Frases Deus me Livra desse Mundo Loco
Todo líder sem intimidade com Deus e sem compromisso com a Sã Doutrina usa o entretenimento e o ativismo para substituir a presença de Deus e a pregação da palavra nos cultos. Quanto mais entretenimento e ativismo eles dão para o povo, menos o povo sente a falta da presença de Deus e da palavra nos cultos.
O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.
Foi à vontade de Deus que o Apóstolo João fosse exilado.
Foi à vontade de Deus que o Apóstolo Paulo fosse encarcerado.
Foi à vontade de Deus que Estêvão fosse apedrejado.
Foi à vontade de Deus que Jesus Cristo fosse crucificado.
Porque você acha que Deus tem que te blindar das tempestades desse mundo caído ou se não você vai ser desviar?
A graça ou amor de Deus... Não depende de sua [homem] boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela.
A doutrina de que Deus é o autor do pecado não é encontrada na Bíblia, na Ortodoxia primitiva, nos concílios gerais da igreja, na escolástica e nem na tradição reformada de primeira geração (Luteranos); mas somente na tradição reformada de segunda geração (calvinistas), no ateísmo e nos filhos de satanás.
O que é mais contraditório e bizarro nas heresias calvinistas:
- Afirmar que Deus é o AUTOR do pecado?
- Afirmar que Deus DECRETOU o pecado, mas a culpa é do homem?
- Ou dizer que Deus DECRETOU o pecado e o homem tem livre-arbítrio?
O calvinismo é um cavalo de Troia que corrói a Ortodoxia e mina o Cristianismo.
Para os cristãos Bíblicos e Ortodoxos, o livre-arbítrio é uma capacidade dada por Deus para que o ser humano faça escolhas contrárias. Caso não houvesse livre-arbítrio, como tagarelam os deterministas, não haveria responsabilidade em nenhuma das ações humanas, pois tudo já estaria determinado, sem opção de escolha.
No meio reformado, especialmente o calvinista, Deus está mais preocupado com as formulas teológicas e confissões de fé do que com os frutos exigidos pelo Evangelho do Reino. Assim, gerar os frutos de um relacionamento íntimo com Cristo não tem qualquer importância, desde o individuo aceite e defenda os dogmas formulados por eles.
Decidi, pela Graça de Deus, ser totalmente devotado a Ele, dar-lhe toda minha alma, meu corpo e meus bens. Alguma pessoa sensata diria que isso é levar a questão longe demais? Ou que devemos Àquele que se entregou por nós algo menos do que nós dar por inteiro, tudo o que temos e tudo que somos?
Contrariando a doutrina determinista calvinista, com certeza há coisas que Deus não determinou, nem ordenou, muito menos desejou, senão vejamos:
Porque edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo em holocaustos a Baal; o que NUNCA lhes ORDENEI, NEM FALEI, NEM ME VEIO AO PENSAMENTO. Jeremias 19.5
Deus dotou soberanamente o homem de livre-arbítrio para que ele pudesse amar a Deus e a seus semelhantes de coração. A vontade do homem não é uma ameaça a soberania de Deus. Em vez disso, traz maior glória a Deus que, ganha o amor e o louvor daqueles que são livres para escolher o contrário.
No calvinismo Deus convida a todos para a salvação — inclusive os réprobos por quem Cristo não morreu e que já foram predestinados ao inferno desde a eternidade passada. Não precisa ser muito inteligente para perceber que isso é uma contradição ridícula e uma desonestidade diabólica com o réprobo.
Somente calvinistas acreditam na aberração que um Deus que é Amor, que não tem prazer na destruição do ímpio (Ez 33.11), mas quer que todos sejam salvos (1° Tm 2.4) e não querendo que alguns se percam (2° Pd 3.9), envia arbitrariamente suas criaturas para o inferno mesmo Ele podendo resgatá-las!
O deus criado por Calvino predestinou incondicionalmente bilhões ao tormento eterno na eternidade passada; pessoas, crianças, recém nascidos, fetos, a quem ele poderia, se tivesse amor, ter predestinado à eterna alegria em Sua presença, mas para seu soberano prazer, prefere atormentá-los eternamente.
Um calvinista consistente afirma que Deus só ama os eleitos!
Se assim é então eu pergunto: “Como explicar Marcos 10.17-22 que relata no versículo 21 que Jesus, olhando para ele, o amou..., mesmo ele rejeitando o convite de seguir a Jesus?”
Aguardando as cambalhotas e malabarismos.
O fato do próprio caráter de Calvino ter sido compulsivo-neurótico foi o que transformou o Deus de amor como experimentado e ensinado por Jesus, num caráter compulsivo, sustentando características absolutamente diabólicas em sua prática reprovativa.
Oskar Pfister, citado em Christian History, Vol. 5:4 (1986), p. 3.
É a falta de autonomia ou independência da graça de Deus que confere á teologia de Armínio o toque de monergista (...). Armínio teria se aliado a Lutero em seu debate com Erasmo (...). Armínio é um monergista no sentido de que tudo procede da graça, mas ele é um sinergista no sentido de que o homem precisa consentir.
Soberania sem caráter é puro despotismo. Algumas vezes Deus se “limita” (Isaías 48:9) por Sua justiça e outras por Seu AMOR. Ele optou SOBERANAMENTE nos amar, fazendo justiça na cruz e manifestando Seu Amor. Se Deus não pode optar livremente entre uma coisa e outra, logo Ele está preso e dependente da própria “soberania”.
Não há nada em nosso comportamento, em nossas atitudes ou realizações que podem fazer com que Deus nos ame e salve. Contudo, por Sua própria vontade, para mostrar quem realmente É e o que pode fazer, Ele nos amou e salvou. Deus não nos salva por sermos bons, mas porque nos ama, e por ser perdoador. Isaías 48.9.
No calvinismo a onisciência Divina é dependente de um decreto exaustivo, a saber, antes de Deus emitir Seu decreto, Ele pode ser muitas coisas, menos onisciente. Essa é a divindade apresentada pelos calvinistas. Como bem disse Dave Hunt: “Se Deus deve decretar o futuro para conhecê-lo, Ele não é onisciente”.
