Fuga
Talvez, na realidade,
a loucura possa ser
uma amostra de sanidade,
uma fuga momentânea
para não surtarmos de verdade.
Fuga momentânea da realidade, passeando pelas páginas de bom livro, às vezes, lendo histórias ricas em simplicidade, emoções calorosas, risos e lágrimas, reflexões sobre a vida, a oportunidade de conhecer outras essencialidades, uma reunião das palavras que de alguma forma estão vivas e merecem ser lidas com calma para que se possa tirar alguma lição que vivifica, as mensagens que quis passar através das suas linhas expressivas.
Estive tão triste nessa ultima hora que qualquer convite para um salto eu topava um fuga
Qualquer saída
Mais não veio nada.
E o álcool não ameniza a depressão
Estou só mesmo rodeado de pessoas são vozes e palavras que não levam a nada e não chegam perto do nada que sou. Viver virou um grande desafio .
Tudo que quero é o fim... paulorockcesar
Sociedade
A fuga do instinto no instituindo a não agir, um colapso, um grito, farpas cúspides, é atiradas ao vasto buraco negro que muito protestao é chamam de sociedade, estúpidos São os que reagem, os que esperam ainda sentir que buscam algo mais dessa rotina dessa esteira rolante de conformismo e s- pura ilusão estamos moldados ao fracasso pois não reagimos a grande falha em perde os instintos é que perdemos a identidade perdemos a atitude é não sabemos viver abisorvemos esse conduto e acreditamos que isso é vida quando não passa de uma repetição de pessoas feito máquinas marcando seuns pontos batendo o cartão na máquina da sociedade achando que está vivo quando é um mero mecanismo a sombra da sobrevivência. PauloRockCesar
Escrever é mais que arte, é desabafo e também fuga. Fuga de si mesmo, dos próprios anseios e dilemas. Escrever não requer apenas raciocínio ou lógica, requer sintonia entre pensamentos e sentimentos.
Na dança sutil entre sombras e luz,
A fuga se ergue como um véu fugaz,
Mas seu encanto é efêmero, ilusório,
Pois ao fugir, a alma se dispersa.
Quem parte carrega mais que seu fardo,
Leva consigo um eco de despedida,
Um eco que ressoa nos corações deixados,
Marcando-os com a tinta da ausência.
A fuga é uma coreografia de solidão,
Uma dança onde o vazio é o par,
E quem foge dança ao som do silêncio,
Deixando para trás um palco vazio.
No fim, as fugas são como poemas tristes,
Que desumanizam os versos da vida,
E quem parte, por mais que busque se esconder,
Deixa um rastro indelével de suas pegadas.
Então fique até ter coragem para permanecer e dividir as levezas, preencher os espaços para que o eco não dissipe ímpar as coisas não compreendidas. Deixe a tinta daquelas ausências insistentes escorrem sob os pés enquanto bailamos.
Há quem chame de vício.
Eu chamo de fuga.
Fuga de si, dos abismos internos que não tiveram coragem de atravessar.
Vícios não são só substâncias — são pactos silenciosos com a autossabotagem, com personagens frágeis que fingem força, com sombras que cresceram demais porque receberam atenção demais.
Eu sei o que é isso.
Eu já estive ali: no precipício da compulsão, no limite entre o alívio momentâneo e a destruição silenciosa.
Mas um dia — e esse dia sempre chega para quem decide — eu olhei no espelho e entendi: ninguém virá me salvar.
Ou eu me levanto, ou viro pó.
Troquei minha compulsão pela escrita.
Pelas palavras que curam, pelas ideias que constroem, pelo trabalho que transforma.
Troquei o vazio pelo propósito.
E entendi, com a brutalidade da vida vivida, que ninguém me deve nada.
Quem me ama, fica.
Quem escolhe partir, que vá em paz.
Eu não imploro, não suplico, não me diminuo.
Aprendi que o outro só pode me ferir uma vez.
Depois disso, se continuo sangrando, o punhal já é meu.
Quem se agarra ao passado arrasta correntes.
Quem se liberta, voa.
E eu escolhi voar.
Deixo as pessoas livres para serem quem quiserem ser — mesmo que isso signifique escolherem não ser comigo.
Porque o amor verdadeiro não suplica: oferece.
E se não for recebido, segue inteiro.
No fim, quem mais precisa do meu amor sou eu mesma.
E esse amor, hoje, é inegociável.
Não carrego mais monstros — só cicatrizes que me lembram do quanto fui forte.
A vida não é sobre vencer todos os medos, mas sobre não deixar que eles decidam quem você vai ser.
E eu decidi:
Vou ser farol.
Não âncora.
Ilumino.
Mas não prendo.
Diane Leite
Escrever é fuga, é alívio
sai aquele peso das costas e somem os pensamentos da mente, aqueles que nos adoecem...
Escrever é o caminho para não enlouquecermos!
Há diferentes formas de fuga. Algumas pessoas fogem saindo de casa outras fogem ficando muito tempo no mesmo lugar.
anestesiados
pela boa e velha
sociedade,
seguem remando
prum único fim,
a fuga da realidade.
recorrem às religiões,
ao consumismo,
recorrem aos salvadores
e às palestras de
empreendedorismo.
“” Gostaria de ser lembrado por você nos momentos mais importantes de sua vida, quando numa fuga de pensamentos, lembrar-se das coisas boas que vivemos.
Gostaria de ser lembrado por você quando estivesse triste e por qualquer motivo precisasse de um conforto na alma, um carinho no coração.
Gostaria de ser lembrado por você mesmo quando o tempo estiver, quase apagando nossas lembranças. Ainda assim gostaria de fazer parte de sua vida e poder lhe retribuir em pensamento o bom que juntos vivemos.
Gostaria de ser lembrado por você, não pela lágrima da partida, mas pelo sorriso da chegada.
Gostaria de ser lembrado por você e poder lhe abraçar mesmo que mentalmente, num longo e carinhoso abraço e assim jamais ser uma página virada em sua vida...””
O amor é um cavalo xucro, selvagem, ferido, em fuga. Não teme o outro, teme ser preso. Mas o amor verdadeiro chega sem rédeas, espera em silêncio, acolhe sem moldar. E o cavalo, enfim, permanece. Não porque foi domado, mas porque, livre, escolheu confiar, escolheu ficar.
Ressurgira-lhe perecível-mente com extremo sentimento, seu querer em desejar um amor que se fez fugaz.
Serenamente a compreensão claramente se importou com a razão e em muros altos e distintos nos arredores de um caminho pleno e verdadeiro.
Teus suspiros quebrantavam meus desejos me conduzindo á felicidade.
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