Geografia
"A Geografia é a ciência que estuda o espaço e suas relações, suas construções e desconstruções, a relação homem-natureza, a antropia. Por isso, possui conexão direta com as Ciências Humanas, Sociais e Ambientais, e, por óbvio, é que, nos estudos e pesquisas geográficas há um diálogo permanente da Geografia com a Antropologia, a Sociologia, a Economia, a Política, o Direito, a História, a Biologia e a Filosofia. E como resultado desse diálogo, uma produção do conhecimento geográfico com rigor científico transcendente."
Se houver uma Geografia da Geociencias, então nós faremos acontecer muitas Geografias no meio da carreira, então a Geografia não nos deixa dormir... Moçambique ainda quer Geografia actualizada
Se pensar estudar Geografia, estude primeiro seu papel como Geógrafo Tradicional, da modernidade teremos uma epifania ambiental... Estude a Geagrafia no seu meio.
Sorria para mim...!
E sinta o silêncio da minha mão
A caminhar na geografia do teu coração
Convença-me de que o teu amor é maior
Grita pelas escadas...
Antes que teus beijos asfixicie-me
Quero chamar o teu nome
Entre os fundos e do outro lado da tua pele
Daniel Perato Furucuto
"Último poema"
Abandonei o onde
Para apegar-me ao porquê
Larguei a geografia
Para ser fiel a filosofia
O inicio foi oque me perdeu
E o fim um fogo que nunca ardeu
Congelei o meu coração para não amar
A terra deixou de ser a margem porque nunca notei o mar
Último poema
Tão último quanto o primeiro
Tão longo quanto o coqueiro
Último poema
Um verso tão perverso
Quanto uma estrofe sem fim
"Não faz sentido"
Últimopensador
Amor, na Geografia tem espaço geográfico, cujo as referências são; Montanhas, Rios, Relevo, Oceanos etc... Você estuda muita coisa, eu só quero estudar você.
Quanto ao ensino de Geografia, se o discente for orientado que os seus conceitos são observáveis no cotidiano, principalmente o de espaço geográfico, suas transformações e mutações, o conhecimento é absorvido facilmente. Um exemplo clássico de aplicar o conhecimento teórico a prática.
Sempre João
João, amor impossível,
tecido em desencontros,
entre a geografia que separa
e o destino que brinca.
Nosso encontro: inesperado,
um sopro de eternidade,
mas logo perdido
no emaranhado do acaso.
Intensidade que queima,
conexão de alma antiga,
lembrança de outra vida,
onde a morte nos levou.
Reencontro agora,
cercado pelo mesmo enigma:
amar sem possuir,
sentir sem permanecer.
Mas sempre João,
em cada curva da memória,
em cada suspiro de saudade,
sempre João.
A geografia do seu passado pode ser estudada pelo mapa do seu coração, onde os pontos perdidos podem ser encontrados pela sua alma à medida da revelação de seus sentimentos.
Pegando ônibus você utiliza geografia; lavando roupas, química; indo a um museu ou passeando, história; assistindo um filme ou teatro, arte; indo ao mercado, matemática; lendo um livro ou escrevendo um texto, línguas, leitura ou português; caminhando e cuidando da saúde, física corporal; fazendo um café, ciência; utilizando um celular, informática. A escola comum não te torna especialista em nada, mas encaminha e instrui para o dia a dia comum. Ninguém vira avançado sem antes ser comum.
Na matemática de sua vida, multiplique o amor ao próximo. Na geografia, escale as montanhas da vida sabendo que só chegará ao topo se merecer e no português, pronuncie sempre a linguagem do bem
A viagem no tempo é a manipulação de espaço ( matéria + geografia ) vezes reação de movimento em dualidade, dividido por três gerações de energia e essa sendo subtraída pelo amortecimento da inércia
VT = E.M^2/3g-AI
A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.
O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.
Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.
A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.
Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.
Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.
