Essa beleza que era também espanto
Pelo dom da palavra e pelo seu uso
Que erguia e abatia, levantava
E abatia outra vez, deixando sempre
Um rasto extraordinário. Sim, a hora,
Dois séculos antes, em que uma ausência
E o seu grande silêncio cintilaram
Sobre a mão do poeta, em despedida.
A verdadeira beleza de um ser humano não é resumida nos bens que acumula nesse mundo e tão pouco por algo superficial. As palavras podem até ter o poder de descrevê-la,contudo... os olhos nunca terão o poder de enxergá-la.