Frases de Quase um ano de Namoro
Quando você foi embora no ano passado, levou junto minha alma em suas mãos e meu coração nos dentes, e eu sabia que nunca conseguiria recuperar nenhum dos dois.
Pelo menos uma vez por ano, deveríamos apagar todas as luzes da cidade e sair às ruas para admirar as estrelas.
Querido Papai do Céu, pra esse novo ano que vai entrar, só tenho dois pedidos.
Primeiro: eu quero aceitar as pessoas do jeito que elas são; e segundo: quero que elas sejam do jeito que eu quero.
Amém!
Terceira vez nesta cidade que não para e se transforma a cada ano. No “BA” de Buenos Aires, ao fundo, o Obelisco, no país do Tango.
Até o final do ano eu quero descobrir qual é a minha função aqui na Terra, porque eu não canto, não é possível que me jogaram aqui à toa.
Pensei que este seria
o ano em que eu conseguiria
tudo que quero.
Agora sei que este é
o ano em que dou valor a
tudo que já tenho.
Chegou a estação mais bonita do ano! A mais vibrante, colorida e perfumada. Chegou a estação da renovação, da cor, das flores. Chegou a primavera e com ela o tempo de flores(cer). Bem-vinda, primavera!
A guerra nunca partiu, filho. As guerras são como as estações do ano: ficam suspensas, a amadurecer no ódio da gente miúda.
Não tenha medo de fracassar.
Tenha medo de, no próximo ano, estar exatamente no mesmo lugar em que você está hoje.
O ano já começou
Tá na hora de acordar
Arregace bem as mangas
Vá simbora executar
Aquilo que planejou
Pois se você já sonhou
É hora de realizar
O SANFONEIRO
A sanfona e o sanfoneiro,
no Nordeste a cantar.
O sertão vai festejar
com forró o ano inteiro,
de janeiro a janeiro.
Solta a voz, meu cantador!
Alivia tua dor!
Com tamanha emoção,
faz lembrar o Gonzagão,
o maior dos forrozeiros!
A cada ano que se passa em nossas vidas,vamos abrindo aos poucos nossos olhos,enchergando e compreendendo melhor as coisas,que antes não sabíamos lidar.
Que pelo ano inteiro tudo que é verdadeiro venha impactar a alma, trazendo calma e paz para os dias bons e ruins.
Em Fernando de Noronha,
tem onda no ano inteiro.
É a casa do golfinho,
o seu dono verdadeiro.
Esse território urbano,
em solo pernambucano,
é arquipélago costeiro.
Eu corro, caio e me levanto.
Eu busco outro eu amanhã ou no ano que vem.
Eu sigo, paro mas eu não volto atrás.
Eu me culpo, me condeno, mas eu me amo.
Eu evoluo, me transformo mas não consigo mudar.
