sem motivos ainda, fala comigo se te chateei, mas não, prefere pegar o celular e bloquear, ok
O MITO DO NATAL:
Nesta noite de natal
Eu saí por três vezes às ruas...
O que eu queria!?
Era apenas encontrar o precursor desta noite.
E em todas as casas que percorrí
As portas estavam fechadas, havia sim, um clima de festa
O som que se ouvia era festivo.
Mesas fartas, músicas comerciais, deleites e comemorações.
Em um ímpeto de curiosidade
Fixei meu olhar às frestas daquelas portas
E em nenhuma delas vislumbrei o aniversariante.
Sai um pouco desolado.
Me recolhí e fiquei a me perguntar.
Por que tanta euforia se todo dia é dia de natal?
E todos os dias ele nasce em todo o universo.
Mais tarde o sol ainda não chagara, e o som da música já se fazia mais fraco.
Pela quarta vez eu deixava o sono ainda não dormido
E o encontrei!
O Arauto. Cansado, malcheiroso e não parecia ter nascido naquele dia!
Todos já entorpecidos em sua própria festa não o reconheceram.
E fecharam-lhe as portas.
Ao romper da aurora, caia a ribalta, as portas se abriam para um novo dia.
Não era mais natal... E ele ali inerte ao solo onde descansava invisível aos olhos de seus anfitriões.
Sem cheiro, sem alento, sem recordações!
Não era mais natal, não era mais natal.
Eu queria que minha vida começasse - mas naqueles raros momentos em que parecia que algo poderia realmente mudar, o pânico tomava conta de mim.
Queria causar alguma reação em você, alguma boa sei lá, fazer você sentir o que eu sinto quando vejo uma nova imagem sua ou quando escuto os raríssimos áudios que me mandou, só queria tirar uma gargalhada da sua boca moça.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
