Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer

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De nada serve morrer: é preciso morrer na devida altura.

Chegar à morte sem ter pensado sobre o destino humano é morrer como um cão.

Quem pode morrer honradamente deve morrer; / Porque, para continuar nesta vida triste, / Chega-se ao mesmo tempo à morte e à vergonha / Com frequência e facilidade.

Mais vale morrer conforme as regras do que escapar contra elas.

Quando morrer, quero ser velada de bruços, para as pessoas me reconhecerem.

Queixarmo-nos de morrer é queixarmo-nos de sermos homens.

Os baianos invadiram o Rio para cantar "Ó, que saudades eu tenho da Bahia...". Bem, se é por falta de adeus, PT saudações.

À beira da estrada
Com o pêlo tão sedoso
O cachorro morto.

Chove de novo -
As vacas e os carros
Devagar, em fila indiana.

Apenas vós,
Árvores de tronco branco,
Me garantis que retornei.

Árvores da infância -
E depois a monotonia verde
Dos canaviais...

Demorou este ano,
Mas de repente, em toda a parte -
Primavera!

Um susto matinal:
na caixa do correio,
duas mariposas!

Tão pequena
E desbotada de chuva
A casa da infância!

Manhã de frio.
Se fosse menino escrevia
Meu nome no vidro.

O bebê resmunga -
Zune nas venezianas
O vento do inverno.

Tarde de inverno:
Sobe do fundo dos vales
A sombra das montanhas.

Aqui e ali,
Sobre os campos florescem
As quaresmeiras.

Com o vento frio percebo:
Semanas e semanas
Sem ouvir insetos.

A porteira bate -
Do meu lado esquerdo,
A lua de verão.