Frases Filósofos de Antropologia
A beleza de um homem não se vê no espelho, mas no silêncio da mente que busca compreender o invisível.
O homem que governa a si mesmo com justiça, ainda que sem trono, é maior do que reis que governam multidões sem sabedoria.
Como o sal dá sabor ao alimento, o temor do Senhor dá sentido à sabedoria — e o homem que o cultiva se torna farol entre os povos.
Assim como está escrito: ‘O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.’ (1 Samuel 16:7).
Homem que tem Nobreza de caráter até os inimigos oretém admiração e respeito! Seu nome e sua honra pertence a Deus, pense nisso.
Quando um homem não pode chorar, ele apenas fixa o olhar em um ponto e sua mente vai destruindo o que sobrar dos seus pensamentos.
Melhor é o homem que governa sua mente do que aquele que conquista cidades; pois o domínio de si é o trono onde se assenta a verdadeira realeza.
A maior armadilha para o homem é ele mesmo; somente o autoconhecimento, a vigilância moral e a humildade diante do poder o preservam de suas próprias fraquezas.
Se um homem dominasse suas fraquezas e exercitasse o autocontrole, nenhuma sedução o derrubaria — pois o verdadeiro vilão em cada história é a falta de disciplina, o abuso de poder e a ausência de humildade de quem escolheu ceder.
"Humildade é a verdade. Um homem humilde não elogia nem menospreza a si mesmo. A subestimação pode ser tão falsa quanto a sob estimação... O homem humilde abre espaço para o progresso; o homem orgulhoso acredita que já está lá.”
A riqueza do homem não está em seus tesouros, mas nos conselhos que acolhe e nas causas justas que defende.
Quando o homem consegue transformar sopro e luz em palavras eternas, certamente teremos um livro de tirar o fôlego.
Certa vez houve o seguinte dilema: Deus criou o homem, ou o homem criou Deus? Com isso, eu concluo que, Deus criou o homem e o homem criou o conceito de Deus, e para tal conceito, houveram distinções; distinções essas que levaram ao surgimento da religião
Quando o homem aprendeu a manter o Gato de Schrödinger vivo e morto, ele não dominou apenas a matéria — ele tocou o véu sagrado entre a realidade e o mistério. Pois aquele que controla a incerteza, molda o próprio destino do Universo.
O homem moderno não carrega um relógio no pulso — carrega um espelho onde enxerga o seu pavor de morrer. Quanto mais caro o relógio, mais profunda a ilusão: ele não deseja marcar as horas, mas esquecer que está sendo marcado por elas.
