Frases de terror curtas para quem ama o horror
Graças e terror tá exposto no seu disposto horror, minado pela condição bate tudo pra contradição. Se morrer é o que vai ser o por que temer se datado tá pra acontecer? Instantes distantes futuro presente ilustra ilusão ou talvez desilusão mas por ocasião de algo sem noção ou talvez com certa noção.
O MELHOR
É ver você
Aceito tudo
Menos te ver com alguém
Que ciúme louco
Que horror é se apaixonar
Parece que as noites não querem chegar
Parece que os dias não querem findar
Que maldade
Depois de tanto tempo
Séculos
Milênios
Te vejo de longe
Não quero dormir
Melhor é sentir
Sua presença
Perto
Bem pertinho de mim
Forma
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Gritos de horror sondam minha cabeça
Tiram minha paz
Não a nada que eu consiga fazer
Para que eu esqueça
É um ódio indescritível que me assombra
Uma raiva incontrolável que me consola
Essa fúria que não consigo expor
Trás a máscara um nova forma
Uma nova forma para me recompor
Entre poças de sangue e gritos de horror
O povo grita pra cessar sua dor
Dor que consome,dor que invade
Dor que aniquila, a dor da crueldade
A garganta seca sem saber pra quem gritar
Sem Chapolin pra poder lhe ajudar
Cães ferozes, com sangue nos olhos
Saem na calada e já sabemos o propósito
Como, suportar a própria dor
Espantar de vez,o sentimento de horror,
Uma maquiagem transparente....
Enfrentar o brilho de repente,
Como, no amor de novela
Como no amor tradicional....
Sempre, que pratica o crime....
Este foi passional !!!
Brasileiro, estrangeiro
Da própria nação
um Grito em vão...
Estilete na mão......
o horror é maquina dentro da mente...
no mundo de fogo e vaidades...
dançamos com morte.
sempre se sinta especial
neste mundo é unicamente um gota
para quem lhe da interesse
sorrisos falsos num mundo morto...
palhaços são caricaturas de um humor
tão desfeito pelas verdades que guardamos
dentro de nossas mentes.
Olhos nos olhos ,perco a cabeça ,penso em fazer coisa de horror
Vejo terço deitado em um berço,como um terço,não é reza mais me perco.
Saiba que tudo,que tudo saiba ,saiba que eu,que eu não saiba ,que tudo saiba a aba do meu chapéu.
A se falasse,imóvel então,dizia o mesmo,tudo que via,cheiro de pizza rolar em vão.
"Semente de gente,
que ninguém apostou.
Gerado em solo ilegal,
com requintes de horror.
Lançado na vala ao nascer,
pelo seu criador.
Um ser soterrado
em terra de dor.
Rompeu o peso terra
e seu verde mostrou.
E sem ser irrigado
ou adubado, brotou.
Semente de gente
Aposto que é flor."
o gelo do teu coração,
transpõe as fonteiras
da solidão como um sonho,
até terror do sentimento perdido,
em sentimento pesado em lagrimas,
expostas por momentos que desdem
a vontade de morrer por mais um dia,
nada parece ser compreensível,
noite passa entre as paredes
desse mundo cruel apenas
sonhos que se vão nas profundezas
Coisas terríveis estão acontecendo na internet, vários crimes para causar pânico e terror, projeto encabeçado por alguns Países em especial a França. A população com medo e insegura vai aceitar mais facilmente o controle global, vai vim algo para trazer a falsa "segurança", na verdade será a nossa destruição.
Não sei se é temor, não sei se é terror, não sei se é fraqueza, não sei se é saudade, não sei se é maldade, não sei se é vontade. Só sei que na saudade existe o temor, na maldade existe o terror e na fraqueza existe a maldade. Faltou só a vontade que existe em cada um de continuar brigando por aquilo que valer a pena.
boa noite
desejo pura alma,
terror desejo da vida
alma purpura volta meia volta,
num clássico ador seu amor,
autuar num estagio tedioso...
virtuoso desejo
clama avistamento...
sobre as sombras a lembrança
nua e tenra auria da te amar paixão...
espaço tedioso por um instante
deseje te amar.
Por Celso Roberto Nadilo
horizonte frio terror minha alma,
solidão minha tristeza,
longitude minha alma tão perdida,
minha perdição meu amor,
triste terreno morte serena minha vida,
luar perdido está vida não mais meu amor,
tantas vertigens sussurram apenas lamentações,
gritos sem origens para interior vazio ecoa a morte.
pelos espaços laterais
contemplo o desejo único do terror,
então olho para cima não sinto meus pés,
fecho meus olho o mundo desapareceu,
tentei não ver, mas, não saída para onde ir,
as horas são passadas como prisioneiras de fato vulgar,
guarneço, meus pensamentos até que último segundo,
dentro de tantos desejo e sonhos.
A gente percebe que o mundo é predoderante de censura, de sangue, de ignorância, de terror, de poder, de desejo produzidos apenas pela humanidade... Por razão da falta do amor. O mundo é carente, a gente em si mesmo precisa da afetividade. Precisa-se pensar, planejar e agir: um processo para uma ação efetiva capaz de transformar o mundo mais colorido.
O brilho
Antes só havia escuridão
Era indescritível todo o terror
Era triste só tinha ilusão
Em minha vida não havia amor
Foi de repente que o Sol apareceu
E fez brilhar a alegria dentro de mim
Todo sentimento lindo pude sentir
Depois de sua vinda
O brilho apareceu em minha vida
Fomos nos habituando, de tal modo que passamos a pactuar com a tragédia, aceitando-a como cotidiano. Me espanta essa capacidade de acomodação da mentalidade, sua adaptação ao horror. Acredito que a gente possua um componente de perversidade que nos leva a encarar como normal esse pavor, a desejá-lo, às vezes, desde que não nos toque.
- Não aguento mais a vergonha de ser quem eu sou...
- Uma aberração! [...] Nós conseguimos porque somos obrigados. Nossa vergonha está exposta, não escondemos. Somos desse jeito. Você carrega a sua vergonha por dentro e mantêm presa aí. Ela te devora, se alimenta feito uma presa até que não reste mais nada, além da podridão.
O povo pode sofrer 1460 dias nas mãos de um péssimo governo; se ele conseguir enganar o povo por outro período essa angústia pode durar 2920 dias de profunda agonia; mas logo o sofrimento passa e o povo pode voltar a sorrir, isto porque não há mal que dure para sempre nem horror que se eterniza.
Uma coisa é preocuparmo-nos com a morte de outro, ao longe. Outra é, de súbito, tomar consciência da própria putrescibilidade, de viver na vizinhança da própria morte, de contemplá-la enquanto possibilidade real. À partida, é esse o terror suscitado pelo confinamento a muita gente, a obrigação de, por fim, responder pela sua vida e nome.
