Guerras
Pacifismo e a liberdade.
Quando você parte para o ideal de paz, não as guerras, não aos conflitos e o pensamento de paz onde o ser humano escolhe não comete nenhum ato de violência mais um ideal de amor, harmonia, paz e liberdade de expressão que é um direito seu a liberdade de expressão sendo assim como a vontade de subir e descer em paz.
Algumas guerras podem ser vencidas se simplesmente abandonadas. Outras nem valem o esforço começar. Isso é sobre pessoas e não sobre guerras.
A vida não é um campo de guerras. Parede lutar contra você, contra tudo e todos. Seja o seu melhor aliado e passe a viver.
A escola não é o berço da paz, mas o espelho das guerras silenciosas que toleramos em casa e na rua.
É incompreensível que exista uma guerra santa, então me questiono: será que santos vivem em guerras com anjos no céu? Provavelmente é o que fazemos para conquistar esse reino.
PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO
Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.
Esperas de mim amor, porém só encontras ódio, esperas de mim paz, mas só encontras guerras, esperas de mim coragem, mas só encontras covardia, esperas de mim soluções, mas só encontras complicações, esperas de mim desânimo e desistência, porém encontras força e perseverança para buscar os adjetivos que me faltam.
As guerras ideológicas fomentadas pelo mundo são a fórmula perfeita encontradas pelos Países ditos desenvolvidos, para delapidarem de forma diplomática as riquezas dos Países fracos, ditos pobres.
Não se criam guerras apenas por mera diversão, elas são fundamentadas pela busca de estabilidade financeira do seu criador.
O povo que sofre com as guerras que assolam as suas vidas desconhecem a essência e o motivo porque elas são feitas, apenas aceitam um realidade imposta pelas circunstâncias políticas.
As guerras não destroem apenas infraestruturas, destroem igualmente sonhos de uma Nação que pretende atingir a prosperidade econômica, financeira e social.
O mundo sente-se coroado pelas chamas das guerras que invadem a vida dos homens e mulheres deste planeta, mas, nenhum ser se consegue lembrar que as guerras podem terminar se deixarem de parte a ganância.
As guerras só têm essência, quando os adversários conhecem os motivos porque lutam, pois, somente assim encontrarão fundamento para o diálogo, que os levará a alcançar a paz.
As guerras não declaradas pelos inimigos, não têm fundamento, mas, a forma covarde como os adversários se sentem melhor confortáveis em atacar por trás e em silêncio os seus opositores, mostra o quão importante é estar vigilante.
Um Mundo sem guerras é Utópico, considerando que a implementação de uma ética “UNIVERSAL”,tendo como Pilares a liberdade, fraternidade e igualdade, com fins de substituir a contemporânea e obsoleta cultura individualista da “Competição& Meritocracia” pela sapiência da “Cooperação em Sinergia” , ser também uma Utopia!
Conclui se então, que tais desvaneios só são possíveis de se concretizarem, em simbiótica díade.
