Guia
Deixa eu te guiar
Quem sabe um dia,
posso vir a ser
a luz que te guia.
Se abrirdes teu coração
e como uma lida canção
mudaria seu viver.
Sei que é difícil
mas é inevitável,
pois em meio a
tanta maldade
deve haver um pouquinho
de bondade.
São como rosas,
possuem espinhos,
no entanto
colhem-se.
O Sábio nos diz qual o melhor caminho. O Líder nos guia por eles. E nós, diante de tanta opção, sozinhos, temos o direito de nos perder.
Nas estradas das mentes tortuosas que tanto tentas desvendar
guia-te pelos brilhos de teus olhos verdes como faróis
se esquece das luzes superficiais e procura o profundo
O âmago
O escondido
A dor que aflige e restringe o coração
Não te deixes abater pela dor que vez
o bom pode andar no escuro sem temê-lo
e sem se perder
porque a luz que guia vem da alma
Guia do meu coração, dos meus passos, das minhas canções. Perfeição dos meus dias, das minhas manias. Conhece cada centímetro de mim, me abraça, me protege, me guarda como uma jóia rara. Me aquece nos dias frios, me mantém em pé quando estou sem chão, me faz rir quando eu nem acredito mais na paixão. Me decifra, me fixa em você, e neste momento que eu sou sua, que você é meu, neste momento nós somos um só; e não importa quanto tempo passar, eu sei que eu sempre ao seu lado, vou estar.
As nuvens são escuras
os desenhos obscuros
a cabeça é meu guia
o que imagino vejo...
o pensamento comanda
os desenhos do mal tempo.
A gente guia e ilumina nossas verdades, são corpos celestes no céu. Minha verdade é o que me apetece; é fome, é o que arde, nunca metade...
E lá do céu ele vê tudo, ele me conhece, ele me guia, ele me ajuda e me sustenta, ele me dá as coordenadas corretas, que não me deixa cair nas diversidade e ciladas do inimigo, ele me sustenta, ele me cobre com as suas asas, e lá sim, eu estarei seguro.
Meu sinônimo de amor é ele e não temerei nenhuma afronta maligna e nem me prostrarei diante a outros deuses, ele é meu guia, meu protetor, meu libertador, meu socorro, minha ajuda e nele está minha confiança.
Meu criador, meu ídolo, meu DEUS, meu tudo;
Nosso instinto é a força narrada ao infinito e que nos guia a acontecimentos sem forma, sem cor, sem eixo. Uma abstração efêmera de incertezas vivas, cotidianas, cheia de ferramentas reais transitadas em nosso mundo e em nossos lugares mais ou menos impossíveis.
A Deriva
Mudaste o rumo do meu barquinho!
O vento que sopra na vela,
Já não o guia.
Meu barquinho,
Encontra-se a deriva,
Perdido na imensidão deste mar.
Frágil embarcação!
Por que foste se aventurar?
Barquinho sem rumo!
É difícil o navegar cochado,
Frágil embarcação!
Ah! Barquinho,
Se o vento da vida soprasse a vela,
Acabaria todo este tormento.
Porém o vento ruge e a tempestade cai.
Ah! Vento, traz o meu barquinho para o porto,
Pois, os meus olhos,
Já não lacrimejam,
Já que os meus versos,
São lágrimas.
Nessa viagem onde sou a mão e a guia, cumpro minhas rotas sem pensar no que pensam. Se nesta noite a lua não brilha vagalumes me compensam...
Um dia um sábio perguntou: por quê isso acontece? No mesmo instante seu guia lhe respondeu: Porque não deveria?
