Guerras
As guerras só têm essência, quando os adversários conhecem os motivos porque lutam, pois, somente assim encontrarão fundamento para o diálogo, que os levará a alcançar a paz.
As guerras não declaradas pelos inimigos, não têm fundamento, mas, a forma covarde como os adversários se sentem melhor confortáveis em atacar por trás e em silêncio os seus opositores, mostra o quão importante é estar vigilante.
Algumas guerras é preciso ser feitas para mostrar nossa capacidade e pontencial de uma grande pessoa.
As guerras, sobretudo as maiores das outras demais guerras, nascem inexoravelmente da miópica cegueira dos soturnos cérebros desmiolados, os tais que se consideram ser iluminados pelos deuses com pés de barro.
Que nojo, que náuseas e dó me metem todos aqueles que nesta sociedade em declínio vertiginoso, ainda não arranjaram uma unha de vergonha em irem à missa de tais sumidades tirânicas.
Como pode um homem saber que há tanta injustiça no mundo, que há guerras, crianças morrendo de fome e abutres a espreitar. Pro inferno com tanta hipocrisia. E cretinos pregando a sua própria salvação. Onde está o seu deus?
Deus tem todos os motivos, como guerras, fome, destruição da natureza, desrespeito aos direitos humanos, entre muitos outros, para mostrar à humanidade seu inconformismo.
Nosso planeta sofre com as guerras, testes nucleares, indústrias químicas, entre outros, mas o mal maior está sendo o homem com as suas formas de pensamentos voltados para o mal. Enquanto persistir essa inclinação, a terra sempre correrá um sério perigo
A Maldição do Ego
Nildinha Freitas
É tanta guerra por todos os lados: guerras por poder, por território, por ouro, por petróleo. É tanta guerra acabando com sonhos, destruindo vidas. É tanta guerra secando a esperança daqueles que perdem quem amam e deixando sem esperança aqueles que perdem a vida. O sol brilha, o céu também brilha à noite, mas não são estrelas por lá. Assusta.
É tanta guerra. É gente que não está nem aí. Gente que não se preocupa, que não liga. É guerra de ego. Guerra para dizer quem manda mais. Não faça de conta que não vê tudo o que está acontecendo, porque parece longe de nós, mas está perto. Não faça de conta que não vê o mal dominando tudo. Não finja, não ache normal, não aplauda, não faça isso. Não fique de um lado defendendo mortes e maldições.
Quem ainda tem fé e quem acredita, dobre os joelhos. Que a nossa força e esperança, que a nossa fé sejam capazes de transformar guerra em paz, ódio em amor, dor em coragem. Que a nossa fé seja capaz de transformar o mundo e tirá-lo dessa maldição. Na verdade, a gente só deveria ser amor. Somos autossuficientes nisso.
Mas o mundo está em caos. Guerras geradas por ideias, por extremismo, por desejo de superioridade, por coisas que acreditam ser certas, por pessoas que acreditam ser maiores e superiores a Deus. É tanta gente guerreando, guerreando, quando poderia estar segurando a bandeira do amor, da paz, do respeito. É tanta guerra por aí e dentro de nós.
É tanta guerra explodindo dentro de nós que parece até que o mundo não tem mais jeito.
As guerras e batalhas da vida
Sempre estaremos em guerra, sempre estaremos batalhando, não importa onde e quando. As batalhas acontecem desde as coisas pequenas até as grandes, desde uma briga em família até uma guerra. Olhe para o nosso passado: a história sempre se repete. Onde a dor era passageira, agora não é mais; onde crença e religião não eram um problema, agora acabam causando brigas e guerras. Esquecemos que nossas palavras podem ferir o próximo; esquecemos o significado de viver e de sentir o prazer da vida. Onde um jantar em família pode se transformar em um campo de batalha, deixamos de perceber a importância de apreciar os momentos simples. Este é o nosso mundo: antes, tudo era colorido; agora estamos em um mundo de cinzas.
Se lhe for possível não se envolva em guerras armadas. Já temos muitas guerras dentro de nós para travarmos e não precisamos de outras mais. Afinal, é essa nossa guerra interior mal resolvida, que nos impulsiona para as guerras armadas.
Na nossa adolescência, há muitas guerras com nossos pais e familiares. E quando envelhecemos nos damos conta, ás vezes tarde demais, que só queriam o nosso bem.
Aí percebemos o valor da vida, de cada momento. Também vem a culpa por não ter sido capaz de apreciar cada segundo da forma correta.
Então enquanto é cedo, e temos tempo, viva cada momento como se fosse o último, nunca haja no calor do momento, porque tudo passa e as memórias ficam.
Faça boas memórias, das quais nunca tenha que se arrepender.
"Na madrugada, entre lágrimas e oração, entrego a Deus as guerras que enfrento, enquanto os verdadeiros amigos me sustentam."
Na vida, se existisse paz total, enquanto existisse falta de vontades, ainda existiria guerras consigo próprio.
A vontade consciente move o realizo transformador.
Atualmente, guerreiro não é enfrentar guerras ou vencê-las, mas sim evitá-las.
Fazer guerra é mental sendo o mais fácil que existe.
Mil e uma guerras internas, manifestadas, de muitas formas
No seio do mundo jaz o mal, interesses que vem de traz.
Todos temos interesse
O que prevalece
Na natureza humana
É reinar com dinheiro ou armas
Esquecendo a vida dos outros, ou dando seu valor, mesmo querendo abafar o impeto pudico de cada um.
Cada etapa é uma passagem para outra margem quando não somos limitados.
O limite é opes legis porque quando um tem olhos azuis e outro, tem olhos castanhos, um é obeso, outro é seco e alto denota-se a diferenças e põe- se um rótulo.
Cada ser é um e é especial, não podemos ser todos iguais, mas também não valorizar mais uns que outros
Causa diferenças.
Não atribuir distinção ou valor ao trabalho do próximo é fazer diferenças
Ser mais um é fazer diferenças
Não ser incluído é fazer diferenças
Tudo isto gera conflito e guerra interna,que se exterioriza com insegurança, medo, falta de auto- estima, instabilidade, auto-abandono.
A guerra é diária é uma luta constante e cada dia procurar forças para encarar a realidade e superar de cara limpa com esperança de encontrar um futuro melhor porque fazer o que é de retidão e com conhecimento de causa pode-se vencer essas diferenças.
Emanuel Bruno Andrade
