O poema é como um filho
Você não cria pra você
É preciso soltá-lo no mundo
Tem nome, identidade, registro
E de repente você vê
Que ele existe sem você
Corta os laços oriundos
“- Vai meu filho, voa alto!
Mergulha fundo! Corre os trilhos!
Come asfalto!Ganha o mundo!"
É estranho escrever coisas que nem mesmo nós vimos ou entendemos,mas que por um minuto nos passou pela cabeça,como tudo poderia ser diferente um dia ..
Hoje ao fechar os olhos imagine um futuro que gostaria de viver amanhã. Quando o chilreio dos grilos ecoar na alvorada e seus olhos se abrirem; levante-se sorrindo, pois chegou o dia para viver o seu futuro.