Grandes Pensadores
Viva bem, lembrou a si mesmo, e tenha certeza de que vão sair boas coisas de você, mesmo que não perceba.
Quem ama sente uma enorme desilusão depois de finalmente chegar ao prazer. E, surpreso, vê que aquilo que tanto desejou traz o mesmo que qualquer outra satisfação sexual, e assim não encontrará muita vantagem em amar.
Podemos conhecer muitas coisas apenas através da razão. A geometria, por exemplo. Ou alguém pode ter uma experiência dolorosa e concluir a partir dela, ou pode olhar, ler, observar os outros.
Eu me lembro que ainda muito jovem li as memórias de Goethe. Goethe era um sujeito que achava que nós deveríamos cumprir todas as nossas obrigações para com a sociedade. Porque nós temos de ser superiores a ela, não inferiores. Se nós consentimos que a sociedade nos marginalize e nos derrube, então nós seremos seus escravos.
Eu tinha muita amizade com o doutor Juan Alfredo César Müller. Ele era um sujeito goetheano. A ética que ele seguia era a do Goethe, baseada em três coisas: o homem deve ser digno, prestativo e bom. O dr. Müller era a encarnação dessas três coisas, era digno, prestativo e bom. Você não pode fugir das suas obrigações sociais. Claro que, às vezes, você as cumpre imperfeitamente. Mas você não pode fugir delas, porque se você fugir, você se enfraquece. E se você se enfraquece, você torna-se uma vítima inerme da pressão. Você tem de se esforçar, tentar fazer o máximo para que seja mais forte do que a pressão da sociedade, não mais fraco, jamais uma vítima.
Goethe fala de sua ética do trabalho em seu livro de memórias "Poesia e Verdade" e nas "Conversações com Goethe", escrito por seu secretário, que teve a prudência de anotar os diálogos que tinha com Goethe nas conversações do dia-a-dia e que eram jóias.
"Goethe dizia que a maior força que existe é a personalidade humana. Para você ter força na atuação pública, a primeira coisa é: você tem de ser você mesmo. Você tem de ser mortalmente sincero com você mesmo e com Deus. Ser aquilo que você é, sem se orgulhar de ‘ser você mesmo’. Não, eu não me orgulho de ser eu mesmo, eu simplesmente sou. Eu não consegui ser outra coisa. Na medida que você aparece, não com uma personalidade forjada, não com uma máscara, mas com seu coração na mão — a sinceridade –, as pessoas te ouvem. Isto já era o segredo de Sócrates: Sócrates chamava o testemunho de seus ouvintes (…). Se você soubesse o número de pessoas que me escreve dizendo que eu disse o que elas estavam tentando dizer! Eu não estou aqui para dar minha opinião, estou aqui para dar a sua."
Só os mortos conhecem o fim da guerra.
Nota: Trecho adaptado da frase que costuma ser erroneamente atribuída a Platão.
Apenas os mortos verão o fim da guerra.
Nota: Citação inspirada no pensamento de George Santayana erroneamente atribuída a Platão.
Eu nunca sei o que fazer, muito menos o que falar,
está tudo tão insignificante, talvez eu seja o insignificante.
Só quero ter a alegria de poder te falar,
quem sou eu, como sou eu
minhas tristezas, talvez minhas alegrias,
que até eu mesmo desconheço.
Não quero ser um obstáculo em sua vida, não quero ser o fardo a pesar em seu ombro, não quero que troques tua felicidade por mim, quero mais que tu vivas bem, que sejas feliz em lembrança aos poucos bons momentos que tivemos...
A amizade torna a prosperidade mais brilhante e ilumina a adversidade, por dividi-la e compartilhá-la.
Six mistakes mankind keeps making century after century:
Believing that personal gain is made by crushing others;
Worrying about things that cannot be changed or corrected;
Insisting that a thing is impossible because we cannot accomplish it;
Refusing to set aside trivial preferences;
Neglecting development and refinement of the mind;
Attempting to compel others to believe and live as we do.
O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro Público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver às custas do Estado.
