Gente Mesquinha

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⁠"NÃO TE ALIES A GENTE QUE GASTA MAIS DO QUE GANHA, pode adquirir este hábito nocivo a sua vida. Abrahão Lincoln disse: -- Se quiseres evitar dificuldades, não gastes mais do que ganhes -- poupe; é melhor o gerente de banco te ligar, perguntando quanto você quer investir, do que te cobrando uma conta atrasada"

⁠ Aprendendo a Viver

Num piscar de olhos a vida passa
Tem gente que enxerga, mas não vê
E ainda acha que ela é ingrata
O segredo é aprender a viver

Veja bem, a vida está passando e você aí
Não consegue ver que ela sorri pra ti

Que anda lamentando com vontade de chorar
E vive procurando, mas não sabe encontrar
Amor, paixão e carinho

Agora vou dizer, você precisa me escutar
A solidão que tens vai te ensinar
Sejas feliz sozinho!

O 1° dia da Gente.. Você apagaria?


Às vezes o que a gente queria não é apagar o começo, mas apagar a expectativa que a gente criou nele. O primeiro dia é semente; o que a gente pode mudar é como cuida do que nasceu depois.

Chorar não é o oposto de ser forte.
É o corpo dizendo “ainda tô aqui, mesmo quebrado”. Gente forte não é quem não desaba, é quem levanta todo santo dia com a alma em pedaços e ainda tenta dar um jeito.

“Tem hora que a gente só quer silêncio mesmo. Recomeçar é coragem disfarçada de solidão.”

Tem coisa que faz a gente lembrar que é... viva e doída,
um eco que não se cala,
um fio solto no tempo
que puxa a gente pra casa.
Que é... riso que arde,
lágrima que dança,
um cheiro, uma cor,
um instante que nunca se cansa.

Tô aqui. Mesmo torcendo pra você parar de sofrer por gente que não soube te segurar.

O barulho


Não é som.
É excesso.
É gente falando por cima,
história torta batendo na cabeça,
telefone vibrando como ameaça,
nomes que não pedem licença.
O barulho não grita.
Ele insiste.
Mói por dentro até o silêncio parecer suspeito.
Tem barulho de culpa que não é sua.
Barulho de versão que você não contou.
Barulho de afeto mal interpretado
virando arma na boca errada.
Por isso o corpo quer fugir.
Não do lugar.
Do ruído.
Porque quando tudo cala,
o gelo começa a derreter
e sobra só o que é seu de verdade.
Sem eco.
Sem defesa.
Sem precisar explicar nada.
O barulho não te define.
Ele só revela
o quanto você precisa de paz
pra voltar a ouvir a si mesma.

A gente não escolhe o que sente, mas escolhe o que faz com isso quando chega outro momento.

Gente que fala de si como anúncio geralmente está tentando se convencer antes de convencer o mundo.

Quando você se escolhe, muita gente some. Não é perda, é limpeza.

Ninguém nasce forte, a gente vira, no atrito entre a dor e a decisão de continuar.

O erro de muita gente forte é esse:
aguenta pouco? Não.
Aguenta demais.

Não foi fraqueza.
Foi entrega.


A gente não erra por amar.
Erra por aceitar pouco quando está oferecendo tudo.
Muita gente se apaixona por versões.
Pela pessoa que existe na madrugada,
na conversa intensa,
na promessa sussurrada,
no “talvez um dia”.
Mas caráter não aparece só no que alguém diz no privado.
Aparece no que assume no público.
Quem te esconde, já está escolhendo.
Quem te mantém em espera, já decidiu.
Quem vive de versões, nunca oferece verdade inteira.
O problema nunca é sentir demais.
É sentir sozinho.
E quando a incoerência vira rotina...
Mentira descoberta,
decepção engolida,
esperança renovada...
Não é amor que sustenta.
É apego.
Dói perceber que se foi opção enquanto acreditava ser escolha.
Dói entender que intensidade não transforma quem não quer mudar.
Mas há uma virada silenciosa nisso tudo:
Não é fracasso amar forte.
Fracasso é permanecer onde não há respeito.
Quem não te assume na luz
não merece teu amor no escuro.
E um dia a dor vira lucidez.
E a lucidez vira limite.
E o limite vira dignidade.
E a partir dali,
ninguém mais te mantém...
Ou te escolhe
ou te perde.

“Tem gente que acha que me conhece… mas nunca teve coragem de me enxergar de verdade.”

“Tem gente que perdeu tudo em mim… E ainda acha que foi escolha minha.”

Às vezes a gente chama de amor
só pra não admitir
que era solidão querendo companhia.

Tem gente que não foi feita pra ficar,
foi feita pra ensinar
o quanto a gente aceita menos do que merece.

Na rede ninguém é um só.
Somos versões. Fragmentos. Edições constantes do que a gente acha que o mundo tolera ver.

Tem gente que chama caos de amor
porque nunca aprendeu a oferecer paz.
E quem tenta salvar tempestades humanas
quase sempre termina afundando junto.