Fria
O hálito de uma noite fria e calada,é uma ungida manifestação para uma raivosa mente ,que clama o simples silêncio, de seu ensudercedor ser!
Na noite fria, tua voz me chamou
E pelas ruas eu fui em busca de sonhos perdidos
A lua mergulhando em minha direção
E eu me perdi em sentidos floridos
As luzes coloridas brilharam intensas
Clarões sustenidos tocaram em suas entranhas
Eu segui pela estrada, olhando capelas em ruínas
Mas só ouvi os tristes sinos das cafetinas
Encontrei amores, criaturas de brisa indecisa
E levantei fogo em devassa e vulcões em brasa
Um rosto meigo se insinuou na escuridão noturna
E você apareceu, minha musa taciturna
O afeto das estrelas testemunhou nosso encontro
Despertando os filhos da tempestade que semeiam sem piedade
O amor sem destino, a invisível ansiedade
Esperei o sol para te conhecer
Mas não quero pensar na luz do amanhecer
Apenas no resplandecer da paixão que nos fez renascer.
No dia mais escuro e na noite mais fria, agarre-se firme à realidade, que as estações mudam e as pessoas mudam também. O sol terá o seu tempo, o sol terá o seu brilho e o seu abraço quente irá te encontrar.
Não foi em uma tarde fria de OUTONO a primeira vez que me beijou, mas desde então levou contigo meu SONO. Levou também meu CORAÇÃO. Todavia, deixou o gosto amargo da SOLIDÃO. Assim vou vivendo a minha VIDA, pois bem sei, não sou a sua flor PREFERIDA. Solitária, no meu quarto, no silêncio da noite a saudade AUMENTA e uma terrível dor minha alma VIOLENTA. Rogo a Deus em ORAÇÕES que me ensine a controlar as EMOÇÕES e que eu volte a ser como era, antes de VOCÊ.
Deita aqui comigo, diz que a noite de hoje está fria. Não precisa de rodeios, porque eu quero o cheiro dos teus cabelos. E você quer cafuné.
Nunca fui pelas minhas emoções, prefiro ser uma pessoa fria...
Mas isso não significa que eu não tenho sentimentos.
Uma casa onde os filhos mandam é uma casa triste, sem estrutura e fria. Os valores morais e éticos, princípios e virtudes, são representados pelos pais. São eles os guardiões da única força capaz de moldar o caráter e conduzir o filho para o bem.
A união da noite fria, com comida de afeto e um bom vinho é a fórmula mágica milenar para sarar dores da alma.
Na manhã ainda fria, a teia é menos pegajosa. Gotas de orvalho refletem o sol na dissimulada armadilha.
"E ela ainda me olha sem saber
que sua solidão fria em mim recria
a saudade de um dia poder dizer
que eu te sinto, que eu te quero
e você é pedra... sem perceber."
"A mente atormenta durante a noite fria,
a paisagem congelada ocupa o espaço na mente vazia
o pensamento vaga em várias direções em busca de uma resposta
já não posso mais suportar essa falta de ar que me sufoca.
Preciso respirar mas em cima do meu peito há o mesmo peso na qual a minha mente esboça.
Será esse o meu fim?
A minha alma dói na possibilidade de perder o amor que sentem por mim."
Acho que preciso viver esse momento, fria, sem tanta empatia, viver o outro lado da moeda, saber como é, meus dons estão em mim ainda, no mundo espiritual sou uma enfermeira, curo as dores, e no momento, curo as minhas, muito devagar....muito, sinto falta da minha extrema positividade, eu acho a mais linda versão de mim, e a mais frágil...mas sinto falta, talvez eu consiga recuperar, ou não... tqlvez só essa minha versão fosse capaz de aprender o que é amor, tenho tanto orgulho dela....curar tanto o corpo quanto a mente, nossa é fantástico, estou afastada de mim nessa versão, mas bora lá, serácomo tiver que ser, e eu não paro, nao sou capaz, nem quero ser.
Uma longínqua,
noite de Natal
Certa noite serena, longa e fria
Velava firme, atento e vigilante!!
Oiço ao fundo da enfermaria
Um ruído, estranho
Desconcertante.
Fiquei apreensivo
Sem perceber…?
Os doentes dormiam
Tranquilamente.
Mas ,heis
Que junto Ao soalho
finalmente!
Estranha coisa se movia,
Num repente.
Pus-me a escutar
Bem, de perto
O rosto dos doentes
Um a um;
Verificando, finalmente;
Que decerto
O ruído, não provinha
De nenhum.
Esquisito ruído,
Qual trama?
Os doentes
Não me iriam
Fazer tal !?…
Olhei,
Para debaixo da cama
E desvendei A patranha
Afinal!…
Abanei o doente
brandamenete
Apontando;
Perguntei-lhe...
-"O que é isto"!?
Crispado ,Conivente.
Respondeu:
È para o chefe!...
São dois coelhos,
Boroas e chouriço! …
Ó seu patife …
Dê cá; já isso !!!
E puxei…Debruçando-me
De joelhos.
Pois que, fique Para o chefe
A broa e o chouriço
Exijo, para mim,
O cabaz;
Com os dois coelhos.
Desculpe! …
O Sr. Não tem razão…
E não me fale, por favor
nesse tom!
Porque tenho para Sr.
Salame,queijo e leitão
E um garrafão licor
Que é muito bom
Pareces ser bondoso
Tens voz amiga!...
Serás o Pai Nata l!? …
"Ó Que alegria"!..
Bebamos!
á tua saúde! ...
Desta Geropíga.
Que a noite,
já vai longa
E desperta o dia.
Valentim Casimiro
Quantas vezes o silêncio foi a opção de estar calado na caminhada da vida. Na estrada fria e sem rumo o medo expõe os sopros que nos da o sentimento de não viver mais.
As palavras sem sentidos e o momento sem futuro seguimos... sem parar.
Terá o momento qualquer , que o corpo desligará do espírito e ali finalizará uma história triste e dramática de um ser anônimo.
Nesta madrugada fria ,lembro -me de você,que apareceu em minha vida como o sol que nasce para iluminar o universo.
Contigo vieram as estrelas e a lua,que lá da imensidão dos céus brilhavam sobre a terra iluminando os meus passos cambaleantes.
O vento trazia consigo o aroma suave da primavera ,que se espalhava , e
e a atmosfera alegrava os pássaros e inebriava minha alma.
Mas o inverno chegou:o sol,as estrelas e a lua,que antes iluminavam,deixaram de iluminar,ocultando-se entre as nuvens levando você e deixando comigo somente as lembranças deleitáveis do passado.
