Frio

Cerca de 5781 frases e pensamentos: Frio

⁠Coração frio, eu nunca vi.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Nenhuma criança sabe de onde saiu, ela só sente frio.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

No frio o poeta se esconde.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Nesse frio que está fazendo, tua falta eu estou sentindo; nessa chuva, nesse inverno, é com você que eu queria estar dormindo.

Inserida por Mannu23

⁠Você é a noite estrelada que Van Gogh falava... Você é verão no inverno, calor no frio, estrela mais brilhante do céu estrelado; você é o sonho mais lindo de sonhar, é o sorriso mais lindo de se ver, é o abraço mais gostoso de estar, você é a pureza nesse mundo de dor. É algo que não sei explicar, um sentimento que não cabe só para mim, explodir para o mundo o tamanho do meu amor e carinho por ti. É diferente, é puro, é singelo, é recíproco, é saudável; quem ver não acredita o tamanho da nossa conexão, o tamanho da nossa cumplicidade; amar você é sensacional, não existe cobranças, não existe tempestade, porque amar você é como amar o sol, aonde ele aparecer lá haverá luz. Você é minha luz, minha poesia, minha canção e minha pessoa favorita; não vejo a hora de te encontrar, de te abraçar e de estar junto a ti; peço todo dia pro tempo passar mais rápido possível, aonde não haver mais saudades entre nós. Amo te amar e amo que você me ame. Eu te amo princesa ❤️

Inserida por Mannu23

Indiferença.

Parece normal
Achar normal
Sentir calor no frio
Buscar o bem no mal
Estar em certos lugares,
Repletos de espaços vazios
As filosofias desta vida
Igualando demais
Aquilo que é desigual
Tempestades e estios
Na triste solidão de estrelas
Tão distantes e desertas.
Até o leito seco de um rio
Pode ser bem natural
durante alguns meses do ano
Mas é certo
Que mundos e gentes
Seguem ciclos diferentes
A graça da vida
Sempre subtraída
Atraindo pra junto de nós
Aquilo que nos faz
Irracionais
A seguir nos dividindo
Por corredeiras que se multiplicam
Sem criar raízes
Eu juro que pelo menos
Esperava um pouco mais
Que o nada ao quadrado
Mas essas simples frações reais
Jamais nos vem por inteiro
Aquelas coisas bonitas
Que a gente Infinitesimalmente crê
E, no fundo, acredita que não vem
Na angustiante efemeridade
desta vida que se vai
Naturalmente.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Hoje
Meu coração amanheceu
Tão frio quanto este dia
E não sei
Quanto tempo eu vou viver
Sem saber se novamente
Haverá nele calor
Eu pensava que o amor
A gente levasse com a gente
Não percebi que ele morria
Pois nele eu vivia absorto
Não via que estava morto
E vivia em mim somente
Nem sei se existiu de fato
Ou foi coisa da minha mente
Amor, algo assim, abstrato
Verdadeira mentira
Pura ilusão
Concreta agora
É somente a ira
Que me congela o coração.

Inserida por edsonricardopaiva

Todo mundo já viu terra
Todo mundo já viu grama
E sabe o que é frio ou calor
Todo mundo já viu o Sol
E sentiu medo do escuro
Todo mundo já quis saber
O que tinha atrás do muro
Todo mundo, às vezes erra
Todo mundo, um dia se escondeu
debaixo de alguma cama
Todo mundo já sentiu dor
Todo mundo assistiu futebol
Todo mundo um dia
Teve medo do futuro
E nem todo mundo
se esqueceu de tudo isso
Todo mundo conhece a Lua
Mas nem todos sabem
que lá não tem ar
E de tantos sonhos que tem
que nem lhe cabem
Parece até que vivem lá

Inserida por edsonricardopaiva

Sentado ao frio, de madrugada
observava extasiado, o Céu noturno
visão celeste em versão celestial
inacreditável panorama Leste-Oeste
flutuando muito além
da linha imaginária
que limita meu quintal
o imaginário, de repente
transportou-me a um lugar
totalmente inesperado
talvez fosse a imaginação
sempre latente
um sonho, uma esperança
ou pesadelo
ou quem sabe
apenas desprendimento
que me torna não fixo
a lugares ou momentos
contemplei os poderes da Lua
que molhava as mãos nos mares
distante de olhares mais atentos
e a dança ilusionista das estrelas
o tempo, deus atrapalhado
que não sabe e nem consegue
passar sem causar atropelos
sem precisar de ajuda, tudo muda
desde a vida da gente
até a cor dos meus cabelos
o vento que sopra suave
se alia ao seu amigo tempo
e juntos, montanhas esculpem
o limite de linguagem
não permite explicar a imagem
se eu fracassar, me desculpem
de repente
eles percebem que eu olhava
e o tempo fecha a cortina
então a Luz do Sol meus olhos lava
a noite assim termina
quando muda a paisagem celeste
tudo isso acontecendo
e você, com quem queria dividir
tudo isto
dormindo
sem lembrar
que
eu
existo

Inserida por edsonricardopaiva

O Sol ainda brilha lá fora
Eu sinto que luz e calor
Não me pode alcançar
Corpo frio
Longe de tudo
Até mesmo da própria vida
Coração vazio
Nada mais prende mais atenção
Que a vontade de ir embora
Lá no fundo do quintal
O ruído, pouco mais que gemido
De uma alma chorando escondida
O desejo de orar me toma
Mas Deus não há
Há somente a vontade que implora
Com voz que ninguém pode ouvir
E agora?

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Não existe nada no vazio
Além do frio
Que faz arrepiar
Até a alma
Toda vez que foge a calma
Na mais pura paz da madrugada
Não faz mal
Cada qual sabe a dor que lhe cega
No calar madrugada
E ela traz
Uma dor de cada vez
Escondida, bem guardada
Pesada e desembrulhada
Não precisa assinar
Nem nada
Se ela tem que entregar
Ela entrega.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

O sonho...a dor

O sonho saiu
Numa noite de frio
A dor o seguiu, por amor
Companheira de jornada
Na chegada e na partida
Partiu por sonhar
Toda dor também sonha
E todo sonho tem lugar guardado
Para a dor parceira...e ela chega
Em cada coração que um sonho abriga.
Todo bom sonhador
Tem no peito o sonho...a dor
Cada qual do seu lado
O sonho é perfeito
A dor é dor
Não faz mal
Sonho bom foi feito para ser sonhado
E quando não der certo
O sonho sonhador e a dor, eterna amiga
Estarão sempre por perto
Sonhador que é sonhador...nem liga.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠E fez-se a primeira noite
E desde a primeira noite, o frio
E fez-se o arrepio e nascem os sonhos
Em algum momento perdido, o calor
Inventando um novo invento
E veio o rio das horas
E veio a demora
Com o tempo que passa depressa a flutuar
E a folha que cai e que vai-se à toa
Ao arrepio da hora boa
E nasceu assim a lembrança
E o medo do fim
Como receio da noite vindoura
E da dor a lição
Assim fez-se a pressa, a que cessa num momento
Que é coisa a aprender-se depressa
A vida que escoa entre os vãos
Mãos vazias que acenam
O sempre olhar pra trás antes da curva
Até o dia de não nunca mais se ver esse olhar
Assim fez-se a madrugada, a alvorada
O outono que chega
A bruxa do tempo que ri só pra si
E assim fez-se a noite e a escuridão
Tão negra quanto o coração que era
Esperar no portão pelos passos que não mais escuto
E assim se fez a última noite
O longo tempo, que afinal
No final se fez tão curto.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠O inverno vem
E o frio trouxe uma versão profunda
das coisas invisíveis que essa vida tem
Pois, quando a estrada foi florida
Cada qual tinha as mãos dadas
Numa ilusão acompanhada
O inverno vem
E frio traz uma versão vazia em nossas casas
Os velhos bancos de madeira
Há muito se tornaram cinzas
No calor da fogo há companhia
Verdadeira e quase que tão passageira
Quanto as mãos que seguraram velhas mãos
Não tem mais quadros na parede
Não há porque encher os cântaros
O inverno carregou também a sede
Ainda resta alguma coisa
E ela só presta pra queimar
Dentro em bem pouco
Quando anoitecer no quarto morno
Do forno triste desse inverno interminável
Que existe sim, pra todos nós
Dentro de cada um
Esperando apenas pelo escurecer.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Mãe, tento não pensar sobre a nova casa que abriga o teu corpo, lugar frio, pequeno e sem quem mais amava, nós os seus filhos, solidão Mãe, tem seu nome e sobrenome.

Inserida por tatyanenicklas

⁠O mundo está ⁠ficando menos frio, mais quente, mais leve e portanto mais rápido.

Inserida por robertompeniche

Quieto

Em leito, sinto
Oh quão frio
Lobo só, sem matilha
Não tema
Está só!
Não reclame, diziam eles
Engula o choro!

Em leito, sentia
Já não mais
Mas, nada!
Frio sou
Não!
Tornei-me

Em leito, sentiria
Na pele
Seleção natural
Quantos lobos
Não entendo
Algo errado

Em leito, sinto
Coração, não mais
Odor pérfido
Não eram lobos
Abutres
Liberdade, enfim?

Inserida por DanielAvancini

⁠Deixe que meu vento te assopre
E carregue toda poeira
Que lhe traga boas energias
Que o vento frio se afaste
E o sol possa voltar a brilhar
Feche os seus olhos
Sinta o cheiro de tudo que lhe cerca
Permita-se viver

Inserida por DanielAvancini

⁠O Lobo e os Abutres

Em leito, sinto
oh, quão frio,
lobo só, sem matilha,
eco de uivo calado
que reverbera na pedra crua.
Não tema,
está só!
Não reclame, diziam eles,
engula o choro
como quem engole a própria sombra.

Em leito, sentia
já não mais,
mas, nada!
Frio sou
não!
Tornei-me
um vulto que se dissolve
na geada da madrugada,
uma presença que ecoa
no vácuo entre o ser e o deserto.

Em leito, sentiria
na pele,
rasgando o instinto
como faca cega.
Seleção natural
de almas partidas.
Quantos lobos
perecem em si mesmos
por não entender
que há algo errado
na dança da sobrevivência?

Em leito, sinto
coração, não mais.
Odor pérfido
de carniça ao amanhecer.
Não eram lobos,
eram abutres
vestidos de companheiros,
espreitando o cansaço
da fera solitária.
Liberdade, enfim?
Ou apenas a descoberta
de que a solidão
é menos vil
do que a falsa aliança
dos que fingem caçar juntos
mas apenas esperam
o momento da queda?

E quando o sol rasga a penumbra
como lâmina quente,
vejo o rastro das garras
que um dia julguei companheiras.
Eles não uivam,
não caçam,
não sangram pela honra
de viver em matilha.
São carniceiros,
esperando o último suspiro
da presa que pensavam ter domado.

Então ergo meu uivo
para o alto,
rompendo o céu cinzento
com o brado de quem
não teme mais a escuridão.
O eco invade os vales,
acorda os corvos,
faz tremer as sombras
que habitam a floresta.
E descubro,
na solidão que corta,
a liberdade crua
de ser lobo
entre abutres.

Não sou ferido,
sou a cicatriz que se ergue,
o instinto que sobrevive
ao banquete dos falsos.
Sou a fera que renega
o pacto da servidão.
Sou o silêncio que precede
o grito dos justos,
a promessa de que mesmo só,
o lobo sempre voltará
a caminhar sob a lua
sem temer as aves de rapina.

Inserida por DanielAvancini

Escolhemos onde seremos consumidos: ao redor de uma fogueira que nos aquece do frio ou como mero combustível dentro dela

Inserida por glauciocardoso