Frases de Horácio

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carpe diem quam minimum credula postero.
Colhe o dia presente e sê o menos confiante possível no futuro.

Os que atravessam os mares mudam seu firmamento, não sua alma.

Terminei uma obra mais duradoura do que o bronze / e mais alta do que as pirâmides reais, / que nem a chuva corrosiva nem o vento impetuoso / poderão destruir, nem a inumerável / série dos anos e o passar veloz do tempo. / Não morrerei completamente, e grande parte de mim / escapará ao túmulo.

Carpe diem, quam minimum credula postero.
Aproveite o dia de hoje e confie o mínimo possível no amanhã.

Não pode um homem ter melhor morte que:
Lutando contra o desconhecido
Pelas cinzas de seus pais e
Pelos templos de seus deuses!

Ai de mim, Póstumo, Póstumo, fugazes / correm os anos; e as preces / não podem retardar as rugas a velhice / premente e a morte inevitável.

Não terás razão em chamar feliz àquele que muito possui.

Há uma medida em todas as coisas, existem afinal certos limites.

A adversidade revela a genialidade, a prosperidade oculta.

Raramente podemos descobrir um homem que diga que viveu feliz e que quando termina o seu tempo deixa a vida como um conviva satisfeito.

Quem ama a áurea moderação, / seguramente não sente falta da desolação do vil abrigo, / nem do esplendor frugal do palácio invejado.

Pobre entre grandes riquezas.

Há mais coisas no céu e terra, Horácio, do que foram sonhadas na sua filosofia.
(Hamlet)

Nossa segurança está em risco quando a parede de nosso vizinho está em chamas.

Quando os tolod querem evitar um erro, geralmente fazem o oposto

Omnia tempus habent (Publius Vergilius Maro).

"Tudo tem seu tempo."

O silêncio é a arma dos fortes.

As Sereias cantavam seus segredos em conchas, todos ouviam, mas só os crédulos podiam entender…

Então falou o bravo Horácio,
O capitão do portão:
“Para todo homem nesta terra,
A morte chega cedo ou tarde.
E como pode alguém morrer melhor
Do que enfrentando terríveis adversidades,
Pelas cinzas de seus pais
E pelos templos de seus deuses?”

Thomas Babington Macaulay
Lays of Ancient Rome (1842).

Nota: Trecho do poema Horácio.

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Corruptissima republica plurimae leges. (Gaius Cornelius Tacitus) "Estado corrupto, múltiplas leis". (Tácito)