Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer

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O medo é a arma dos fracos, como a bravura a dos fortes.

Onde intervêm o favor e as doações abatem-se os obstáculos e desfazem-se as dificuldades.

Há injúrias que temos de ignorar para não comprometermos a nossa honra.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

Abandonando nobremente quem nos deixa, colocamo-nos acima de quem perdemos.

A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.

O amigo é um segundo eu.

Os pintores só devem meditar com os pincéis na mão.

Há uma certa vergonha em sermos felizes perante certas misérias.

Do ódio à amizade a distância é menor que do ódio à antipatia.

Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.

A glória só chega àqueles que com ela sonharam.

São sempre desatinadas as vinganças por ciúmes.

Uma árvore nua
aponta o céu. Numa ponta
brota um fruto. A lua?

Não podemos deixar de ser difusos com os ignorantes, mas devemos ser concisos com os inteligentes.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

Há dois poderosos destruidores: o tempo e a adversidade.

Há algo tocante na associação de dois seres para suportar a vida.

O orgulho pode parecer algumas vezes nobre e respeitável, a vaidade é sempre vulgar e desprezível.

A fortuna troca às vezes os cálculos da natureza.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).