Frases de historiadores que revelam a importância de estudar o passado
Ser um historiador ou entusiasta da filosofia não é ser filósofo. A sutil direrença está entre explanar e criar.
A Historia é a base para o Direito. Sem o Direito não há Democracia, e sem historiadores não existem advogados.
Poucos sabem, mas não existem artigos acadêmicos, nem tratados, nem historiadores sérios e de renome que indiquem os 5 pontos do calvinismo nos primeiros séculos da Igreja, salvo no gnosticismo.
O historiador é um viajante do tempo, sempre buscando informações no passado para entender no presente como poderá ser o futuro.
O historiador sempre será um escritor solitário de um livro infinito, com inúmeras páginas em branco para serem preenchidas.
O historiador, através do pensamento crítico e da narrativa, não só preserva e interpreta o passado, mas também influencia diretamente a formação cultural e o desenvolvimento das regiões, ajudando a construir uma sociedade mais consciente e informada.
A história é permeada de fatos e acontecimentos, contudo o interessante está não apenas nesses dois acontecimentos mas no olhar daquele que escreve a história. Interessante é percebemos que a cada tempo os sujeitos históricos moldam a história.
A História é uma maneira de revermos o PASSADO, suas influências e consequências no PRESENTE, com vistas a criação de um FUTURO melhor.
“Com a Lei Áurea, o Estado brasileiro trocou a condição do povo negro de escravo para uma menos ruim, a de marginalizado”.
Ensaios políticos, 2024.
A história não é uma linha reta, nem sequer uma espiral — é uma doença que se alastra pelas frestas da consciência.
O primeiro dever de um historiador é o de examinar com o maior rigor todas as doutrinas a quem recorrerá para elaborar suas interpretações históricas. Sem negligência fazê-lo e adotar ingenuamente as ideias deformadas e confusas que têm grande aceitação popular, deixa de ser um historiador e passa a ser um apologista e um propagandista.
...o escritor brasileiro, via de regra, trabalha sozinho. Não dispõe, como os seus confrades estrangeiros, pelo menos os dos países ditos desenvolvidos, de secretárias. Como eu sempre fui, para escrever os meus livros, pesquisador, anotador, redator, datilógrafo e revisor...
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 228
