Futilidade
A mediocridade vem da futilidade com o vulgarismo sem filosofia e sem razão de viver alguma honestidade;
O interesse destrói as verdades de um sentimento com a pobreza da ostentação;
Apenas um coração vazio disponibiliza de algum interesse que não se faz tão obvio que não seja ao visual;
O erro tão fútil que balançou os sentimentos, mas nunca insinuo em tocar no amor;
As ousadias não se manifestam guardando os instintos e intensificando a plenitude que deságua sobre meu ser;
Abro minhas asas para envolver-te, aquecendo para garantir suas verdades;
Quero te proteger dando-te meu coração no meu doar para te provar que lhe tenho um imenso amor;
Quem sou, onde vou à teu lado são minhas respostas para acalentar meu coração;
Eu não preciso de promessas nem da futilidade para realizar o seu sorriso e que possa ser o meu raio de sol;
Pare e pense como podemos ser tudo o que nos sonhamos na vida sem renúncia e com todo carinho que o coração possa sentir;
Que bom te ter em meu coração e em meus pensamentos sem querer nunca fugir da direção que nos leva à felicidade;
Não importa em nada
A intensidade ou a quantidade
Se é fútil a existência
Inútil o questionamento.
E quanto mais você quer e tenta
Com que as coisas sejam do seu jeito
Seja ele qual for
Parece que algo acontece
E o mundo, então
Amanhece imperfeito ainda
Com o tempo você entende
Que não importa em nada
A quantidade de pessoas
Que cruzem os vossos caminhos
Em algum momento
Elas vão querer
Estar sozinhas
E sempre terão ideias
Diferentes das suas
Discordarão de você
Pois, assim como a todo mundo
De vez em quando, elas se sentem
À beira de um imenso abismo
Escondido
No lado escuro e triste
Que existe dentro da alma
Penso que a vida é uma missão
E todos, sem exceção
Tem dívidas a ser resgatadas
Dúvidas não respondidas
E as respostas que procuram
Estarão, em parte, no mundo
E outra parte dentro de si mesmas
De repente você percebe
Que o fato de estar sozinho
Não significa exatamente solidão
Assim, como a fria presença
de quem só pensa em si mesma
Não chega a ser companhia
Por isso é desimportante
Que a gente pergunte ao mundo
Lembre-se que
Se você pudesse voar, voaria
Voava aos confins do Universo
Consumindo a si mesmo
Pra descobrir que a resposta
Jamais esteve escondida
Eis que uma porta se abre
À tantas perguntas
Que agora parecem-te tolas
Um dia a existência do nada
O lírio do campo, a migalha
Salta aos olhos
Quando a diferença
Entre um rei e o cretino
Não é ouro, nem vitória
ou batalha enaltecida
nascimento ou destino
e nem glória
A alma nobre e majestosa
Atravessa uma vida
E poucos serão os olhos
A que se faz reconhecida
Mas isso, é uma outra história.
Edson Ricardo Paiva.
escrevi rapidamente
um verso útil
capturado na mente
de forma fútil
que chegou voando
veio declarando
completa alegria
em forma de poesia.
Escrevo por lazer
Com prazer.
Escrevo também, para sobreviver
Sem perecer
Nessa vida fútil
Assim me sinto útil.
O vazio é habitado por quem enche sua alma de futilidades, de relações rasas, sem dar espaço a novas possibilidades.
Uma geração que gasta horas nas redes sociais vendo futilidades e ministrações coaches, acredita que com alguns minutos de oração e de leitura bíblica trará mudança de vida e avivamento.
Quando descobrimos nosso propósito, automaticamente paramos de desperdiçar nossas vidas com futilidades e começamos a nos mover no nosso propósito com todo o nosso potencial. Portanto, é nesse período que devemos ser vigilantes para não desistirmos no processo. A forma mais poderosa de destruir alguém é desviá-la do seu propósito.
