Gosto da sua Voz
Não tenho um corpo sexy, nem mesmo sou considerado atraente, não tenho uma voz charmosa ou um olhar ardente, Mas também não sou um homem comum.
Não sou um segredo, nem indiscreto, mas visto pelos olhos incomum dos incomuns, assim como uma estrela cadente aos atentos.
Um café, um som e um cigarro. Tudo amontoado.
Lembranças de um amor e vontade daquela voz, nem que seja por mais um único instante.
Acendo mais um em vão só para não perder a razão, e a cada tragada, eu me mato mais um pouco.
Bom, não sei bem se é o cigarro, talvez seja essa solidão.
Não importa, se o pulmão não parar primeiro que seja meu coração.
Com o cigarro no canto da boca eu já não tenho muito o que dizer, só pensar até amanhecer.
No véu do tempo, ecoa uma voz,
Onde a memória se faz presente,
Você só existe na lembrança dos outros,
Se não é lembrado, é ausente.
A vida, um fio tênue de percepção,
Desenha-se na mente que observa,
O que não é visto se dissolve,
Como sombra que a luz encerra.
Cada instante é uma gota efêmera,
No oceano da consciência alheia,
O real se forma na lembrança,
E o que se apaga, nunca se espelha.
Assim, na dança do imaterial,
Você vive nas memórias que brotam,
Se o olhar se desvia, você se esconde,
No abismo do que não é notado.
E assim, na eternidade fugaz,
Só existimos quando somos vistos,
Pois o ser é feito da visão alheia,
E o esquecimento é um eterno aviso.
Sem voz, você não impacta. Como é o mundo para quem vive com surdez? Eles impactam todos os dias com esforços dolorosos.
Loucura seria se eu não me ouvisse,
se não escutasse a voz tempestuosa do meu próprio ser, no silêncio das minhas inquietações e nos gritos das minhas certezas;
Loucura seria se eu não me permitisse,
sentir cada pulsar do meu coração,
dançar ao ritmo dos meus sonhos/ideais e desalinhar meus passos ao som das minhas paixões;
Loucura seria se eu não me seguisse,
pelos caminhos que eu mesmo traço,
pela estrada que se faz no instante em que decido viver a minha verdade e que Deus impõe que eu viva;
Loucura seria se eu não me amasse,
com a intensidade de um pôr do sol,
abraçando minhas imperfeições, celebrando minhas singularidades, mesmo não sendo compreendida e julgada negativamente pela maioria que não aceita minhas decisões;
Loucura seria se eu não me fosse,
se não me permitisse ser tudo o que sou,
em cada suspiro, em cada escolha, em cada recomeço.
Zicoiolo
Se não fosse tão ridículo falar de amor.
Eu iria dizer que te amo em voz alta.
É porque você não presta bem a atenção
Às vezes, eu até expresso.
Só que é tão sutil que você tropeçou.
Ora, eu sou tão intenso, tão plausível que me parece outro.
Meu exterior é norte, alegria e paixão.
Dentro de mim incauto, solidão.
Às vezes, é preciso mudar a dinâmica, deixar que o outro também ouça a voz do seu coração! É necessário fazer isso funcionar juntos como uma equipe, para que não se percam novamente um do outro, podendo se dar uma chance!
"A Eterna Voz da Alegria"
Hoje o Brasil amanheceu com um silêncio diferente, um silêncio que ecoa nas avenidas, nas praças, e nos corações de milhões de brasileiros. O som inconfundível que tanto nos acompanhou ao longo de décadas não mais ressoa. Silvio Santos, o homem que com seu sorriso cativante e carisma singular, preencheu nossas tardes e noites, partiu para uma nova jornada. Ele foi mais do que um apresentador; foi um ícone, um símbolo de perseverança, generosidade e alegria.
Nascido Senor Abravanel, em 1930, no Rio de Janeiro, Silvio construiu um império com suas próprias mãos, algo que poucos podem se orgulhar de dizer. De camelô a dono de uma das maiores emissoras de TV do Brasil, sua trajetória é uma verdadeira epopeia moderna, repleta de lutas, superações e vitórias. Mas o que sempre se destacou em Silvio não foi apenas sua inteligência comercial ou sua habilidade de se reinventar. O que o tornou inesquecível foi sua capacidade de conectar-se genuinamente com as pessoas. Afinal, Silvio Santos era muito mais do que o dono do Baú da Felicidade ou o homem dos aviõezinhos de dinheiro. Ele era um contador de histórias, um mestre da comunicação que sabia como poucos falar com a “Dona de Casa” e o “Seu José” do outro lado da tela. Com ele, os lares brasileiros se encheram de risadas, sonhos e, por que não, esperança. Sua presença transcendia a tela; ele era parte da família brasileira. Seus programas, sempre cheios de espontaneidade e bom humor, eram um refúgio para muitos. Em um país tantas vezes marcado por crises e dificuldades, Silvio oferecia um alento, uma pausa bem-vinda para que todos pudessem, ao menos por algumas horas, esquecer os problemas e se permitir sorrir. E não era um sorriso qualquer, mas um sorriso que vinha do fundo do coração, aquele que só é possível quando se está na companhia de um amigo querido.
Silvio Santos não era um apresentador comum; ele era um artesão da alegria. Sabia como ninguém moldar os sentimentos do público, transformando momentos simples em experiências memoráveis. Seja com suas brincadeiras, seus bordões icônicos ou com as músicas que cantava, ele sempre soube criar uma atmosfera de leveza e diversão, fazendo com que todos se sentissem parte de algo maior. Mas, como toda grande estrela, o momento de apagar-se chegou. Silvio Santos se despede de nós, deixando um legado imensurável, não apenas na televisão, mas no coração de cada brasileiro que, em algum momento, foi tocado por sua voz, seu riso e seu olhar bondoso. Seu nome ficará para sempre gravado na história, não apenas como o maior apresentador da televisão brasileira, mas como um exemplo de perseverança, coragem e amor ao próximo.
A morte, para muitos, é vista como o fim. Mas para Silvio Santos, que dedicou sua vida a espalhar alegria, talvez seja apenas o começo de um novo espetáculo, em um palco ainda maior, onde ele continuará a fazer o que sempre fez de melhor: encantar.
Enquanto o Brasil chora sua partida, somos lembrados de que as estrelas mais brilhantes nunca se apagam de verdade. Elas continuam a brilhar nos corações daqueles que tiveram a sorte de vê-las em seu esplendor. E assim, Silvio Santos, nosso eterno “patrão”, continuará a viver, não apenas em nossas memórias, mas em cada riso que provocou, em cada sonho que inspirou, em cada vida que tocou.
Hoje, nos despedimos não apenas de um homem, mas de uma era. Mas mesmo em meio à tristeza, podemos encontrar consolo no fato de que Silvio Santos viveu uma vida plena, uma vida que será lembrada e celebrada por gerações. E enquanto o silêncio da saudade preenche os lares brasileiros, sabemos que, em algum lugar, ele ainda está sorrindo, nos agradecendo por termos sido seus fiéis companheiros nessa jornada de luz e alegria.
Descanse em paz, Silvio Santos. O show nunca mais será o mesmo sem você, mas sua luz continuará a brilhar em cada canto deste país que você tanto alegrou.
(Sábado, 17 de agosto de 2024).
Quero sentir teu abraço, a tua presença,
Quero ouvir tua voz, sentir teu cheiro, sentir teu amor.
Mas a distância me impede, me tortura, me consome,
E me faz questionar se esse amor, tão forte, tão intenso, resistirá a essa prova.
Quero te tocar, te sentir, te ter em meus braços,
Quero ouvir tua voz, sentir teu cheiro, sentir teu amor.
Mas a distância me impede, me tortura, me mata.
A voz da mulher que amo, não é apenas melodia aos meus ouvidos ... É antes o sopro da vida por que suspiro e inspiro e coração que me enche de paixão a cada dia que lhe sinto entrelaçada em mim.
Ouço a voz de meus demônios sussurrando, quem eu mais amo gritando enquanto estamos nos amando, em um instante tudo muda, nada dura para eternidade, nossa essência é um ser, cada ser um elemento, a manifestação do que não se vê, me diz qual a procedência de incidências que remontam você? procuro a glória em viver, do outro lado não sei se vou te ver, cada encontro é um ponto da agulha que perfura o tecido, meio tímido e atrevido, de covarde a destemido, sincero ou desmentido, o olhar move as pernas que nos guiam no caminho, só queremos mais um pouco de carinho, seja físico, mental, químico, do espírito. Tudo que a imaginação possa criar, sinto no ar o mais puro aroma de lavanda na varanda, sistemas que programam nossa vida em prol de frenética produção, o planeta é um barco que afunda enquanto lavamos nossas mãos. Me diz quem é o capitão? O capital que se converte em rugas e olheiras, cansaço, bebedeira. O alimento que vicia os sentidos enquanto gasto calorias na esteira.
O menino que escrevia histórias encontrou na voz da garota que canta a melodia perfeita para cada uma de suas palavras, transformando sonhos em canções que o mundo jamais esquecerá.
"Eu creio que doar sangue não é um ato voluntário, mas sim a voz de Deus nos convocando para o nosso verdadeiro propósito aqui na Terra."
Queria te ter em meus braços, sentir teu cheiro,
Ouvir o teu riso, a voz que me acalma.
Mas a distância, uma muralha terrível, me impede de te ter,
E a tristeza, como um furacão, me destrói, me abate, me causa amargura.
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