Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer
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O Homem não tem porto, o tempo não tem margem; / ele corre e nós passamos!
Há opiniões que nascem e morrem como as folhas das árvores, outras, porém, que têm a duração dos mármores e do mundo.
Não há paixão que abale tanto a sinceridade dos juízos como a cólera.
É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido.
Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.
Ninguém se agasta tanto do desprezo como aqueles que mais o merecem.
As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.
O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos.
Quem ama o perigo, nele perece.
Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.
Os ignorantes exageram sempre mais que os inteligentes.
Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.
Nas revoluções políticas os povos ordinariamente mudam de senhores sem mudarem de condição.
A preguiça dificulta, a atividade tudo facilita.
Muita luz deslumbra a vista, muita ciência confunde o entendimento.
A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.
Os males que não são percebidos são os mais perigosos.
Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.
O trabalho é amargo, mas os seus frutos são doces e aprazíveis.
Não construais estátuas aos vossos heróis, é melhor erguer estátuas às vossas vítimas.
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