Frases sobre Terra como Elemento da Natureza
Você concorda comigo que para chegarmos ao céu, teremos que morrer? E como faço para chega no céu da sua boca?
Sem fim pode ser,
Aquilo que me prende por um instante,
Como a criança dormindo,
Com aparência de contorcionista,
Que me faz lembrar uma obra de Arte Renascentista,
Como a claridade,
Expressa,
Que assombra a escuridão,
Tácita,
É a convicção da ambiguidade,
Fecunda,
Que amua o coração,
Tristura,
Como a de agora que lateja saudade,
Falta,
A esperança é pura impotência desprezada,
A alegria é como um veloz relampagueio,
De repente meu desejo é uma voz calada,
Gritar, rasgar, desaparecer é o anseio,
Escrevo só,
Para problematizar,
O problema que não tem solução,
A solução que está perto,
Como o bico da caneta,
Que agora beija e lambe,
O papel imoral,
Que aqui continua,
Concordando com cada mentira,
Cada verdade,
Aqueles que desistem de seus
sonhos, são como flechas
desviadas de seu alvo, são como
pedras encalhadas no caminho.
Assim, como nossas vidas estão sendo moldadas pelo amor, e graça de Deus. Assim, como o vaso a cada instante é moldado pela mão do oleiro. Vemos o seu poder que opera poderosamento em nossas fraquezas, nos levando a compreender que maior é oque está em nós, do que oque está no mundo.
Vazio,
Como um corpo sem o fôlego da vida,
Como um dia sem esperança,
Como a inquietude de uma alma sem paz,
Como um prato sem comida,
Há vazio que não se pode encher,
Triste é o vazio,
" "
Quando acordei estava com uma afável sensação,
Como de quem dormiu com a graça,
Como de quem sonhou com a perfeição,
Era o rouxinol que na noite passada me presenteava na janela de casa,
Como disse o meu filho Frankie, o Humanismo mudou o vigésimo terceiro salmo: Eles começaram - Eu sou o meu pastor. Depois - As ovelhas são o meu pastor. Depois - Tudo é meu pastor. Finalmente - Nada é meu pastor.
Enfim me rendi na quietude do momento,
E com uma leveza no olhar,
Dormi como uma criança no balanço,
Era o rouxinol que murmurava a cantiga de ninar,
Asas nos pés tristes,
Testemunham,
Eu casmurro,
Atravessando pontes,
Camuflado como os peixes,
Nos sujos lagos,
Vou notívago,
Como a poeira perdida,
Que está arrimada no regaço - do escombro,
E é arrastada pelo vento vadio sabe lá pra onde,
