Frases sobre literatura que demonstram o poder das histórias
Quantos lixos culturais elevados a condição de literatura, música ou teatro seremos obrigados a financiar? A quem interessa o declínio da arte?
A literatura artística tem esse nome justamente porque retrata a vida tal como ela é na realidade. Seu objetivo é a verdade incondicional e honesta.
A boa literatura cria pontes entre pessoas diferentes, fazendo-nos gozar, sofrer ou nos surpreendermos, nos une sobre as barreiras das línguas, crenças, usos, costumes e preconceitos que nos separam.
A literatura cria uma fraternidade dentro da diversidade humana e apaga as fronteiras que erguem entre os homens e mulheres a ignorância, as ideologias, as religiões, os idiomas e a estupidez.
A literatura nem sempre nomeia o divino, mas sempre carrega um rastro do sagrado, desvendável pela nossa busca por sentido.
Que a literatura seja perseguida por sua autenticidade e honestidade, ao invés de vir a ser ovacionada por sua subserviência aos desejos dos inquisidores.
Num mundo paradoxalmente extremo, escrever livremente é um ato de coragem!
Ao tentar encontrar um simples conceito sobre o que poderia vir a ser a literatura, confesso que falhei miseravelmente sem conseguir encontrar a simplicidade em qualquer possível definição!
Instrumentalizar a Literatura é o mesmo que debilitá-la. É como se o coração, ao invés de bombear o sangue, utilizasse de todas as suas forças para retê-lo.
Sou um assíduo leitor dos clássicos da literatura e cheguei a conclusão de que não preciso procurar por um livro sagrado, mas sim, procurar pelo sagrado em todos os livros, isto é ascensão, isto é amplitude, isto é espiritualização; aprendizado sempre e para sempre.....
É algo sintomático da literatura engajada de nossos tempos, buscar restringir o sentido da obra, uma vez que lhe é impossível coibí-lo.
Pela primeira – mas jamais última – vez, tive a consciência do poder da literatura de, com poucas frases, causar emoções tão impactantes no leitor.
Sei que não sou, nenhum gênio da literatura e que pouco ou quase nada contribuo para sua inovação, mas isso não me preocupa, considero-me, antes de mais nada uma tradutora de sentimentos, não só dos meus, mas também dos sentimentos das pessoas que se identificam com o que escrevo.
Minha escrita não foi uma tentativa de produzir algo chamado “literatura”, mas uma tentativa de descobrir significado.
