Grandes Pensadores

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Três coisas há que só se conhecem nas ocasiões:
O valor, no perigo;
A Prudência, na cólera;
E os amigos, na adversidade.

Não é que nos falte valor para empreender as coisas por elas serem difíceis; mas elas são difíceis precisamente porque nos falta valor para as empreender.

Albert Camus escreveu: “Abençoados são os corações que podem dobrar, eles nunca se partirão.” Mas eu me pergunto… se não se partir não haverá cura, não havendo cura, então, não haverá aprendizado. E se não houver aprendizado… Então não haverá luta. Mas a luta é uma parte da vida, então, devem todos os corações partirem?

Retraduzindo Albert Camus:

Você tem necessidade de provar que está com a razão?
Se a resposta for sim, então isso é um sinal de que você tem um espírito vulgar.

É uma equação comprovada: quanto menos me relacionar com as pessoas, mais feliz fico. Quando tentei viver no mundo, estava sempre inquieto. Meu único caminho para a paz é ficar fora do mundo, não querer nada, não esperar nada, fazer conquistas contemplativas e superiores,

Se você se interessa muito por filosofia, prepare-se para ser motivo do riso e escárnio de todos. Se persistir em seu interesse, saiba que essas mesmas pessoas depois irão admirar você. (...) E que, se por acaso der atenção a fatos externos, para agradar a quem quer que seja, fique certo de que arruinará seu estilo de vida.

Uma pergunta não é uma pergunta se você sabe a resposta.

Acredito piamente que o homem mais feliz é o que busca apenas a solidão.

Não conte a um amigo o que seu inimigo não pode saber.

Quando acordamos desanimados no meio da noite, os inimigos que derrotamos há muito tempo voltam para nos assustar.

Embora apreciasse a conversa séria, ele raramente encontrava companheiros de refeição que merecessem desperdiçar seu tempo.

A única forma de um homem se manter superior aos demais é
mostrar que não depende deles.

Não devemos nos preocupar em como as coisas são, mas nos maravilharmos por elas serem, por existirem.

Somos tão perseguidos pelo passado e pelo futuro que só podemos passar rapidamente pelo presente.

Viva bem, lembrou a si mesmo, e tenha certeza de que vão sair boas coisas de você, mesmo que não perceba.

Quem ama sente uma enorme desilusão depois de finalmente chegar ao prazer. E, surpreso, vê que aquilo que tanto desejou traz o mesmo que qualquer outra satisfação sexual, e assim não encontrará muita vantagem em amar.

Podemos conhecer muitas coisas apenas através da razão. A geometria, por exemplo. Ou alguém pode ter uma experiência dolorosa e concluir a partir dela, ou pode olhar, ler, observar os outros.

Só os mortos conhecem o fim da guerra.

George Santayana

Nota: Trecho adaptado da frase que costuma ser erroneamente atribuída a Platão.

Apenas os mortos verão o fim da guerra.

Douglas MacArthur

Nota: Citação inspirada no pensamento de George Santayana erroneamente atribuída a Platão.

Eu me lembro que ainda muito jovem li as memórias de Goethe. Goethe era um sujeito que achava que nós deveríamos cumprir todas as nossas obrigações para com a sociedade. Porque nós temos de ser superiores a ela, não inferiores. Se nós consentimos que a sociedade nos marginalize e nos derrube, então nós seremos seus escravos.

Eu tinha muita amizade com o doutor Juan Alfredo César Müller. Ele era um sujeito goetheano. A ética que ele seguia era a do Goethe, baseada em três coisas: o homem deve ser digno, prestativo e bom. O dr. Müller era a encarnação dessas três coisas, era digno, prestativo e bom. Você não pode fugir das suas obrigações sociais. Claro que, às vezes, você as cumpre imperfeitamente. Mas você não pode fugir delas, porque se você fugir, você se enfraquece. E se você se enfraquece, você torna-se uma vítima inerme da pressão. Você tem de se esforçar, tentar fazer o máximo para que seja mais forte do que a pressão da sociedade, não mais fraco, jamais uma vítima.

Goethe fala de sua ética do trabalho em seu livro de memórias "Poesia e Verdade" e nas "Conversações com Goethe", escrito por seu secretário, que teve a prudência de anotar os diálogos que tinha com Goethe nas conversações do dia-a-dia e que eram jóias.